quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Assim se vê a força de um governante que segundo o seu chefe foi encarregado de tratar um assunto sensível para toda comunidade madeirense residente na Região - a mobilidade tal como está na letra da Constituição Portuguesa. 

“ Nas últimas semanas em oito momentos diferentes e para várias figuras com competência executiva e legislativa no Estado português, a Secretaria Regional de Turismo Ambiente e Cultura, alertou que a Região se opõe veemente(?) à obrigatoriedade de não dívida  (ao Estado) para efeitos de um subsídio Social”  Foi desta forma que o governante madeirense Eduardo Jesus (tardiamente como agora se viu), diz que se dirigiu a uns tipos incapazes por incompetência, por inveja ou pura maldade colonialista que estão a tratar-nos como se fôssemos portugueses de segunda categoria - nós e os açoreanos.

Os governos portugueses continuam a ser colonialistas, são herdeiros do salazarismo ditatorial, e é pena que por aqui ainda tenhamos em lugares de responsabilidade e alto grau de exigência, gente que se agacha e se deixa “comer” por idiotas insuflados como um tonto que se diz de Cascais para impressionar papalvos, que é apenas um “esquemas” que quer impor às Regiões Autónomas e aos seus residentes “legalismos fascistas” que não são exigidos (e bem) aos portugueses do continente.

Nesta triste história envolvendo envolvendo dois inchados de prosápia, venha o diabo e escolha.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Partido Popular Democrático - PPD.

Uma ideia brilhante que nasceu com a democracia portuguesa e que nestes tempos pode voltar a ser um fator de mobilização para muita gente. O político Francisco Sá Carneiro foi o seu primeiro presidente e se ainda estivesse entre nós não gostaria de ver o seu nome envolvido numa campanha eleitoral onde há gente menor interessada ou envolvida no processo e que ainda por cima dá sinais de não conhecer o pensamento e as ideias do fundador do PPD.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Ainda o direitola Gomes…

Tal como o seu idolatrado Ventura diz amar Portugal,  no caso do Gomes a Madeira será a sua paixão.O problema é que tanto um como o outro só vêm defeitos porcaria e desonestidade naquilo que dizem amar. Diremos que os dois estão a precisar de tratamento à cabeça ou talvez choques como se fazia antigamente.

Mas, voltemos ao Gomes. Diz que quer acabar com os privilégios, logo ele que foi um protegido do sistema a quem foram entregues dinheiros públicos para viver nos Estados Unidos e tirar um curso. Seria um superdotado (venderam bem as capacidades do rapaz). O problema foi que o Gomes regressou à Madeira sem curso reconhecido e mostrou ser um enorme embuste, felizmente desmascarado a tempo. 

Ainda parasitou alguns lugares de nomeação política, mas começou a revelar ressentimentos incuráveis e foi então que roeu a corda virando a sua raiva contra quem o alimentou. Hoje, integra à organização de vadios como ele que passam a vida a vomitar ódio e suspeitas contra toda a gente apesar de acolheram lá dentro o pior da sociedade.Parece que lhe deram carta branca aqui na Região para escrevinhar nas páginas de um velho panfleto fiel depositário dos ressabiados e traidores, mas sempre a lambuzar as mãos no pote dos dinheiros públicos . 

Interessante, não acham?

domingo, 4 de janeiro de 2026

O mundo já estava perigoso e agora ainda mais. 

Apesar do clima de incertezas agravadas com os acontecimentos na Venezuela é preciso ter esperança quanto ao futuro daquele país com fortes laços à nossa terra. Não esqueçamos que foi na Venezuela que durante décadas gerações de madeirenses construíram as suas vidas. O ditador Maduro hoje deposto, preso e à espera de julgamento, era o símbolo símbolo vivo do regime opressor Chavista que muito sofrimento perdas e desgostos provocaram aos nossos conterrâneos e a milhões de venezuelanos que foram obrigados a deixar a sua pátria para fugir à barbárie.

Por isso, o seu fim deve ser celebrado. 

Quanto à operação militar norte-americana, há que dizê-lo, foi uma infração ao direito internacional cujas consequências podem ser nefastas para o mundo tal qual o conhecemos.

sábado, 3 de janeiro de 2026

 “O secretário Eduardo Jesus está a tratar do problema”.

Podia ser a frase do ano. Vem a propósito do escandaloso tratamento que continua a ser dado ao povo da nossa terra quando decide meter-se num avião para exercer o seu direito de plena cidadania como é a circulação sem entraves em todo o território nacional.

Mas, quem é o interlocutor do homem, o “ajudante” a quem foi confiada a resolução do problema? Tal como ele um “ pobre” ajudante de estado do governo lisboeta ( ideia do ajudante foi retirada de uma declaração do então primeiro-ministro Cavaco Silva que certa vez assim que se referir aos secretários de estado).

Perante esta violência de Estado não nos  sai da cabeça a promessa feita de viva voz por um figurão  numa deslocação à Madeira, que lá no alto de um conhecido Chão falou de tempos novos sem mais complicações e infernais idas aos balcões dos correios. Se bem lembramos só faltou lançar as culpas das desconsiderações feitas ao nosso povo em matéria de mobilidade para os malvados socialistas, que há muito deixaram de governar.

Isto não vai com conversas entre ajudantes, subam a parada, a comunidade madeirense residente paga os seus impostos como todos os portugueses e não admite  insinuações e suspeitas  sobre a forma como lida com as suas obrigações para com o Estado. Sim, subam a parada e perguntem-lhes -lhes o que é que eles querem fazer com a Madeira.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Como se sabe o início dos 14 dias para a campanha eleitoral para a eleição do próximo Presidente da República, propriamente dita, está aí. 

Estamos certos que o povo da nossa terra, já tem ideias consolidadas sobre as escolhas a fazer e que terá em conta o eventual aparecimento nesta fase do processo, de um candidato capaz de corrigir a quase ausência de uma mensagem mobilizadora para quem vive longe do centralismo e assistiu a serões televisivos, onde a vaidade patética de uns ditos “explicadores” de pensamentos alheios tudo fez para condicionar a agenda.

Agora é a valer e quem aspira ao lugar de Presidente da República, tem de ser claro e libertar-se das amarras da jornaleira lisboeta e falar para quem vive nas Regiões que dão dimensão e importância estratégica a Portugal. 

Que ninguém se deixe levar pelas manobras tóxicas de doentios e narcisistas que nada fizeram pela nossa terra e pelo bem estar da nossa comunidade e ainda hoje apenas gerem os seus interesses e egoísmos.

É má gente.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Um blogue para ler e divulgar!

1115899 estiveram connosco partilhando e naturalmente não estando de acordo com tudo o que que aqui foi dito. 

Bom ano a todos.