segunda-feira, 14 de abril de 2025

O embuste que ainda deve milhares ao povo que financiou a sua ida para a América com o objectivo de tirar um curso, cujo canudo ninguém viu (uma excentricidade nunca bem explicada), traiu e hoje, numa demonstração de que era e é um ser pouco recomendável, anda a agitar a bandeira dos chungas da direita do troglodita Ventura.

O seu mais recente delírio é a defesa de uma economia sustentada no setor primário. Fala por falar o fulano incapaz  de entender que na Madeira a agricultura é feita em propriedades de pequena extensão, muitas vezes para auto sustento. A isso chama-se minifúndio idiota. Não é viável a proibição da entrada de produtos do exterior nomeadamente do continente e até da Europa. 

Estes protofascistas  muitas vezes são piores do que os vendedores de banha da cobra da esquerda.


domingo, 13 de abril de 2025

Aldrabices ou o leilão desonesto da demagogia.

A esquerdalha promete sempre muito porque sabe que nunca irá cumprir. Estamos à beira de eleições e o disco é sempre o mesmo, aumentos de salários e borlas a torto e direito. 

O socialismo e os seus apêndices estão a gozar com o povo sobrecarregado com impostos. Votar nesta gente é abrir as portas ao desastre. 

sábado, 12 de abril de 2025

Anda por aí um grupelho todo cagão a envergonhar a Autonomia.

Comemorar os 50 anos da Autonomia com seres deste calibre é insultar quem esteve na linha da frente da luta pela conquista da Autonomia. Eles sabem lá o que foi preciso enfrentar no combate ainda em curso contra o centralismo do retângulo ibérico. A Autonomia é um processo dinâmico que só atingirá a sua plenitude quando for alcançada a chamada autoridade fiscal no território da Região. Segundo o Estatuto Político Administrativo, temos órgãos de governo próprio, mas na prática quem tutela e dirige a política fiscal são funcionários da República. 

É necessário repensar tudo e avançar na luta por uma verdadeira Autonomia. Essa comissão de festas faz-de-conta é um exemplo de perda de Autonomia e das conquistas já alcançadas.


sexta-feira, 11 de abril de 2025

As preocupações dos tontos e da tonta do PS, enfim da seita cafofista para as eleições de maio.

Para os carreiristas socialistas os táxis e os seus problemas intestinos são mais importantes do que o futuro comum da nossa comunidade. Autonomia e disposição para lutar pelo seu aprofundamento enfrentando os vícios do centralismo/colonialismo instalados em Lisboa, continuam fora da agenda dos colaboracionistas  sem emenda.

Esta gente merece ser castigada nas urnas, são inúteis que apenas lutam pelos seus interesses pessoais.




quinta-feira, 10 de abril de 2025

As eleições nacionais de maio devem ser aproveitadas entre nós para discutir o aprofundamento da Autonomia, já que eles por aqueles lados continuam na mesma. O que temos visto são centralistas a falar  para o boneco julgando que as suas opiniões sobre o que se passa fora do seu retângulo ibérico, têm algum eco. Ouvir o inveterado comunista Raimundo forçado a demarcar-se do ditador e criminoso de guerra russo Putin, soa a oportunismo e a falso, como falsas e repetidas à exaustão são as promessas e as ladainhas dos outros candidatos, incluindo o seu oponente do “calendário” dos frente a frente.

Do mal o menos que ganhe o partido (apesar de algumas pessoas) que se encontra mais perto do partido fundador da mossa Autonomia.

quarta-feira, 9 de abril de 2025

Para que servem as eleições de maio? 

Vendo e ouvindo os debates a coisa torna-se difícil de entender. Afinal o que é que os eleitores podem retirar de tudo o que se tem discutido naquelas charadas televisivas?

A decadência retangular é perigosa e por isso devem ser evitadas misturas.

terça-feira, 8 de abril de 2025

 Começaram os debates sobre as eleições de maio nas televisões.

Alguém ouviu falar de assuntos para além do “politiquês” lisboeta que tanto masturba o comentariado que costuma enxamear os ecrãs? Alguém  ouviu os candidatos à falar verdade sobre o que verdadeiramente preocupa o cidadão comum. No caso da nossa terra e em particular sobre as Autonomias, afinal uma das maiores conquistas da nossa democracia, continua a não haver espaço no guião destes miseráveis debates.  

Às vezes apetece questionar a nossa pertença a este desgraçado império perdido sem poder e influência,