sexta-feira, 21 de julho de 2017

O ''novo'' panfleto que se publica na região, sustentado de forma directa e indirecta pelos dinheiros do povo, tem à frente um sem coluna que publica aquilo que o mandam escrever.

A propósito da vinda à Madeira da cantora quase septuagenária, Fafá do Brasil, que irá apresentar-se nas serras do Funchal, exibindo o seu melhor play-black, mandaram-no alertar e ele como bom serviçal cumpriu, que para ir lá acima, não é preciso apresentar o cartão de militância partidária (os mandantes lá sabem como é que as coisas andam)

Devia saber que nunca foi condição, como se pôde ver em anos passados, o controlo de entradas em função de escolhas partidárias. A afluência dos madeirenses conscientes e apoiantes dos valores da nossa Autonomia teve momentos históricos chegando a atingir as 40 mil pessoas.

Se fosse só para militantes aquilo nunca enchia.

O número máximo de militantes com quotas em dia, só aconteceu em 2014, em consequência de aldrabices patrocinadas. Só assim se compreende que passados dois anos a coisa se tenha ficado pela metade.

No ano da tomada do poder no partido, houve disponibilidade de uns certos empresários que momentaneamente se tornaram uns mão largas, coisa que está mais do que visto só acontece em situações muito particulares. Até o forreta dos hotéis fingia que não via as contas que
lhe chegavam diàriamnete à secretária com as despesas da candidatura do sócio/amigo que fracassou estrondosamente na política, mas que tinha como crédito muitas portas abertas e a participação no acesso a negócios chorudos.

Depois houve também uns venezuelanos, uns ribeira-bravenses e um da Calheta que foram  ''forçados'' a participar no festival do pagamento de quotas e jantaradas.

E vem o interesseiro feito director do folheto de segunda categoria, promover aquilo que em tempos sempre tentou ridicularizar.

O que faz o dinheiro!    

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Passados tantos anos, ainda há nesta terra quem precise da ''benção'' de uns continentais numa tentativa pateta para impressionar??? o povo.

Ainda bem que esse chão já deu a colheita que tinha para dar, e a maioria do povo madeirense está vacinada e a marimbar-se para esta gente vinda de Lisboa. Já não vai em conversas de vendedores de pentes, e não se impressiona com conversas fiadas com sotaque lisboeta e muita aldrabice.

Mas que fazer... se há gente com idade e rodagem para saber que os tempos são outros a insistir e a persistir no convite a aldrabões encartados, enquanto outros deslumbrados pelo poder mantido à custa de muito dinheiro público derramado nas folhas diárias, em particular na inglesa, se preparam para ensaiar mais uma rábula tipo emplastro (coitados dos fotógrafos) durante uma cerimónia a realizar em espaço público, perturbando a vida normal da cidade.

Pergunta-se... porquê este servilismo? As eleições que contam não são para o poder autárquico da nossa terra?

Ainda por cima, um dos visitantes roubou-nos e prejudicou deliberadamente a vida das populações da Madeira e do Porto Santo, enquanto o outro ainda nada fez para melhorar as nossas vidas. Não tem passado de um empata, com tiques colonialistas, que chegou ao ponto de desconsiderar as decisões da estrutura regional do seu partido.

Se entre portas é assim imagine-se quando se trata dos outros, aqueles que não seguem a sua via socialista conluiada com o radicalismo dos seus parceiros da ''geringonça''.



     

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A espécie de ''Assembleia de Freguesia'' que tem à frente um rapazinho que recrutou  todos os funcionários do seu antigo??? escritório de forma a aliviar a tabela salarial à sua conta, fechou...finalmente para férias.

Ali do alto da ''importância'' da mesa que conduz os trabalhos o rapazinhho, ocupa-se a dirigir a fraca  capacidade de dialéctica dos seu pares que passam vida a falar sobre o problema do buraco na estrada, sobre a falta de água num recôndito lugar, sobre a escuridão por falta de luz num outro sítio, e mais umas minudências, típicas de uma reunião participada por uns inúteis como o ''gilinho'' que apareceu a falar em tom de típico de um padre fora de época (devem ser efeitos da horas passadas junto do velho sacerdote que foi íntimo e ajudou a sua família a enriquecer).

As populações da Madeira e do Porto Santo, continuam a ser  esquecidas por um parlamento onde têm assento uns incompetentes sem bases e cultura política, independentemente do partido representado. Na oposição??? encontram-se uns desempregados. Na situação exibem-se uns palermas que nunca souberam o que é trabalhar de facto.

O povo está cansado e tem todas as condições para fazer ouvir as sua voz já em outubro deste ano, preparando a grande mudança em 2019, onde aí sim há oportunidade de afastar todo o parasitismo  instalado e manda-lo para as listas do desemprego.

É bom lembrar que muitos dos que hoje vivem à grande por força da sua colocação nos lugares, nunca ''vergaram o serrote''.

