O Neves agora atracado ao governo do seu homónimo, anda atrapalhado com os esquemas de um negócio pobretanas, mas nem por isso pouco grave, quando está em causa um dito servidor do Estado.
O Neves em causa cheio de prosápia tentou interferir numas importantes eleições na nossa Região, mas acabou desautorizado pela decisão de um juiz de direito. O sua irresponsabilidade causou alarme e milhões aos cofres do Estado, mas vai lá saber-se porquê, tempos depois acabou premiado como um lugar no governo do retângulo.
Não deixa ser curioso que a insistência no benefício da dúvida tenha como parceiros o beirão do PS e o seu homónimo de Espinho, o deslumbrado que faz que manda no governo de lá.
Querem ver que é mais uma questão de irmandade no grande bloco do sistema?
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