Mas que diabo de sentido faz agachar-se a um ministro/ajudante de Estado (ainda por cima ligado ao grupo que recentemente insultou povo da Região na Assembleia da República) para tratar de assuntos que fazem parte das competências governativas de um executivo que responde a um órgão de governo próprio como é a nossa Assembleia Legislativa, onde tem maioria e aprovou o seu Programa?
Será que houve lapso ou coisa mal explicada? Esperemos que a segunda hipótese seja a correta.
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