Comemorou-se mais um 25 de Abril.
No modo e no discurso nada de novo, ou os grandes eventos não tivessem por palco a antiga capital do império perdido. Repetiu-se à exaustão a frase de que falta cumprir Abril. Coisa inócua em quase tudo o que representa, mas olhando bem a partir deste lado do Atlântico, até faz algum sentido apropriar-se da ideia, para lembrar aos rostos que alimentam e se alimentam da máquina do centralismo/colonialismo que sim, falta respeitar todos os madeirenses e já agora também os açoreanos tratando-os como cidadãos Portugueses de pleno direito e contribuintes importantes para estabilidade democrática e desenvolvimento do Portugal no século XXI.
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