As eleições dos Presidentes da República de Portugal por sufrágio universal, direto e secreto começaram há meio século. Agora chega ao cargo o terceiro político socialista. Se de Mário Soares e de Jorge Sampaio sempre se conheceram, através de textos, livros publicados e inúmeras entrevistas, todo um passado de intervenções políticas, mesmo antes do 25 de Abril, e amores e ódios gerados pelas suas ações e posições públicas quando assumiram cargos já em plena democracia, o mesmo não se pode dizer do homem que agora chega ao cargo. Sim, liderou a organização de juventude do Partido Socialista, foi membro de governos socialistas, e teve uma passagem pela liderança do PS, mas tudo à sua volta foi baço, não houve rasgo nem brilho.
O agora Presidente da República, tem a seu favor a mais expressiva e por isso histórica votação recebida por um candidato a Belém. Entre os seus eleitores houve mais gente distante do socialismo do que militantes ou simpatizantes do PS, hoje a terceira força política de Portugal e que Madeira nunca teve grande expressão,sendo hoje um um grupúsculo desacreditado. Uma conjuntura muito particular contribuiu para o sucesso do novo Presidente, a quem se deseja muita sorte e sucesso no exercício do cargo de Supremo Magistrado da Nação .
Entre a comunidade madeirense há uma dúvida que persiste. Afinal qual é o pensamento do Presidente Seguro sobe a Autonomia?
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