A coisa fechou com um debate anual sobre a tristeza da Região e foi de gargalhada assistir ao passa culpas do falhanço dos últimos dois anos para o Terreiro do Paço, como se eles não tivessem sido eleitos e mandatados pelo povo para governarem a Madeira, usando as competências que se encontram consagradas na Constituição e no Estatuto (o que não implica que estas leis  não careçam de revisão urgente).

Se é para continuarem a gritar pela intervenção do poder de Lisboa nas coisas que só a nós dizem respeito é melhor fecharem a loja!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Consta por aí que o telefone do controleiro da quinta, não tem tido descanso nestes dias.

Os dois folhetos ao serviço da situação, estarão a disputar as mesmas entrevistas para as edições do próximo fim de semana.

Vamos aguardar para ver quem vai ficar com aquele que desgraçou o país e o partido, e quem vai lambuzar o chefe.

De um já se sabe o que pode sair...
Banalidades e falta de rasgo de alguém que anda à deriva.

Do outro, o que aqui vem em busca de tempo de antena nas televisões nacionais, estando a marimbar-se como é seu hábito para as preocupações do nosso povo, muita chachada e descaramento.

Aguardemos neste último caso pelas recomendações que o controleiro irá fazer junto do aparelho lisboeta.

O problema deles é que há cada vez menos pessoas  (militantes ou não) com disponibilidade para aturar fantochadas!

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O Tó Pó é um daqueles que por onde passa cheira a m....

O folheto inglês liderado pelo bafos, por certo com conivência superior, continua a alimentar os devaneios e outras carências do dito, que a tudo se presta para sobreviver, não importa se com amigos ou fazendo inimizades... o que interessa é facturar algum. 

É neste ponto que se mantém a aliança entre o PÓ  e a folha. Em estado de desespero eles estão a agarrar-se a tudo. Pensam que as loucuras do palerma vendem, mas na realidade aquela porcaria impressa acumula-se todos os dias nas bancas e está nas horas da amargura, sem leitores. 

No entanto, para pagar os servicinhos ao ''cavalheiro'' é só tirar uma coisinha àqueles milhares (dinheiros escandalosamente retirados ao povo) usados pelos clientes dos suplementos, anúncios e notícias compradas.






  



domingo, 16 de julho de 2017

Há cada cambalhota!

Um tal que chegou a liderar a juventude do PS, e foi durante muito tempo ponta de lança dos socialistas no folheto inglês aproveitando todas as oportunidades para dizer mal do PSD e do anterior governo, passou a elogiador da nova situação.

O que faz o dinheiro! Ética e coerência não fazem parte do carácter desta figurinha que segundo consta, afirma estar apenas a obedecer àquilo que o mandam fazer.

É este o triste ambiente que se vive na dita social, onde se movimenta também o camacheiro que atravessou a Rua Fernão de Ornelas e que passou a ser igualmente mais um elogiador por ordem dos novos ricos a quem o ''sem malícia'' fez um frete.

Agora há uma onda de unanimismo. São páginas e títulos garrafais a dizer bem do chefe, do ''sem malícia', do contabilista, do antigo gestor de condomínios, do careca e até do representante da ''geringonça'' na Madeira.

A disputa dos milhares gastos em cadernos, anúncios e subsídios vai brava. Um milhão para o chamado JM, outro milhão para a folheto vizinho, uns milhares para calar uns que reclamam todos os dias.

São quase dois milhões e meio em movimentações anuais de dinheiros do povo, que podiam ser aplicados em dezenas de habitações para as pessoas carenciadas.  

sábado, 15 de julho de 2017

No panfleto inglês continua a política do vale tudo, desde que seja para dar cobertura favorável a quem lhes paga (e bem) a propaganda mentirosa.

Recebem as encomendas já escritas e entregam-nas a jornalistas inexperientes e sem competência que nada questionam. Veja-se a mentira enviada pelo careca a propósito de uma espécie de ''miragem'' sobre benefícios fiscais.

O que  fez uma pobre rapariga que assinou por baixo o texto publicado sobre o assunto? Sem questionar nada nem ninguém deu eco à barbaridade vinda do gabinete do careca recandidato, dizendo que a Câmara vai dar benefícios fiscais aos funchalenses.

Mentira!

Quem tem competências para tal é o Governo da República, a Assembleia da República e o Governo Regional, neste caso nos termos previstos pela Lei das Finanças Regionais.

Em matéria de reabilitação urbana é a legislação nacional que define os termos da redução do IVA. A Câmara também não tem capacidade para tocar nas isenções de IMI. A Câmara apenas pode mexer nas taxas municipais.

Aprendam, leiam e estudem antes de escrever asneiras. Não embarquem nas conversas das chefias vendidas.

Não enfileirem na lista de jornalistas ignorantes que rodeiam essa gente sem escrúpulos.