terça-feira, 27 de janeiro de 2026

 O embargo, a providência cautelar ou a pura sabotagem é o recurso dos sonsos e ressentidos pelo constante insucesso das suas vidas. Ou seja, é coisa gasta e não é novidade. 

Agora é a novela do Hospital Nélio Mendonça, como foi no passado com a sacanagem organizada que causou estragos na vida de vários empresários tornados  alvo da inveja que chegou a juntar em aliança de facto os extremos da política. 

Vem-nos regularmente à memória a ação desencadeada pelos Sousas do partido verde vómito sediado em Santa Cruz, que paralisou a obra de uns apartamentos praticamente finalizados e prontos a entrar no mercado imobiliário. Analisado um recurso do promotor  o Supremo considerou que tudo estava legal, mas o mal já estava concretizado com anos de massacre pessoal a todos os níveis a um bom homem que acabou por falecer. 

Sentindo-se donos do poder na zona, as figurinhas avançaram sem remorsos e aproveitaram para “entregar” o empreendimento a um jogador que fez uma sociedade com a família de um conhecido figurão  que fez fortuna após longa passagem pela política local.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 Recorrer a queixas na Procuradoria da República para travar decisões tomadas com legitimidade pelos que receberam o voto democrático para governar, é a arma a que deitam mão os crónicos derrotados. 

Agora, é sobre a necessidade de vender o edifício de um Hospital de tal maneira degradado que se tornou urgente construir um novo de raiz, que faz juntar os inúteis do costume. Lembremos a propósito que a quota parte dos contribuintes da Região para a construção do novo Hospital Central e Universitário anda à volta dos 250 milhões de euros e por isso é preciso ir buscar dinheiro para atenuar um esforço financeiro que atravessa gerações. 

A venda quando for concretizada e prevê-se que em 2030, será em hasta pública, depois de o novo hospital em construção estar a funcionar sem limitações.  Neste quadro quem poderá dizer que no local não irá surgir um projeto de habitação a custos controlados, e se destinados ao mercado do aluguer, igualmente com a obrigação da aplicação de rendas acessíveis. 

Se tal acontecer podemos imaginar a decepção dos manipuladores hipócritas sobretudo das esquerdas da boa vida, órfaos de mais um número, desde que foram desmascarados  quando marcharam sobre os calhaus tentando impedir uma obra da cidade hoje acarinhada por toda a população.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Já aqui foi dito mas voltamos a dizer: 

As eleições presidenciais são uma embrulhada continental e deve ser resolvida lá no retângulo. Como a Madeira continua a ser um alvo a abater pelos donos de turno do governo centralista, deixemo-los entalados no patético leilão de apoios em curso. 

Concentremos as nossas atenções no que verdadeiramente nos interessa e mobilizemos todas as nossas forças na defesa intransigente da Autonomia, a grande conquista do nosso povo que está a ser posta em causa por mais um governo continental. Não embarquemos no discurso dos engonhados do politicamente correto incapazes e sem genica para falar olhos nos olhos com os mesquinhos vindos diretamente da província para o centro do poder colonial em Lisboa. Por aqui há um, o das oito tentativas a querer vender-nos um nona inconsequência…tenha vergonha e retire as consequências da sua inação. 

sábado, 24 de janeiro de 2026

 O execrável Cafofo, a aldrabice ambulante que por aí continua, agora também dá palpites sobre hospitais.

Então na primeira linha do socialismo retangular, António Costa e um tal Medina que chegou a ministro das Finanças,dificultarem ao máximo a construção de um novo hospital na Região, chegando ao ponto de exigirem à Madeira a entrega do atual Hospital Nelio Mendonça, como como garantia para o financiamento do Estado, uma obrigação de lei que o governo nas mãos do socialismo queria ignorar.  

Foi um dos escabrosos atos de chantagem colonialista feitos contra a Madeira. 

A sabotagem da praga socialista foi derrotada, quando por decisão do governo da nossa terra a obra avançou, estando agora muito perto de estar concluída. Um compromisso de milhões movido pela vontade de dar resposta a um antigo anseio da população da Madeira. O Cafofo aldrabão que a companheira do primeiro-damo e ele próprio não conseguem neutralizar, meteu-se a falar sobre o destino a dar à unidade hospitalar que em breve será desativada. 

Saiu um chorrilho de asneiras reveladoras da total incompetência de um dos grandes embustes que ainda sobrevivem na política. 

