Há uma pergunta que se impõe.
Porque razão este ''desgoverno'' não reduz - apenas dez por cento - nas verbas da publicidade política que manda publicar no DN e JM de forma a aumentar os apoios sociais nesta terra?
O problema é que eles preferem continuar a alimentar o ''parasitismo'' que por aí prospera à custa dos dinheiros públicos e garantem ordenados chorudos também nas ditas folhas.
Viva a democracia ''renovadinha''.
sábado, 3 de setembro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Parece que havia muitos interesses por detrás dos contestatários que em tempos se manifestaram contra a obra realizada na Avenida do Mar e que deu origem à bonita Praça do Povo que hoje conhecemos.
Se bem se recordam houve desfile sobre os calhaus ali depositados na sequência da aluvião do 20 de fevereiro.
''Raimundadas'' foi visto por ali em êxtase de mão dada com os Welsh e a insubstituível dona Violante e muitas mais personagens da ''confraria'' da triste figura.
Ora, afinal havia negócio escondido, e por isso eles não queriam que se mexesse em nada.
Será verdade?
Se bem se recordam houve desfile sobre os calhaus ali depositados na sequência da aluvião do 20 de fevereiro.
''Raimundadas'' foi visto por ali em êxtase de mão dada com os Welsh e a insubstituível dona Violante e muitas mais personagens da ''confraria'' da triste figura.
Ora, afinal havia negócio escondido, e por isso eles não queriam que se mexesse em nada.
Será verdade?
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
A coisa é interessante, no pior dos sentidos.
Houve o grande incêndio de má memória, que desceu por aí a baixo destruindo tudo, causando pânico, levando vidas e deixando uma imagem desoladora.
Em plena baixa da cidade, em São Pedro um edifício propriedade do governo, devoluto há dezenas de anos foi atacado e devorado pelas chamas.
A pergunta que se coloca é muito simples, mas terrível!
Como é que um edifício devoluto propriedade da região é consumido - não foi a primeira vez - pelas chamas?
Ai se fosse propriedade de um privado.
Houve o grande incêndio de má memória, que desceu por aí a baixo destruindo tudo, causando pânico, levando vidas e deixando uma imagem desoladora.
Em plena baixa da cidade, em São Pedro um edifício propriedade do governo, devoluto há dezenas de anos foi atacado e devorado pelas chamas.
A pergunta que se coloca é muito simples, mas terrível!
Como é que um edifício devoluto propriedade da região é consumido - não foi a primeira vez - pelas chamas?
Ai se fosse propriedade de um privado.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Dentro daquela organização que nos ''desgoverna'' mesmo ao mais alto nível, continua a dizer-se que o homem das cervejas, só se senta no parlamento porque se comprometeu a preparar e a defender o diploma que visa alargar a todo o território da região o sistema fiscal do centro de negócios da Madeira.
O que se tem visto é muito pouco, ou mesmo nada, mas conhecendo-se a sua faceta de ponta de lança dos interesses ''pestanianos'' e o seu próprio apetite pelas coisas que rendem, não estamos a vê-lo largar o osso e as mordomias da Avenida do Mar, por muito que o chefe queira vê-lo pelas costas.
O certo é que neste verão quente, tem andado desaparecido.
Ou escondeu-se em convívios elitistas?? pois como se sabe para certa gente andar perto do povo é uma maçada.
Ou quem sabe se houve umas ''escapadinhas''?
O que se tem visto é muito pouco, ou mesmo nada, mas conhecendo-se a sua faceta de ponta de lança dos interesses ''pestanianos'' e o seu próprio apetite pelas coisas que rendem, não estamos a vê-lo largar o osso e as mordomias da Avenida do Mar, por muito que o chefe queira vê-lo pelas costas.
O certo é que neste verão quente, tem andado desaparecido.
Ou escondeu-se em convívios elitistas?? pois como se sabe para certa gente andar perto do povo é uma maçada.
