sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Há um governo entretido (ou será aflito ?) com as eleições presidenciais do próximo domingo, uma trapalhada que deve ser resolvida por eles, lá no retângulo adjacente. 

Que ninguém esmoreça no combate contra o maldito SSM, que eles pretendem manter em lume brando, porque há eleições. 

É preciso mostrar ao colonialismo lisboeta, que isto não pode ficar assim!


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Ainda o malfadado SSM…

E ele insiste nos oito momentos, os oito momentos em que ele diz que tudo tentou. Pois,  pode ter tentado mas os prejuízos para a vida de toda a população da Região, continuam sem fim à vista, o que prova várias  coisas. Falta de competência, desleixo, pouca sensibilidade para a causa da Autonomia (na verdade neste capítulo não surpreende conhecendo-se o seu percurso e ausência de militância, não apenas partidária mas acima de tudo em defesa da grande causa). Estamos a meio de janeiro, parece que há um prolongamento por mais quinze dias dos efeitos da violência e falta de respeito do Estado português para com os portugueses da Madeira mas também dos Açores. 

No caso da Madeira, tudo porque as célebres oito tentativas entraram pelo cano abaixo. 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

 Quando se reage a pedido…ou mais um ato de puro oportunismo. 

Há um candidato a Presidente da República “ muito amigo da Madeira” onde tem apoios a grande altura  que só agora a 5 dias das eleições, resolveu mandar um recado ao governo que tem feito gato-sapato dos madeirenses e dos porto-santesses, sobre umas alterações (diz ele) que forem feitas no SSM - sim, esta porcaria ignora o direito constitucional  dos habitantes das Regiões Autónomas circularem sem constrangimentos em todo o território português, mas os colonialistas sentados no poder lisboeta, chama-lhe subsídio. 

O “ espertalhão” que um  dia sonhou  ser presidente, considera que as ditas alternativas ao modelo do SSM, “ não são corretas nem aceitáveis, são discriminatórias e injustas”… grande homem, grande amigo do nosso povo, tardou mas acordou.

Só que há um mas, e isso não pode nem deve ser esquecido, nunca! Esta tomada de posição só apareceu depois de alguém com responsabilidades e seu potencial votante, ter classificado o contributo dado até agora pelo candidato “ como medíocre e pouco assertivo, lembrando-lhe que é feio querer estar com Deus e com o Diabo ao mesmo tempo 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Vai  uma ribaldaria nas Eleições para à Presidência da República.

Não percamos tempo e latim com aquilo…é lá com eles. 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Há demasiada concentração de poder em Lisboa e isso não é bom para o desenvolvimento de Portugal, e por arrasto para quem é esmagado com uma indecente carga fiscal e ainda por cima sem escolha, é obrigado a alimentar um sistema centralista, muitas vezes com vergonhosas recaídas colonialistas. 

O paradoxo é quando no centro do poder se encaixam uns provincianos sem visão que assim que vislumbram os Cristo Rei em Almada, sentem prazer em espezinhar e estabelecer escalas de valor entre as comunidades portuguesas residentes no território nacional, que no fundo continuam a aguentar o barco. Aceitam ser marionetes de interesses de todo tipo, obscuros de clube e até paridários. É claro que já passou o tempo em que eles chegavam à capital com as célebres peúgas brancas e até telefonavam para casa a anunciar a chegada ao cargo de ministro da nação.  

Longe vão os tempos em que a política como uma nobre arte era protagonizada por gente com vontade de ajudar a construir um Portugal melhor em que era ponto de honra tratar  todos os portugueses de forma igual nos direitos, nas oportunidades e nos deveres de cidadania.



domingo, 11 de janeiro de 2026

Apesar de tudo foi possível desenjoar das Eleições Presidenciais deixando as despesas do enfado para os  espertalhões da comunicação social do retângulo (afinal aquilo é um assunto deles). Dos sem vergonha do retângulo adjacente, todos, os do governo e o ainda Chefe Supremo da Nação, já pouco se espera , são colonialistas mas do tipo analfabeto, a maioria saloios deslumbrados com poder instalado na velha Lisboa, onde já compraram as suas assoalhadas. 

Os portugueses da Madeira e dos Açores não contam contam para eles o que até pode ser um bom pretexto para uma boa luta…

Por aqui quase não se dava pela existência de um congresso socialista, pudera, a coisa foi suspensa por falta de quórum.

sábado, 10 de janeiro de 2026

O SSM não é, em bom rigor legal, um subsídio, pelo que não se aplica sequer a lei sobre os subsídios.

É sim uma forma de o Estado fixar preços, mas sem afetar as companhias aéreas. Estão em causa direitos e princípios fundamentais: livre circulação e igualdade entre todos os portugueses, continuidade territorial, subprincípio da necessidade e subprincípio da necessidade em sentido estrito.