domingo, 8 de fevereiro de 2026

Chegado o dia da decisão continuamos sem conhecer o pensamento dos candidatos presidenciais sobre as Autonomias Atlânticas, uma das grandes conquistas da democracia portuguesa.

É neste quadro que nos encontramos e por isso não se estranhe o desalento que por aí vai. 

Mesmo assim a ida às Assembleias de Voto não deve ser desperdiçada. 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

O sistema é uma praga que corrói…

O sistema alimenta as tropelias do guinchador Ventura uma invenção de um sonso ressentido com diploma tardio e adulado pelo dinheiro que também orbita à volta do sistema. Sem o sistema estes dois e outros seres, alguns com casa montada por aqui, não eram nada. 

Os guinchos do tal, têm eco na dita comunicação social porque esta também se alimenta do maldito sistema. 

Abaixo o sistema!


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Na primeira volta das presidenciais houve um resultado anómalo na Região e embora não estivessem em causa partidos, o Fiel Castro do candidato conhecido pela estridência ou se quiserem pela guincharia, apressou-se a anunciar a deslocação à Madeira do aldrabão por ele venerado. 

Era para agradecer, disse o sabujo. O que o Fiel Castro não esperava, mas aconteceu e outra coisa não seria de esperar, foi ver-se envolvido em mais uma das milentas mentiras do seu amado Ventura um cubano que tal como todos os outros nados e criados no retângulo detestam a Madeira. 

E agora Fiel Castro a adulação vai continuar? 







quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

O protofascista Gomes beneficiou de um subsídio para tirar um curso de ciências ocultas no estrangeiro, nunca trabalhou, nunca “avergou o serrote” e toda a vida chulou o sistema. Agora a propósito de um relatório de um tribunal europeu sobre agricultura nas Regiões Ultraperiféricas fala de excesso de subsídios e falta de investimento e modernização. 

O Gomes o subsidiado pelo sistema, que recebe o ordenado pago pelos impostos de todos nós, ofende aqueles que aqui vivem e trabalham todos os dias as suas minúsculas parcelas de terreno, onde com muita dificuldade fazem chegar a sua produção apenas ao mercado regional, onde a concorrência do exterior tem  entrada livre, com todo o tipo de produtos agrícolas.

Não há dimensão para entrar no mercado de exportação aldrabão pantomineiro Gomes colado ao sistema.





quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Um governo que explica mal e porcamente e tudo complica. 

Sim, é este o modelo da governação retangular incapaz de tratar do seu estreito “quintal” Por isso não tenhamos ilusões a Madeira nunca estará no radar das prioridades e obrigações de um governo que olha para nós como um fardo. Se nem com as populações do seu litoral exposto à fúria das tempestades vindas do atlântico são solidários…




terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Estas eleições presidenciais são o que são porque sucessivos poderes retangulares falharam.

A aldrabice a manipulação a nojeira que se vê nas chamadas redes, são regra porque deixaram à solta um gajo com evidentes problemas e recalcamentos nunca tratados. É vê-lo em êxtase perante o aplauso de boçais mas também de sonsos engravatados que alimentam em surdina a porcaria. Cartas de apoio forjadas, assinaturas comprovadamente falsas, crimes de abuso de confiança, vale tudo. 

Tudo isto acontece no momento em que há gente no governo retangular a lançar suspeitas de incumprimento das suas obrigações a cidadãos portugueses que vivem longe do grande centro de intriga com resquícios de colonialismo. Andam num rodopio  nas televisões disponíveis para limpar os sinais de incompetência dos impreparados e impreparadas que por lá andam. 

Que fiquem por lá…






segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Portugal um país onde se fala muito e pouco se decide.

As eleições presidenciais tiveram a primeira volta em Janeiro e por força da necessidade de haver uma segunda volta só agora em Fevereiro vamos conhecer o futuro Presidente da República. Para trás ficaram dezenas de debates, entrevistas e fastidiosas reportagens com os candidatos. Foi todo um outono e será quase todo o período de inverno, a ouvir e a ler opiniões de uns tipos na comunicação social, todos eles comprometidos mas com uma lata do camandro apresentados como independentes.

Uma verdadeira injeção, um excesso que não serve o exercício democracia, antes pelo contrário. 

No próximo domingo teremos presidente eleito mas só em Março - a uma semana do início da primavera - é que se realiza a cerimónia de tomada de posse presidencial.

Portugal é de facto um país adiado!