Ou quem sabe se houve umas ''escapadinhas''?
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Já que a oposição anda sem nervo e sem iniciativa, que tal investigar esta ''estória''.
Então não é que se consta por aí - em surdina é verdade - que houve uma compra envolvendo uma figura madeirense ligada à hotelaria e à construção.
O negócio foi feito lá pelas terras do Arco de São Jorge e mexeu com rosas.
É verdade que dívidas por aqueles lados era à fartura, mas o curioso é o que se diz - ainda à boca pequena- a propósito de promessas feitas após a concretização do negócio.
Esperem para ver!
Então não é que se consta por aí - em surdina é verdade - que houve uma compra envolvendo uma figura madeirense ligada à hotelaria e à construção.
O negócio foi feito lá pelas terras do Arco de São Jorge e mexeu com rosas.
É verdade que dívidas por aqueles lados era à fartura, mas o curioso é o que se diz - ainda à boca pequena- a propósito de promessas feitas após a concretização do negócio.
Esperem para ver!
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Há um incompetente à frente do PSD/Açores, um típico pato bravo, aliado do desgraçado Coelho, que muito prejudicou os madeirenses e os açoreanos. A amizade entre o ressabiado de Massamá e o novo chefe que desgoverna a Madeira, também é sobejamente conhecida.
Ora esta bisca acaba de dizer que um em cada três açoreanos estão no desemprego.
Então e por cá onde os números apontam para seis jovens em cada dez sem emprego.
Claro que há gente comprada com publicidade no ''diário'' mas por muito que queiram esconder, são as políticas seguidas por contabilistas colocados nas finanças e na economia a que se junta o sonso ''sem malícia'' a criarem uma situação próxima do insustentável, com gente na miséria e á beira da fome.
As mentiras publicadas e as conversas sobre juntas de freguesia, são tretas que não fazem recuperar a economia e o emprego.
Ora esta bisca acaba de dizer que um em cada três açoreanos estão no desemprego.
Então e por cá onde os números apontam para seis jovens em cada dez sem emprego.
Claro que há gente comprada com publicidade no ''diário'' mas por muito que queiram esconder, são as políticas seguidas por contabilistas colocados nas finanças e na economia a que se junta o sonso ''sem malícia'' a criarem uma situação próxima do insustentável, com gente na miséria e á beira da fome.
As mentiras publicadas e as conversas sobre juntas de freguesia, são tretas que não fazem recuperar a economia e o emprego.
domingo, 28 de agosto de 2016
Aquilo pelos lados da folha inglesa há muita incompetência à solta. Será???
Então não é que aquela gente não sabe distinguir um subsídio de uma linha de crédito. Eles falam em linha de crédito para as pessoas e para as empresas que foram afectadas pelos fogos e não de subsídios a fundo perdido.
Ou seja, quem cair na esparrela, de se candidatar, vai ter de pagar o empréstimo, os juros e ainda por cima dar garantias pessoais.
Mais uma aldrabice desta gente é o que é!
Nas florestas, então o descaramento é total. O que existe, são fundos que já estavam previstos. Nada de novo.
A montanha pariu um rato (uma velha máxima que se encaixa aqui na perfeição).
As ratazanas estão todas ao lado do novo poder e dos seus aliados no ''diário''.
Então não é que aquela gente não sabe distinguir um subsídio de uma linha de crédito. Eles falam em linha de crédito para as pessoas e para as empresas que foram afectadas pelos fogos e não de subsídios a fundo perdido.
Ou seja, quem cair na esparrela, de se candidatar, vai ter de pagar o empréstimo, os juros e ainda por cima dar garantias pessoais.
Mais uma aldrabice desta gente é o que é!
Nas florestas, então o descaramento é total. O que existe, são fundos que já estavam previstos. Nada de novo.
A montanha pariu um rato (uma velha máxima que se encaixa aqui na perfeição).
As ratazanas estão todas ao lado do novo poder e dos seus aliados no ''diário''.
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