domingo, 7 de maio de 2017

Há uma gritante falta de decoro!

A vergonha vai em milhões subtraídos ao povo em favor das negociatas que envolvem o ''diário'' dos ingleses. 

Suplementos do governo e das câmaras abastecem a conta de gente que chantageia os poderes eleitos. 

Agora lá vão mais 300 mil para o alimento do panfleto e de meia dúzia de ''analfabetos'' que escrevinham na folha. 

Se fizermos as contas (mesmo por alto) era suficiente para cinquenta famílias terem uma habitação condigna. 

O que infelizmente acontece é uma situação que possibilita o pagamento de ordenados a gente que trafica informações sobre tudo e mais alguma coisa servindo interesses obscuros.

No caso dos famosos Blandys, permite-lhes a gestão de lucros em offshores. 

O problema é que estão em jogo dinheiros retirados aos impostos da população madeirense.

sábado, 6 de maio de 2017

Quem ouve esta gente falar da Festa da Flor, pode ficar com a ideia de que tudo começou com o governo ''renovadinho''.

Qual Jardim, qual João Carlos ( quem? quem?? são esses dois, deve pensar o tipo do turismo, mas para esse ainda há a desculpa, pois vivia entre a burguesia que contestava os governos do PSD, chegando ao ponto de ter sempre reservado nas bancas um exemplar do pasquim ''O Garajau''.

Se hoje a Festa da Flor tem a projecção e a dinâmica que se conhece, não é fruto de um trabalho iniciado apenas em abril de 2015.  Os governos de Jardim, investiram na industria das flores produzidas na  Região, no turismo, em infraestruturas, na rede eléctrica, no saneamento básico, na chegada de água potável a todos os lares, na melhoria das acessibilidades e só mentes doentes que pensam que não houve mundo antes de si, podem ter a lata de reescrever aquilo que está à vista de todos.

Deixem-se  de mentiras, respeitem o passado, já que parece evidente haver por esses lados, pouca vontade em assumir a obra feita na nossa terra, ainda por cima pelo partido vos abriu o caminho para o poder!


sexta-feira, 5 de maio de 2017

O ''gilinho'' é mesmo um aldrabão.

Lembremos o seu percurso político. PSD, CDS, PND (com os ''meninos'' Baltazar, Welsh, e outros como o Coelho que foi marionete de um projecto político extinto por incumprimento da lei).

Agora aparece ao lado de uns ditos monárquicos e de uma organização que se diz ligada a reformados.

Tudo indica que vem aí mais um golpe, coisa que deve fazer parte do seu ADN.

E ainda há quem dê palco a este parasita da política que só pensa em si.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A vida infelizmente é feita de ingratidões.

É chocante, mas por vezes o dinheiro sobrepõe-se aos princípios que deviam ser prática na vida das pessoas de bem.

Anda por aí um milionário que cada vez mais se comporta como um ''um homem das arábias''. Um seu próximo um tal que se diz especialista em cervejas (generalidades é sua especialidade) tem todo o ar de ser para além de sócio, mentor e abre portas.

O rico logo após o vinte e cinco de setenta e quatro, recebeu a protecção de Almeida Santos político e advogado de negócios de grande talento, mas também aqui na nossa terra de Jardim que muito lhe deu. Olho vivo o agora sócio que foi vice esteve muito pressente.

Nos dias de hoje o homem do dinheiro virou-se para o actual chefe conhecido amante de rosas e é ver à frente dos negócios o Amado para todas as ocasiões, em tempos braço direito de Sócrates (parceiro do hoteleiro em corridas matinais por esse mundo).

O nosso Amado especialista em nada fazer a não ser render o peixe após a sua passagem pelo Palácio das Necessidades nos tempos de Sócrates (chegou professor do ensino secundário, foi deputado cá e lá e andou pelo Tribunal de Contas) diz-se que agora está a dar uma ajuda na abertura da Ásia, ao próspero grupo do antigo emigrante, alguém  que agora se marimba para quem o ajudou a ser alguém.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Há um velho ditado popular que esta gente devia ter sempre presente, mas infelizmente sobretudo para os que aqui vivem, tal não acontece.

Essa máxima diz muito explicitamente:

''Quem muito de agacha o cu lhe aparece''.

Infelizmente, agora como há muito não víamos, esta é a imagem do dia a dia na nossa terra.

