quarta-feira, 15 de julho de 2026


Na Avenida do Mar há uma Assembleia política atípica.

Tem um velho oriundo de “cuba” tem um camelo nado e criado no mesmo território, tem um tipo com pinta de porteiro de cabaré. Senta -se lá um dito arqueológico que sempre trabalhou para encher o seu próprio bolso, como aconteceu no vergonhoso processo das casas do Porto Novo. É este tipo de gente pouco recomendável que aspira governar a Madeira. Cautela, muita cautela Madeirenses e Porto Santenses  com estes tipos sem escrúpulos e militantes da má língua.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Resultados, resultados, os madeirenses e os portossantenses, toda a nossa comunidade, está farta do paleio   e muitas vezes da falta de solidariedade dos governos de Lisboa, de todos, independentemente das cores e programas. Foi com a democracia portuguesa que ganhamos o direito a de ter órgãos de governo próprio. Aceitamos a bandeira,  aceitamos a condição de ser  portugueses mas rejeitamos a secundarizacão dos nossos direitos.

Sim, sabemos que Lisboa já tem na sua posse (a tempo suficiente), uma parte substancial dos documentos com as nossas ideias para o aprofundamento da Autonomia da  Região no século XXI.  

Tudo o que foi conquistado em cinco décadas está  registado na história da democracia portuguesa e da nossa terra. Foi conseguido com em lutas permanentes sem medos, enorme convicção e sem cedências ao politicamente correto, porque naqueles lados há vícios que permanecem. Com falinhas mansas não vamos lá…

segunda-feira, 13 de julho de 2026

O demagogo da porcaria JPP que arranjou sustento em São Bento, à custa dos nossos impostos, ainda não percebeu que não consegue influenciar o discernimento dos madeirenses, quanto estes têm de fazer as suas escolhas políticas. 

Vamos ganhar a luta contra os vícios dos governantes parvalhões e sem mundo do retângulo adjacente, agora e sempre incapazes de  perceber que na Madeira e no Porto Santo, mandamos nós e que e custe o que custar estamos prontos para a luta. 

O texto do fariseu Filipe Sousa sobre a mobilidade é próprio de um colaboracionista manhoso vendido e hipócrita.

domingo, 12 de julho de 2026

12 de Julho, é dia de mostrar sem medo de que lado estamos quando combatemos e denunciamos os colaboracionistas que odeiam os sucessos da nossa terra, alinhando com os sabotadores bem falantes do retângulo adjacente (estão em todos os quadrantes políticos). 

Mostremos a nossa determinação indo lá acima à Herdade do Chão da Lagoa à Grande Festa do Partido da Autonomia.

sábado, 11 de julho de 2026

CHEGA de aldrabices…

É o que terão pensado dezenas de vítimas da burla política cujo rosto principal é guinchador do sistema Ventura.

Divisões, guerras de bastidores (também vistas nestes lados)  são o pão nosso de cada dia, no dito partido que acolhe um famoso traidor político que continua devedor aos madeirenses pagadores de impostos. 

Parece que eles agora reúnem à porta fechada para evitar a entrada a todos os desavindos que passaram a duvidar do caráter do “protofascista” notoriamente com traumas por resolver. 





sexta-feira, 10 de julho de 2026

 O “impoluto” JPP parido para alimentar uma família nada e criada no socialismo local, o partido de Lisboa,  ninho dos colaboracionistas, não cumpre a lei. 

Notícias destes dias revelam incumprimentos graves na agremiação municipal, sem que o Estado ao contrário do que exige às pessoas e às empresas, tome medidas.

Falcatrueiro contumaz o JPP, andou metido numa grande aldrabice com uns apartamentos construídos no Porto Novo, denunciada com provas, mas também neste caso não se conhecem desenvolvimentos. 

Estranho, não acham?



quinta-feira, 9 de julho de 2026

Invejas e palpites da cubagem mas também do colaboracionismo que não conhece uma nota de música.

Sempre esteve previsto construir a Sala de Concertos da Madeira em duas fases. A primeira está concluída mas eles na sua ignorância temperada com soberba patética não chegaram lá e daí toca a asnear. Três são cubanos que aqui arribaram sem pedir licença (coisa normal em gente educada) mesmo depois da nossa terra lhes ter dado a oportunidade de melhorar as suas vidas. Há também um velho “rapazola” e um advogado também da parvónia e imagine-se para completar o ramalhete um fascista de fato à maneira de porteiro de um estabelecimento manhoso de lap dance.