sexta-feira, 3 de abril de 2026

Podemos e devemos rever a Constituição da República.

O que não podemos é pactuar com as idiotices do Ventura, o tipo que mais depende do Sistema e que se alimenta do sistema, embora grite contra o Sistema. Gesticula à moda do fascista italiano Mussolini, o que faz dele um embuste patético nos nossos dias, sobretudo quando ouvimos as suas prioridades.

A Constituição de 1976, já não existe. Já foram feitas sete revisões no texto Constitucional e não veio nenhum mal ao mundo. Estamos no século XXI, em 2026, e há muitas novas questões que se colocam hoje em dia e que não existiam há cinquenta anos. 

Voltando ao tema da revisão da Constituição da República, nós neste lado do mar, temos umas ideias. O problema estará no efeito nocivo das cumplicidades que pululam por aí. 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Se querem conhecer sem o contágio dos vícios das visões partidárias, um dos mais importantes episódios da fundação da Autonomia, uma das maiores conquistas da democracia portuguesa, recomendamos a leitura de um texto publicado no JM com a assinatura de Alberto João Jardim. 

Leiam!

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Primeiro de Abril um grande dia para o Sócrates, para o Cafofo, para o Ventura. Este deve ficar extasiado com a existência de um dia no calendário para ele poder mentir à vontade. Depois o mentiroso pouco hábil, o tal Pinto maçónico de Cascais, também pode “celebrar” as suas mentiras sobre o SSM que não é nem pode ser considerado um subsídio. 

Na atualidade da semana temos o “bonzinho” do JPP, aquele que foi putativo candidato à Câmara e que foi comido pelos manos aldrabões que aproveitaram um asqueroso caso de polícia envolvendo o seu mano para risca-lo da lista. Renasceu como deputado, mas como é timbre da organização a que pertence, com o olho em negociatas, foi ao norte da ilha falar de um Lar em São Jorge um projeto em fase de concurso, para criticar o governo com um chorrilho de mentiras e aldrabices, misturando alhos com bugalhos.

Mais um mentiroso e manipulador mas sempre com o tal ar de “bonzinho”. Sai ao mano.