Um blogue para ler e divulgar!
1115899 estiveram connosco partilhando e naturalmente não estando de acordo com tudo o que que aqui foi dito.
Bom ano a todos.
Um blogue para ler e divulgar
Após horas de negociações em casa (literalmente) ouvimos Trump afirmar no seu estilo que a guerra da Rússia contra a Ucrânia pode ter desenvolvimentos positivos no sentido de haver acordos entre as partes, em dias em semanas e até nunca acabar.
Neste quadro o absurdo acontece mais uma vez em Portugal com o Presidente da República a falar na convocação de um Conselho de Estado a 9 de janeiro…entre outros temas para falar da guerra na Ucrânia.
O agendamento de uma reunião do órgão político consultivo do Presidente em plena campanha para a eleição do seu substituto daria para rir se tudo isto não fosse demasiado sério, e sobretudo quando vimos um cidadão envolvido no processo eleitoral em curso com assento no Conselho de Estado apenas porque foi designado pelo PR a “desvalorizar” a reunião de 9 de janeiro dizendo que “são apenas três horas a menos” na campanha.
Tem muita lata este candidato presidencial…
Há uma maioria significativa de pessoas anestesiadas (ainda por cima neste clima festivo) e por isso pouco prevenidas para uma realidade preocupante que está a contaminar a sociedade portuguesa.
Apesar das eleições onde são escolhidos candidatos para a governação nos seus mais variados níveis, o problema é que poucos têm em conta a força de organizações mais ou menos secretas com obediências escondidas e grupos de interesse que nunca vão escrutínio mas que controlam de facto as vidas de cada um.
Mesmo por aqui há sinais deste terrível fenómeno.
Parece que o abastecimento da Madeira esteve em causa devido a um problema informático. Mas, porque razão deixarem a situação atingir o limite estando em causa toda uma comunidade que faz parte de Portugal e tem os mesmos direitos da restante população portuguesa?
Estamos em pleno século XXI não é verdade?
Ora, não estranhem que haja quem se questione sobre o súbito aparecimento de uns salvadores da “pátria” que por sinal são os mesmos que andam a criar problemas aos madeirenses e aos portossantenses não lhes dando um tratamento cidadãos de pleno direito no país mais centralista da Europa.