segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Há demasiada concentração de poder em Lisboa e isso não é bom para o desenvolvimento de Portugal, e por arrasto para quem é esmagado com uma indecente carga fiscal e ainda por cima sem escolha, é obrigado a alimentar um sistema centralista, muitas vezes com vergonhosas recaídas colonialistas. 

O paradoxo é quando no centro do poder se encaixam uns provincianos sem visão que assim que vislumbram os Cristo Rei em Almada, sentem prazer em espezinhar e estabelecer escalas de valor entre as comunidades portuguesas residentes no território nacional, que no fundo continuam a aguentar o barco. Aceitam ser marionetes de interesses de todo tipo, obscuros de clube e até paridários. É claro que já passou o tempo em que eles chegavam à capital com as célebres peúgas brancas e até telefonavam para casa a anunciar a chegada ao cargo de ministro da nação.  

Longe vão os tempos em que a política como uma nobre arte era protagonizada por gente com vontade de ajudar a construir um Portugal melhor em que era ponto de honra tratar  todos os portugueses de forma igual nos direitos, nas oportunidades e nos deveres de cidadania.



domingo, 11 de janeiro de 2026

Apesar de tudo foi possível desenjoar das Eleições Presidenciais deixando as despesas do enfado para os  espertalhões da comunicação social do retângulo (afinal aquilo é um assunto deles). Dos sem vergonha do retângulo adjacente, todos, os do governo e o ainda Chefe Supremo da Nação, já pouco se espera , são colonialistas mas do tipo analfabeto, a maioria saloios deslumbrados com poder instalado na velha Lisboa, onde já compraram as suas assoalhadas. 

Os portugueses da Madeira e dos Açores não contam contam para eles o que até pode ser um bom pretexto para uma boa luta…

Por aqui quase não se dava pela existência de um congresso socialista, pudera, a coisa foi suspensa por falta de quórum.

sábado, 10 de janeiro de 2026

O SSM não é, em bom rigor legal, um subsídio, pelo que não se aplica sequer a lei sobre os subsídios.

É sim uma forma de o Estado fixar preços, mas sem afetar as companhias aéreas. Estão em causa direitos e princípios fundamentais: livre circulação e igualdade entre todos os portugueses, continuidade territorial, subprincípio da necessidade e subprincípio da necessidade em sentido estrito.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Há um Montenegro disposto a chatear os povos que sendo por direito portugueses vivem longe de Lisboa e de um lugar chamado Espinho. Depois numa realidade distante há Trump o incomparável Trump que agora diz não ter de respeitar as leis do direito internacional. Mas, Trump é a América a grande potência mundial e isso exige cautela e sobretudo muita sabedoria aos líderes que lidam com os seus devaneios e narcisismos.

Montenegro como já alguém disse é um rural com carreira  política feita na faixa ocidental da Ibéria que ataca e se recusa a cumprir os direitos constitucionais que defendem a pertença a Portugal com plenos direitos de cidadania a quem nasceu em regiões atlânticas longe do território continental português.  A Madeira já enfrentou o teimoso Salazar pagou a afronta com a vingança do velho ditador, mas não deixou de trocar os fusíveis ao homem de Santa Comba Dão. Ora, não será um Montenegro de passagem e em viagens permanentes entre Espinho e Lisboa,  sempre com retorno garantido a levar avante a ousadia de se meter connosco. 


quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Alguém se lembra de alguma visita do ministro das Finanças à Madeira? Veio, não veio,  tanto faz. Não é que tenha direito a qualquer subsídio de mobilidade, não é esse o problema, a questão é que de vez em quando o ministro Miranda Sarmento, tem uns lapsos nas matérias que dizem respeito aos direitos da Região. O mais recente aconteceu agora com Sarmento a baralhar-se acrescentando mais  porcaria “ sobre a violência de Estado” contra todos os residentes nas Regiões Autónomas. O nosso povo está revoltado e quer ser tratado como manda a Constituição da República. 

Ainda sobre este assunto da mobilidade (que já cansa)  infelizmente para além do irritante comportamento de responsáveis locais, também se exige mais aos eleitos mandados para Lisboa para nos defenderem, e não para se renderem ao “cosmopolitismo” da capital do velho império perdido.

Deixem-se de conversa para marcar a agenda, façam valer o seu peso na maioria pindérica que suporta o governo…sem medos.  Os madeirenses e os portossantenses agradecem.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Assim se vê a força de um governante que segundo o seu chefe foi encarregado de tratar um assunto sensível para toda comunidade madeirense residente na Região - a mobilidade tal como está na letra da Constituição Portuguesa. 

“ Nas últimas semanas em oito momentos diferentes e para várias figuras com competência executiva e legislativa no Estado português, a Secretaria Regional de Turismo Ambiente e Cultura, alertou que a Região se opõe veemente(?) à obrigatoriedade de não dívida  (ao Estado) para efeitos de um subsídio Social”  Foi desta forma que o governante madeirense Eduardo Jesus (tardiamente como agora se viu), diz que se dirigiu a uns tipos incapazes por incompetência, por inveja ou pura maldade colonialista que estão a tratar-nos como se fôssemos portugueses de segunda categoria - nós e os açoreanos.

Os governos portugueses continuam a ser colonialistas, são herdeiros do salazarismo ditatorial, e é pena que por aqui ainda tenhamos em lugares de responsabilidade e alto grau de exigência, gente que se agacha e se deixa “comer” por idiotas insuflados como um tonto que se diz de Cascais para impressionar papalvos, que é apenas um “esquemas” que quer impor às Regiões Autónomas e aos seus residentes “legalismos fascistas” que não são exigidos (e bem) aos portugueses do continente.

Nesta triste história envolvendo envolvendo dois inchados de prosápia, venha o diabo e escolha.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Partido Popular Democrático - PPD.

Uma ideia brilhante que nasceu com a democracia portuguesa e que nestes tempos pode voltar a ser um fator de mobilização para muita gente. O político Francisco Sá Carneiro foi o seu primeiro presidente e se ainda estivesse entre nós não gostaria de ver o seu nome envolvido numa campanha eleitoral onde há gente menor interessada ou envolvida no processo e que ainda por cima dá sinais de não conhecer o pensamento e as ideias do fundador do PPD.