terça-feira, 10 de março de 2026

 Poucochinho na substância e muito palavroso como seria de esperar. 

Pasagens do discurso do Presidente da República socialista António José Seguro na cerimónia de posse:

“ A coesão e afirmação das autarquias e das autonomias insulares (mas o que é que uma coisa tem a ver como a outra) representaram, um passo decisivo na aproximação das decisões políticas às populações, na valorização dos territórios e na promoção de um desenvolvimento mais participado” 

“ Portugal continua a apresentar desequilíbrios regionais significativos em prejuízo de um interior abandonado e esquecido” Sim, senhor Presidente empossado, mas quem vive nesse chamado interior ao menos não tem têm problemas de continuidade territorial não é vítima de violências de Estado, e não sofre torturas burocráticas para circular no seu país. 

Como deve saber um direito consagrado na Constituição que jurou cumprir mas negado pelos agentes de turno no poder central.

segunda-feira, 9 de março de 2026

As eleições dos Presidentes da República de Portugal por sufrágio universal, direto e secreto começaram há meio século. Agora chega ao cargo  o terceiro político socialista. Se de Mário Soares e de Jorge Sampaio sempre se conheceram, através de textos, livros publicados e inúmeras entrevistas, todo um passado de intervenções políticas, mesmo antes do 25 de Abril, e amores e ódios gerados pelas suas ações e posições públicas quando assumiram cargos já em plena democracia, o mesmo não se pode dizer do homem que agora chega ao cargo. Sim, liderou a organização de juventude do Partido Socialista, foi membro de governos socialistas, e teve uma passagem pela liderança do PS, mas tudo à sua volta foi baço, não houve rasgo nem brilho.

O agora Presidente da República, tem a seu favor a mais expressiva e por isso histórica votação recebida por um candidato a Belém. Entre os seus eleitores houve mais gente distante do socialismo do que militantes ou simpatizantes do PS, hoje a terceira força política de Portugal e que Madeira nunca teve grande expressão,sendo hoje um um grupúsculo desacreditado. Uma conjuntura muito particular contribuiu para o sucesso do novo Presidente, a quem se deseja muita sorte e sucesso no exercício do cargo de Supremo Magistrado da Nação  .

Entre a comunidade madeirense há uma dúvida que persiste. Afinal qual é o pensamento do Presidente   Seguro sobe a Autonomia?

domingo, 8 de março de 2026

 A corja instalada na Câmara de Santa Cruz, devia ter vergonha e acabar com compra de votos, pagamentos pornográficos a advogados e a deixar de se armar em abastada vivendo à custa do povo do concelho.

A “menina” protegida pelo gaulês que vive em Lisboa, anda baralhada e está a revelar uma total incapacidade para as funções que exerce. Gasta um milhão com advogados amigos, não paga a água , mas continua a receber dos consumidores. Quem vive em Santa Cruz, frequentemente abre as torneiras mas não sai água. As Estações de tratamento de águas residuais, libertam um cheiro a merda. A incapacidade do saneamento está pelas costuras. Dizem que falta dinheiro, e querem chular os contribuintes da Região, mas mantêm os programas de festas e a distribuição de subsídios aos amigos.


sábado, 7 de março de 2026

Na próxima segunda-feira dia 9 de março, toma passe o novo Presidente da República, António José Seguro, um político formado na escola socialista, que recebeu um histórico e abrangente apoio do povo português. 

Na Região Autónoma da Madeira, o novo Presidente da República, teve 76387 votos e foi o candidato mais votado. 

Nas vésperas do juramento protocolar na cerimónia de posse, continuamos sem conhecer o pensamento do novo inquilino do Palácio de Belém para país e os madeirenses e os porto-santenses ainda não ouviram uma palavra do Presidente eleito, sobre o futuro das Autonomias Atlânticas portuguesas,  sobretudo nestes tempos de incerteza e angústia que atormentam milhões em todo o mundo.

sexta-feira, 6 de março de 2026

Exagerado como é seu timbre o Ventura no seu modo de guinchador da política portuguesa, muito falou em três Salazares. 

Afinal (quem sabe se não acaba em engulho) parece que há apenas um Passos/Salazar. Saído do vão de escada onde esteve recolhido quer o lugar do pobre seminarista carregado de pecados, mas sempre a bater com a mão no peito. A comunicação social retangular começou por se render ao potencial substituto do Ventura, num gesto muito feio para aquele que têm sido o seu ganha pão. Adeus Ventura, agora é preciso promover o Passos/Salazar, gritaram as vozes dos amestrados diretores e editores aos pobres que os aturam nas redações. 

Mas, não  está a ser fácil a tarefa de promover o tal Passos/Salazar. As suas intervenções recentes provam que todo ele é lugares comuns.Vacuidades e falta substância mesmo em tom barítono estão a dececionar as claques.

Este Passos/Salazar rasgou o programa do PPD/PSD, não esqueçam!

quinta-feira, 5 de março de 2026

 Homem ou mulher, como agora se especula, sobre novo inquilino a indicar pelo Presidente da República eleito, para a fortaleza símbolo da ocupação, é alimentar bilhardices. 

A Autonomia não pode continuar agrilhoada por ouvidores nomeados por Lisboa. Se é preciso mudar a lei? Mude-se a lei! Se conseguimos, sem qualquer problema retirar a cerimónia de posse dos nossos governos de São Lourenço, levando-a para a nossa casa da democracia, dando à presidência do ato a um eleito pelo nosso povo…

Esta é uma reforma que deve ser feita. Poupa dinheiro aos contribuintes e liberta-nos de empecilhos. 

quarta-feira, 4 de março de 2026

Espera-se que o Presidente da República eleito tenha a esperteza e o talento para se libertar a indigência inculta que anda a parasitar a sua eleição. 

Bem sabemos que quem toma a decisão de se candidatar seja ao que for, não escolhe os seus eleitores. Não consegue separar antecipadamente os bons e os convictos  dos oportunistas. São os defeitos da política.

Por isso há que dar o benefício da dúvida às escolhas ao Presidente eleito e à forma forma como vai lidar com as louvas do conhecido aldrabão Cafofo o contumaz derrotado e afugenta votos  da nossa praça.