A repulsa é transversal a toda a sociedade.
Vindos de diferentes áreas políticas, foram ouvidos desabafos e acusações no dia da cidade do Funchal, demonstrativas do estado de revolta que alastra entre os funchalenses.
A descarada compra de informação e propaganda não foi capaz de esconder a incompetência e a farsa que estão instaladas na Praça do Município.
Ouvimos eleitos pelo povo a falar de ''usurpação do poder'' de ''ambições desmedidas'' e de ''falta de pudor'', de ''propaganda e caciquismo'', de um ''mestre da propaganda''. Ouvimos pedidos para que ''seja devolvida a dignidade'' à enlutada freguesia do Monte, ouvimos falar em ''atentado à ''memória da data'', em ''alianças com grupos económicos que dominam e subjugam a Madeira'', ouvimos acusações sobre ''controlo de imprensa'' de ''negociatas'' e da destruição da identidade da cidade do Funchal''.
Palavras duras e sentidas que não comoveram o mentiroso compulsivo que para além de ter arregimentado uma claque para perturbar quem falando em nome dos seus eleitores lhe dizia na cara verdades que não agradam à camarilha que o segue em troca de favores, apareceu com a lata costumeira.
A ladainha com todo o ar de ter sido escrita pelos agentes cubanos que o controlam, foi longa e cheia de leviandades, mentirolas e aldrabices...o costume.
Este é um daqueles que não tem emenda.
Aleluia... houve uma verdade pelo meio de tudo aquilo quando ele proferiu as ''palavras de sincero agradecimento'' ao diário dos ingleses.
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