Assim se vê a força de um governante que segundo o seu chefe foi encarregado de tratar um assunto sensível para toda comunidade madeirense residente na Região - a mobilidade tal como está na letra da Constituição Portuguesa.
“ Nas últimas semanas em oito momentos diferentes e para várias figuras com competência executiva e legislativa no Estado português, a Secretaria Regional de Turismo Ambiente e Cultura, alertou que a Região se opõe veemente(?) à obrigatoriedade de não dívida (ao Estado) para efeitos de um subsídio Social” Foi desta forma que o governante madeirense Eduardo Jesus (tardiamente como agora se viu), diz que se dirigiu a uns tipos incapazes por incompetência, por inveja ou pura maldade colonialista que estão a tratar-nos como se fôssemos portugueses de segunda categoria - nós e os açoreanos.
Os governos portugueses continuam a ser colonialistas, são herdeiros do salazarismo ditatorial, e é pena que por aqui ainda tenhamos em lugares de responsabilidade e alto grau de exigência, gente que se agacha e se deixa “comer” por idiotas insuflados como um tonto que se diz de Cascais para impressionar papalvos, que é apenas um “esquemas” que quer impor às Regiões Autónomas e aos seus residentes “legalismos fascistas” que não são exigidos (e bem) aos portugueses do continente.
Nesta triste história envolvendo envolvendo dois inchados de prosápia, venha o diabo e escolha.