quinta-feira, 10 de setembro de 2026

O  Montenegro nascido no Porto e crescido ali perto, em Espinho e o Ventura vindo de Algueirão-Mem Martins, são exemplos de pessoas que já depois dos quarenta, não têm Mundo. O primeiro é como alguém chamou um rural e nunca perdeu os traços, o segundo vindo résvés da zona a que por lá chamam Saloia , no caso de Algueirão-Mem Marins, no concelho de Sintra, é um Típico , discute bola tem lábia ,faz barulho e tem levado à certa os pedantes que infestam a comunicação social em regime de cuidados continuados,  onde escondem a sua incultura e conhecimentos sempre que aparecem ou escrevem. De um país atrasado onde para ser considerada figura respeitável na alta  cultura ( não costura que para isso é preciso uns certos trejeitos) e fonte de sabedoria basta não tomar banho. Mas claro que há o grupo dos bens vestidos  cheirosos e cheirosas mas enjoativos sempre que se expressam.Mas voltemos aos dois primeiros, o Rural e o Típico. Fizeram o seu número na sessão parlamentar mais badalada da semana. Foram oportunistas, aldrabões envergonharam -nos e trataram quem os alimenta no dia a dia como gente parva  e sem qualquer grau de exigência.Nas televisões onde com alinhamentos feitos a pensar num povo que eles se julgam capazes de manipular, já não há o velho “ respeinho” salazarento.Há  felizmente gente com mundo , mais mundo do que os emplastros Montenegro, Ventura e esse é um problema com o qual eles não estão a saber lidar, eles e quem os acompanha. 

Sabem porquê?

Eles preferem nivelar por baixo, querem impor-nos o remedeio como solução A cclasse política portuguesa no ativo, tem Medo do Futuro , não tem m ideias nem programas para enfrentar o que aí vem.  Todos, falsos social-democratas, direitolas, militantes do miserabilíssimo esquerdista, esquerda e direita exóticas  comunismo/fascismo.

Todos, todos os  Governos e Presidentes da República que eles  têm tido por lá, nunca souberam valorizar as Regiões que dão dimensão e valor estratégico a Portugal no mundo global  instável em que vivemos já em pleno século XXI.

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