quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Um presidente eleito que alinha as suas prioridades em função da agenda mediática lisboeta não augura nada de bom.

Já definiu o alinhamento do primeiro Conselho de Estado que vai convocar e sempre alinhado com agenda da dita CS, falou da sequência dos temas que pretende tratar assim que entrar em Belém. As Autonomias Atlânticas que falam português e hasteiam a bandeira de Portugal, não fazem parte de nada, não existem (que se conheça). 

Ao menos espera-se que alguém (que não o emplastro Gouveia, o bicos de pés socialista que fez caminho na política ao lado do fura-vidas. Cafofo) lembre ao senhor Seguro que vai ter de nomear um ouvidor da Presidência da República, para cada uma das duas Regiões Autónomas. Por aqui aconselhamos o eleito a acabar com a aberração. 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

O colaboracionismo da seita socialista local fez estragos, na nossa comunidade, por isso é preciso muita cautela com o idiotismo útil que se mostra disponível para a conversão ao fenómeno da direita analfabeta gerada pelo sistema e que se alimenta do sistema.

A Madeira, a nossa Madeira, não pode ser contaminada pelo palavreado do chefe da extrema direita, que tanto fascina a parvónia retangular. Olhem para os tontos que o seguem. A Autonomia precisa da militância dos bons madeirenses e dos porto-santenses. 

Colaborar com cubanos é traição!





segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Ja há Presidente da República eleito, mas na faladura do vencedor nada, nem uma palavra para os portugueses que vivem à novecentos quilómetros do Palácio de Belém. Neste caso podemos criticar  o vencedor mas também culpar  o emplastro Gouveia que se apoderou do patético lugar de mandatário do candidato vencedor da eleição.

A noite eleitoral, por outro lado, foi marcada pela aldrabice do tipo do sistema que teve a lata de afirmar que tinha o sistema todo contra ele e a ousadia de se colar ao nome de Sá Carneiro. É claro que o fedelho apadrinhado pelo sonso que rasgou o programa do partido fundado por Francisco Sá Carneiro, não sabe do que fala. 

Quanto ao resto ficamos com o nosso mapa mais apresentável.



domingo, 8 de fevereiro de 2026

Chegado o dia da decisão continuamos sem conhecer o pensamento dos candidatos presidenciais sobre as Autonomias Atlânticas, uma das grandes conquistas da democracia portuguesa.

É neste quadro que nos encontramos e por isso não se estranhe o desalento que por aí vai. 

Mesmo assim a ida às Assembleias de Voto não deve ser desperdiçada. 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

O sistema é uma praga que corrói…

O sistema alimenta as tropelias do guinchador Ventura uma invenção de um sonso ressentido com diploma tardio e adulado pelo dinheiro que também orbita à volta do sistema. Sem o sistema estes dois e outros seres, alguns com casa montada por aqui, não eram nada. 

Os guinchos do tal, têm eco na dita comunicação social porque esta também se alimenta do maldito sistema. 

Abaixo o sistema!


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Na primeira volta das presidenciais houve um resultado anómalo na Região e embora não estivessem em causa partidos, o Fiel Castro do candidato conhecido pela estridência ou se quiserem pela guincharia, apressou-se a anunciar a deslocação à Madeira do aldrabão por ele venerado. 

Era para agradecer, disse o sabujo. O que o Fiel Castro não esperava, mas aconteceu e outra coisa não seria de esperar, foi ver-se envolvido em mais uma das milentas mentiras do seu amado Ventura um cubano que tal como todos os outros nados e criados no retângulo detestam a Madeira. 

E agora Fiel Castro a adulação vai continuar? 







quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

O protofascista Gomes beneficiou de um subsídio para tirar um curso de ciências ocultas no estrangeiro, nunca trabalhou, nunca “avergou o serrote” e toda a vida chulou o sistema. Agora a propósito de um relatório de um tribunal europeu sobre agricultura nas Regiões Ultraperiféricas fala de excesso de subsídios e falta de investimento e modernização. 

O Gomes o subsidiado pelo sistema, que recebe o ordenado pago pelos impostos de todos nós, ofende aqueles que aqui vivem e trabalham todos os dias as suas minúsculas parcelas de terreno, onde com muita dificuldade fazem chegar a sua produção apenas ao mercado regional, onde a concorrência do exterior tem  entrada livre, com todo o tipo de produtos agrícolas.

Não há dimensão para entrar no mercado de exportação aldrabão pantomineiro Gomes colado ao sistema.