O Hospital que hoje homenageia um convicto autonomista, Nélio Mendonça, o médico e político que pensou o Serviço Regional de Saúde, foi construído há mais de meio século e deixou ter a operacionalidade necessária para um desempenho eficiente e adaptado às exigências dos dias de hoje. Falar na sua adaptação a lar, para além de ruído feito por um incompetente como o fura-vidas Cafofo, é politiquice rasca e má língua. Os Hospitais do Monte-Marmeleiros, e João de Almada, a par de mais lares e mais assistência domiciliária, são soluções que garantem o futuro de um Serviço de Saude exemplar e que muita inveja faz à cubanagem e aos seus propagandistas locais 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

 Há cada vez mais europeus que olham para os Estados Unidos não como um aliado mas sim como uma ameaça. O Presidente Marcelo honra lhe seja feita, foi o líder europeu que muito cedo teve a coragem de afirmar  sem meias tintas que o homem de Washington deixou de ser confiável. 

Respeitando as distâncias, é natural que hoje em dia uma significativa parte dos madeirenses e porto-santenses vejam Lisboa como um centro de poder hostil e pouco interessado na preservação de uma boa relação institucional com os nossos órgãos de governo próprio e com a comunidade madeirense residente na Região. Pelo contrário há sinais de puro colonialismo e desprezo mesquinho.

Para falar apenas neste século, encontramos várias episódios de conflitos, provocações e desconsiderações em relação à Região envolvendo governantes e políticos de diferentes quadrantes. Se fizermos uma lista acreditem que a balança pende para o lado que em princípio seria o menos provável. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Portugal que se saiba é um Estado de Direito e Democrático e as relações com os seus cidadãos  têm leis próprias e a Constituição da República garante um tratamento igual para todos os cidadãos de pleno direito. 

Não pode haver cidadãos de primeira e segunda categoria perante a lei. O cumprimento de obrigações fiscais é uma questão que não deve ser suportada pela devassa da vida de cada um, mesmo por um primeiro-ministro de turno. O incumprimento não tem geografia e a máquina do Estado se não está devia estar, preparada para o escrutínio ou fiscalização se quiserem sem recorrer aos vícios da dialética política, Quem anda de carro sem seguro, sabe que corre o risco de ser abordado por um agente da autoridade com competência para agir. Seja onde for, no continente ou nas Regiões Autónomas. A penalização acontece porque o dono do veículo não pagou o seguro, não tem nada a ver com a situação fiscal do infrator. O IUC o imposto de circulação automóvel está também ao dispor  das autoridades sem que haja a necessidade de uma intrusão na vida das pessoas para que se faça a devida fiscalização.

Haver um primeiro-ministro a fazer birra porque o seu governo marimbando-se para a Lei Fundamental e para o Estatuto Político Administrativo da suas Regiões Atlânticas resolveu exigir uma fiscalização pidesca da vida privada de cidadãos livres, apenas porque  vivem longe da alçada do seu poder, mostra que Portugal  é um país que viola  as liberdades individuais. Só um rural deslumbrado pelo poder, como alguém qualificou, não tem a noção da figura triste que acaba de fazer na Assembleia da República.

Espera-se que mais esta violência do centralismo/colonialismo seja tratada  como deve ser, protestando  alto em bom som. O nosso povo está farto de Montenegos armados  em impolutos e das vinganças da cubagem instalada no poder. A Madeira não tem culpa de os Montenegros serem figuras menores a que ninguém passa cartão nos fóruns internacionais.. Digam-lhe que os madeirenses e os portossantenses são pessoas de bem que não vivem de subsídios, lembrem-lhe que que o SSM é ilegalmente considerado um subsídio . Viajar no território nacional sem constrangimentos é um direito de todos os portugueses sem exceção, logo incluindo o primeiro-ministro de turno.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O boçal que é apresentado com vencedor na Madeira é um produto do que resta do pior colonialismo português, logo é inimigo do modelo Autonómico que tem beneficiado os cidadãos madeirenses e portossantenses tendo transformado para melhor as nossas vidas,

O boçal é consequência da vontade e plano de um fulano ressentido que quando passou pelo poder fez das opções tomadas pelo nosso povo e do seu novo modo de vida, um dos alvos a abater através da sabotagem e vergonhosas tentativas diretas de interferência, logo é um amestrado palavroso ao serviço de um projeto político de vingança contra o sucesso da Autonomia. Quem há época foi colaboracionista é hoje vítima. 

Olhando para os números da Região vemos que a soma do conjunto doas votos dos que rejeitaram o boçal é manifestamente maioritária.