sexta-feira, 13 de março de 2026

Ainda o SSM aquilo que não é nem nunca pode ser considerado um subsídio, como querem os “Aiatolás” do retângulo…

Os açoreanos estão a mexer-se com o apoio do seu governo autónomo e nós por aqui, nada. É triste quando vemos por cá  nas televisões e nas páginas de jornal um secretário de turno e com muito por explicar e fazer no combate a este ataque nojento ao nosso povo, a exibir-se em  mais um dos seus ridículos números de cagança e propaganda pessoal.

Será que colaboracionismo também é prática fora do socialismo local ? 

quinta-feira, 12 de março de 2026

No leste da Madeira o verde vómito continua a ser o alimento de uns seres paridos pelo socialismo local e mais tarde “fundadores” de uma execrável organização política que sustenta amigos, familiares de amigos e imagine-se escritórios de advogados amigos sediados no retângulo, estes com chorudas avenças.

Agora, através de um senhora nutrida se quiserem inchada de si própria, o verde passou a ter o tom GNR, repressivo. A dita senhora, hoje chefona do pequeno concelho de Santa Cruz, consequência de um calculado amuo, foi ao bolso dos contribuintes da sua área de influência e juntou. uma pipa de massa para comprar uma viatura e oferecê-la aos fardados (uma espécie de Guarda Pretoriana ) que hoje amedrontam, fazem emboscadas e punem os munícipes de Santa Cruz e todos os que lá entram.

Ponham na ordem a ditadora socialista de merda, enquanto é tempo.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Com um socialista em Belém o Sistema tem o futuro garantido.

Está desvendando o rumo do voto (se é que havia dúvidas) das eleições presidenciais. O presidente da Republica António José, não atrapalha, não é afirmativo, politicamente alimenta-se de lugares comuns, é o ser que melhor representa o Portugal que não conta para nada, o Portugal que pede licença para entrar nos lugares onde se tomam as decisões que mexem com o futuro de todos, onde o Sistema é lei

O mundo já conhece António Guterres uma inutilidade colocada pelo socialismo português nas Nações Unidas, prestes a ser dispensado do lugar, os portugueses e as portuguesas ( como agora é moda dizer-se) vão ter de lidar todos os dias com a inércia  endémica do socialista António José, saudoso da sensaboria de um lugar chamado Penamacor 

O Sistema ganhou as Eleições Presidências, ao colocar em Belém um socialista sem mundo.

terça-feira, 10 de março de 2026

 Poucochinho na substância e muito palavroso como seria de esperar. 

Pasagens do discurso do Presidente da República socialista António José Seguro na cerimónia de posse:

“ A coesão e afirmação das autarquias e das autonomias insulares (mas o que é que uma coisa tem a ver como a outra) representaram, um passo decisivo na aproximação das decisões políticas às populações, na valorização dos territórios e na promoção de um desenvolvimento mais participado” 

“ Portugal continua a apresentar desequilíbrios regionais significativos em prejuízo de um interior abandonado e esquecido” Sim, senhor Presidente empossado, mas quem vive nesse chamado interior ao menos não tem têm problemas de continuidade territorial não é vítima de violências de Estado, e não sofre torturas burocráticas para circular no seu país. 

Como deve saber um direito consagrado na Constituição que jurou cumprir mas negado pelos agentes de turno no poder central.

segunda-feira, 9 de março de 2026

As eleições dos Presidentes da República de Portugal por sufrágio universal, direto e secreto começaram há meio século. Agora chega ao cargo  o terceiro político socialista. Se de Mário Soares e de Jorge Sampaio sempre se conheceram, através de textos, livros publicados e inúmeras entrevistas, todo um passado de intervenções políticas, mesmo antes do 25 de Abril, e amores e ódios gerados pelas suas ações e posições públicas quando assumiram cargos já em plena democracia, o mesmo não se pode dizer do homem que agora chega ao cargo. Sim, liderou a organização de juventude do Partido Socialista, foi membro de governos socialistas, e teve uma passagem pela liderança do PS, mas tudo à sua volta foi baço, não houve rasgo nem brilho.

O agora Presidente da República, tem a seu favor a mais expressiva e por isso histórica votação recebida por um candidato a Belém. Entre os seus eleitores houve mais gente distante do socialismo do que militantes ou simpatizantes do PS, hoje a terceira força política de Portugal e que Madeira nunca teve grande expressão,sendo hoje um um grupúsculo desacreditado. Uma conjuntura muito particular contribuiu para o sucesso do novo Presidente, a quem se deseja muita sorte e sucesso no exercício do cargo de Supremo Magistrado da Nação  .

Entre a comunidade madeirense há uma dúvida que persiste. Afinal qual é o pensamento do Presidente   Seguro sobe a Autonomia?

domingo, 8 de março de 2026

 A corja instalada na Câmara de Santa Cruz, devia ter vergonha e acabar com compra de votos, pagamentos pornográficos a advogados e a deixar de se armar em abastada vivendo à custa do povo do concelho.

A “menina” protegida pelo gaulês que vive em Lisboa, anda baralhada e está a revelar uma total incapacidade para as funções que exerce. Gasta um milhão com advogados amigos, não paga a água , mas continua a receber dos consumidores. Quem vive em Santa Cruz, frequentemente abre as torneiras mas não sai água. As Estações de tratamento de águas residuais, libertam um cheiro a merda. A incapacidade do saneamento está pelas costuras. Dizem que falta dinheiro, e querem chular os contribuintes da Região, mas mantêm os programas de festas e a distribuição de subsídios aos amigos.


sábado, 7 de março de 2026

Na próxima segunda-feira dia 9 de março, toma passe o novo Presidente da República, António José Seguro, um político formado na escola socialista, que recebeu um histórico e abrangente apoio do povo português. 

Na Região Autónoma da Madeira, o novo Presidente da República, teve 76387 votos e foi o candidato mais votado. 

Nas vésperas do juramento protocolar na cerimónia de posse, continuamos sem conhecer o pensamento do novo inquilino do Palácio de Belém para país e os madeirenses e os porto-santenses ainda não ouviram uma palavra do Presidente eleito, sobre o futuro das Autonomias Atlânticas portuguesas,  sobretudo nestes tempos de incerteza e angústia que atormentam milhões em todo o mundo.