domingo, 1 de fevereiro de 2026

Afinal os três Salazares que o Ventura o abono de família do jornalismo retangular, queria eram do tipo daqueles rapa tachos usados na culinária e que limpam tudo, mas neste caso os tachos eram na política em favor dos seus sabujos.

O aldrabão palavroso deve ter prometido tudo e mais alguma coisa aos desgraçados que foram na sua conversa aceitando a dar a cara pela porcaria Basta/Chega.  Mas como os tachos nunca apareciam começou a debandada geral com inúmeras desfiliações de eleitos nas últimas autárquicas que decidiram passar a independentes, um verdadeiro desfalque e virar de costas ao ditadorzeco. 

Por aqui também se preveem momentos de azedume no seio do Basta/Chega.




sábado, 31 de janeiro de 2026

Basta/Chega o grande embuste à solta no retângulo da vergonha e os sinais de uma guerra local. 

Afinal à organização do Ventura o “gritador mor” do sistema, é mais uma agência de tachos sustentada na podridão, chico espertices e até namoriscos de conveniência. Um vereador do novo/velho fascismo, que foi candidato à presidência da Câmara de Lisboa, mas que acabou vereador, aproveitou-se do cargo para arranjar um tacho para a namorada. O figurão protegido do agora candidato presidencial, também contratou a filha de um “dirigente” do Basta/Chega e uma cabeleireira como assessora. A pouca vergonha já consumada terá sido condição para o voto favorável do Basta/Chega no Orçamento Municipal da capital do Império perdido. 

Por cá corre em surdina a notícia de uma guerra já aberta entre o Castro e o Gomes não apenas pela chefia da porcaria mas também pelo lugar de maior bajulador do facho Ventura.






sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Ainda sobre o erradamente chamado subsídio de mobilidade…

Mostrar indignação é pouco, não há que ter medo de assumir rupturas se tal for necessário. Estamos perante uma violência de Estado promovida por um governo que discrimina os portugueses que vivem na Madeira e nos Açores. 




quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Lembram-se do especialista em usurpações de poder que depois de ser derrotado em eleições autárquicas se transformou em agitador com presença regular na comunicação socais local? 

Colou-se a um dos candidatos ainda na corrida presidencial, atribuindo-se o patético lugar de mandatário. 

Sim, é do socialista envergonhado Gouveia que estamos a falar.  Dando por adquirida a vitória do seu candidato anda numa azáfama para impingir o nome de um socialista local para o tal cargo de ouvidor da desacreditada República Portuguesa. 

Tudo nas costas dos madeirenses e dos porto-santenses. 


quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Não foram apenas questões sobre a política internacional e de defesa que estiveram ausentes no malfadado e único debate entre dois candidatos a Presidente da República de Portugal.

Durou mais de uma hora o debate e nem uma única vez -como sempre aconteceu- ouvimos falar sobre as Regiões Atlânticas de Portugal, muito por incompetência dos ditos moderadores do debate, contaminados por uma lógica continental que tudo domina, mas também pelos fracos candidatos em presença. As agendas tanto de uns como de outros estão gastas são mais do que conhecidas e fazem dos chamados debates uma maçada.

Há todo um oceano a separar-nos deste tipo de gente e por isso voltamos a perguntar se vale a pena perder o nosso tempo com eleições sequestradas pela curta visão de uns tipos -e já agora tipas- sem horizontes para além do pequeno mundo de intrigas onde vivem e se pavoneiam

Uma coisa deve preocupar-nos: Há dois candidatos que estão a marimbar-se para as comunidades portuguesas nas Regiões Atlânticas e aquele que ganhar as eleições não vai prescindir de ter em cada uma das Regiões, uma espécie de ouvidor da Presidência da República, mantendo-se assim a aberração política  que faz  de Portugal um país onde o colonialismo/centralismo ainda é imposto a uma parte dos seus cidadãos. 







terça-feira, 27 de janeiro de 2026

 O embargo, a providência cautelar ou a pura sabotagem é o recurso dos sonsos e ressentidos pelo constante insucesso das suas vidas. Ou seja, é coisa gasta e não é novidade. 

Agora é a novela do Hospital Nélio Mendonça, como foi no passado com a sacanagem organizada que causou estragos na vida de vários empresários tornados  alvo da inveja que chegou a juntar em aliança de facto os extremos da política. 

Vem-nos regularmente à memória a ação desencadeada pelos Sousas do partido verde vómito sediado em Santa Cruz, que paralisou a obra de uns apartamentos praticamente finalizados e prontos a entrar no mercado imobiliário. Analisado um recurso do promotor  o Supremo considerou que tudo estava legal, mas o mal já estava concretizado com anos de massacre pessoal a todos os níveis a um bom homem que acabou por falecer. 

Sentindo-se donos do poder na zona, as figurinhas avançaram sem remorsos e aproveitaram para “entregar” o empreendimento a um jogador que fez uma sociedade com a família de um conhecido figurão  que fez fortuna após longa passagem pela política local.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 Recorrer a queixas na Procuradoria da República para travar decisões tomadas com legitimidade pelos que receberam o voto democrático para governar, é a arma a que deitam mão os crónicos derrotados. 

Agora, é sobre a necessidade de vender o edifício de um Hospital de tal maneira degradado que se tornou urgente construir um novo de raiz, que faz juntar os inúteis do costume. Lembremos a propósito que a quota parte dos contribuintes da Região para a construção do novo Hospital Central e Universitário anda à volta dos 250 milhões de euros e por isso é preciso ir buscar dinheiro para atenuar um esforço financeiro que atravessa gerações. 

A venda quando for concretizada e prevê-se que em 2030, será em hasta pública, depois de o novo hospital em construção estar a funcionar sem limitações.  Neste quadro quem poderá dizer que no local não irá surgir um projeto de habitação a custos controlados, e se destinados ao mercado do aluguer, igualmente com a obrigação da aplicação de rendas acessíveis. 

Se tal acontecer podemos imaginar a decepção dos manipuladores hipócritas sobretudo das esquerdas da boa vida, órfaos de mais um número, desde que foram desmascarados  quando marcharam sobre os calhaus tentando impedir uma obra da cidade hoje acarinhada por toda a população.