sábado, 10 de janeiro de 2026

O SSM não é, em bom rigor legal, um subsídio, pelo que não se aplica sequer a lei sobre os subsídios.

É sim uma forma de o Estado fixar preços, mas sem afetar as companhias aéreas. Estão em causa direitos e princípios fundamentais: livre circulação e igualdade entre todos os portugueses, continuidade territorial, subprincípio da necessidade e subprincípio da necessidade em sentido estrito.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Há um Montenegro disposto a chatear os povos que sendo por direito portugueses vivem longe de Lisboa e de um lugar chamado Espinho. Depois numa realidade distante há Trump o incomparável Trump que agora diz não ter de respeitar as leis do direito internacional. Mas, Trump é a América a grande potência mundial e isso exige cautela e sobretudo muita sabedoria aos líderes que lidam com os seus devaneios e narcisismos.

Montenegro como já alguém disse é um rural com carreira  política feita na faixa ocidental da Ibéria que ataca e se recusa a cumprir os direitos constitucionais que defendem a pertença a Portugal com plenos direitos de cidadania a quem nasceu em regiões atlânticas longe do território continental português.  A Madeira já enfrentou o teimoso Salazar pagou a afronta com a vingança do velho ditador, mas não deixou de trocar os fusíveis ao homem de Santa Comba Dão. Ora, não será um Montenegro de passagem e em viagens permanentes entre Espinho e Lisboa,  sempre com retorno garantido a levar avante a ousadia de se meter connosco. 


quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Alguém se lembra de alguma visita do ministro das Finanças à Madeira? Veio, não veio,  tanto faz. Não é que tenha direito a qualquer subsídio de mobilidade, não é esse o problema, a questão é que de vez em quando o ministro Miranda Sarmento, tem uns lapsos nas matérias que dizem respeito aos direitos da Região. O mais recente aconteceu agora com Sarmento a baralhar-se acrescentando mais  porcaria “ sobre a violência de Estado” contra todos os residentes nas Regiões Autónomas. O nosso povo está revoltado e quer ser tratado como manda a Constituição da República. 

Ainda sobre este assunto da mobilidade (que já cansa)  infelizmente para além do irritante comportamento de responsáveis locais, também se exige mais aos eleitos mandados para Lisboa para nos defenderem, e não para se renderem ao “cosmopolitismo” da capital do velho império perdido.

Deixem-se de conversa para marcar a agenda, façam valer o seu peso na maioria pindérica que suporta o governo…sem medos.  Os madeirenses e os portossantenses agradecem.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Assim se vê a força de um governante que segundo o seu chefe foi encarregado de tratar um assunto sensível para toda comunidade madeirense residente na Região - a mobilidade tal como está na letra da Constituição Portuguesa. 

“ Nas últimas semanas em oito momentos diferentes e para várias figuras com competência executiva e legislativa no Estado português, a Secretaria Regional de Turismo Ambiente e Cultura, alertou que a Região se opõe veemente(?) à obrigatoriedade de não dívida  (ao Estado) para efeitos de um subsídio Social”  Foi desta forma que o governante madeirense Eduardo Jesus (tardiamente como agora se viu), diz que se dirigiu a uns tipos incapazes por incompetência, por inveja ou pura maldade colonialista que estão a tratar-nos como se fôssemos portugueses de segunda categoria - nós e os açoreanos.

Os governos portugueses continuam a ser colonialistas, são herdeiros do salazarismo ditatorial, e é pena que por aqui ainda tenhamos em lugares de responsabilidade e alto grau de exigência, gente que se agacha e se deixa “comer” por idiotas insuflados como um tonto que se diz de Cascais para impressionar papalvos, que é apenas um “esquemas” que quer impor às Regiões Autónomas e aos seus residentes “legalismos fascistas” que não são exigidos (e bem) aos portugueses do continente.

Nesta triste história envolvendo envolvendo dois inchados de prosápia, venha o diabo e escolha.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Partido Popular Democrático - PPD.

Uma ideia brilhante que nasceu com a democracia portuguesa e que nestes tempos pode voltar a ser um fator de mobilização para muita gente. O político Francisco Sá Carneiro foi o seu primeiro presidente e se ainda estivesse entre nós não gostaria de ver o seu nome envolvido numa campanha eleitoral onde há gente menor interessada ou envolvida no processo e que ainda por cima dá sinais de não conhecer o pensamento e as ideias do fundador do PPD.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Ainda o direitola Gomes…

Tal como o seu idolatrado Ventura diz amar Portugal,  no caso do Gomes a Madeira será a sua paixão.O problema é que tanto um como o outro só vêm defeitos porcaria e desonestidade naquilo que dizem amar. Diremos que os dois estão a precisar de tratamento à cabeça ou talvez choques como se fazia antigamente.

Mas, voltemos ao Gomes. Diz que quer acabar com os privilégios, logo ele que foi um protegido do sistema a quem foram entregues dinheiros públicos para viver nos Estados Unidos e tirar um curso. Seria um superdotado (venderam bem as capacidades do rapaz). O problema foi que o Gomes regressou à Madeira sem curso reconhecido e mostrou ser um enorme embuste, felizmente desmascarado a tempo. 

Ainda parasitou alguns lugares de nomeação política, mas começou a revelar ressentimentos incuráveis e foi então que roeu a corda virando a sua raiva contra quem o alimentou. Hoje, integra à organização de vadios como ele que passam a vida a vomitar ódio e suspeitas contra toda a gente apesar de acolheram lá dentro o pior da sociedade.Parece que lhe deram carta branca aqui na Região para escrevinhar nas páginas de um velho panfleto fiel depositário dos ressabiados e traidores, mas sempre a lambuzar as mãos no pote dos dinheiros públicos . 

Interessante, não acham?

domingo, 4 de janeiro de 2026

O mundo já estava perigoso e agora ainda mais. 

Apesar do clima de incertezas agravadas com os acontecimentos na Venezuela é preciso ter esperança quanto ao futuro daquele país com fortes laços à nossa terra. Não esqueçamos que foi na Venezuela que durante décadas gerações de madeirenses construíram as suas vidas. O ditador Maduro hoje deposto, preso e à espera de julgamento, era o símbolo símbolo vivo do regime opressor Chavista que muito sofrimento perdas e desgostos provocaram aos nossos conterrâneos e a milhões de venezuelanos que foram obrigados a deixar a sua pátria para fugir à barbárie.

Por isso, o seu fim deve ser celebrado. 

Quanto à operação militar norte-americana, há que dizê-lo, foi uma infração ao direito internacional cujas consequências podem ser nefastas para o mundo tal qual o conhecemos.