O embargo, a providência cautelar ou a pura sabotagem é o recurso dos sonsos e ressentidos pelo constante insucesso das suas vidas. Ou seja, é coisa gasta e não é novidade.
Agora é a novela do Hospital Nélio Mendonça, como foi no passado com a sacanagem organizada que causou estragos na vida de vários empresários tornados alvo da inveja que chegou a juntar em aliança de facto os extremos da política.
Vem-nos regularmente à memória a ação desencadeada pelos Sousas do partido verde vómito sediado em Santa Cruz, que paralisou a obra de uns apartamentos praticamente finalizados e prontos a entrar no mercado imobiliário. Analisado um recurso do promotor o Supremo considerou que tudo estava legal, mas o mal já estava concretizado com anos de massacre pessoal a todos os níveis a um bom homem que acabou por falecer.
Sentindo-se donos do poder na zona, as figurinhas avançaram sem remorsos e aproveitaram para “entregar” o empreendimento a um jogador que fez uma sociedade com a família de um conhecido figurão que fez fortuna após longa passagem pela política local.