No dia 2 de abril de 1976 a então chamada Assembleia Constituinte, aprovou a versão mais esquerdista e muito próxima do sistema comunista controlado pelo soviete supremo de Moscovo, da Constituição da República Portuguesa.
A caminho do socialismo, da sociedade sem classes, na verdade a caminho de uma sociedade castradora das liberdades individuais, povo unido à volta do PCP, gritava-se nas ruas. Não fora a luta de muitos e uma ditadura ainda pior do que o regime deposto no golpe militar de 1974, tinha tomado conta de Portugal.
Não acreditamos que o autor da ideia do feriado neste último 2 de abril, aqui na nossa terra, estivesse a pensar na celebração deste período onde muita gente teve de fugir para o estrangeiro, as nacionalizações foram regra e as universidades mesmo sem aulas promoviam passagens administrativas (ai quantos drs foram conseguidos à custa desta anarquia…)
Se a coisa foi pensada para celebrar a grande conquista da nossa Autonomia, revelou pouco cuidado e um fraco conhecimento da história. O rigor dá trabalho e isso não é para qualquer um.