Foi muito dura a luta contra um certo colonialismo português. Os madeirenses lutaram contra um sistema aberrante sustentado por uma Constituição colada aos interesses ao regime instalado no Terreiro do Paço (há muitos adeptos e praticantes do servilismo a Lisboa que não gostam que se lembre).

Os madeirenses (os que não se vendem e não se conformam) deram a cara durante anos e anos por uma Constituição que desse poderes de facto aos nossos orgãos de governo próprio e aos eleitos pelo povo da Madeira. Deram-nos um Estatuto com limitações mas mesmo assim houve quem continuasse  a lutar todos os dias, por uma verdadeira autonomia

Foi assim até ao dia em que uns medíocres se instalaram no nosso governo e se agacharam todos os ''santos dias'' aos incompetentes que tomaram o poder na antiga capital do império .

Veja-se o caso de uns testes com uns helicópteros para ver se estes servem para combater incêndios na ilha da Madeira (loucura cuja inviabilidade está mais do que provada).

É também um triste exemplo que convém recordar, a forma como o homem a que foi entregue a pasta das nossas Finanças se comporta perante o governo da geringonça (parece mais um manga de alpaca ao serviço daquela gente). Não está ali um verdadeiro secretário regional!

É triste constatar que mais dia menos dia é nomeado por Lisboa um novo governador e constituído um executivo à imagem da velha Junta Geral.

É preciso lançar o alerta ao nosso Povo!

Acordai madeireiresnse e porto-santenses.

Pela liberdade e autonomia da nossa terra, é preciso lutar e combater as falsas promessas desta gente.

terça-feira, 2 de maio de 2017

A Praça do Povo era uma péssima ideia, a sua construção devia ser combatida, era uma aberração dos governos de Jardim, mas afinal que o vemos agora são eles todos felizes, utilizando o espaço para todo o tipo de eventos e festas.

Festas pisando calhaus tropeçando em ratazanas e lixo isso é que não pode ser. Os seus pés ''imaculados'' e sapatos de boa marca não podem submeter-se a tamanha provação.

Pobres de espírito estes entes... mas enfim como diz a velha máxima só os burros é que não mudam de ideias!

O chefe, o ''sem malícia'', então ainda a sonhar com voos mais altos, foram na conversa do Costa Neves, do Raimundo sabe tudo, também conhecido pelas suas ''raimundadas'' cheias de vaidade e pouca sabedoria, a que se juntaram os Welsh,o ricaço e aldrabão ''gilinho'', o ''tó pó'' a madame Matos e o seu companheiro agitador, o Baltazar (lembrado-nos do cordão humano verdadeira cena de circo com eles de braço dado nos calhaus junto ao cais da cidade), todos militaram contra a obra que agora sem decoro e vergonha frequentam.

A obra foi defendida (apesar as campanhas desta gente) construída e baptizada pelo governo presidido por Jardim como Praça do Povo.

O antigo presidente do Governo Regional deve estar a rir a bom rir de toda esta farsa.

 


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Há coisas que valem zero e nada acrescentam ao desenvolvimento da nossa economia, mas que continuam na agenda dos fretes dos agentes/escribas pagos no diário dirigido pelo ''bafos da Escócia'', comandado pelo ''vais com selo'' e restante camarilha onde se destaca um tal camacheiro em tempos dedicado a cem por cento ao célebre esquema das pirâmides que desgraçaram muita gente na Venezuela.

Na folha inglesa esta rapaziada  deixa o doente ''tó pó'' vomitar todos os domingos os seus ódios (quem sabe se ainda temperados com aguardente e vinho seco subsidiados com dinheiros do governo).

Ora o ''nosso camacheiro'' canta louvas à solução para os portos esquecendo-se ou fazendo-se esquecido, sobre o facto de um certo ''sem malícia'' hoje no governo, para além de avençado dos Sousas, ter sido um dos estrategos da vergonha que hoje explora escandalosamente de forma directa e indirecta toda a nossa população.

A chamada venda do JM só serve para dar força a uns amigos da Ribeira Brava e da Calheta e aos conhecidos ''compadres'' de Caracas.

E lá vão 600 mil...

A já enjoativa estória do ferry é só conversa para entreter (eles já devem ter interiorizado que aquilo não traz benefícios à nossa economia mas continuam a assumir a farsa).

São tretas deste tipo que  provam toda uma teia de interesses e alianças que ignoram os verdadeiros problemas da população da nossa terra.