O mestre do cinismo, o frenético ''líder'' de nome ''pereirinha'' continua a desempenhar o seu papel de delegado do governo de Lisboa e nessa função apareceu ao lado de uma ''pequena'' que se diz secretária de estado.
A risada (não se percebe bem porquê) era muita talvez pela presença do inseparável sócio que em tempos foi como se sabe, agente ao serviço do sinistro KGB soviético. Este como se sabe aproveitou os dinheiros comunitários para construir uma ''herdade''ali para os lados de São Martinho.
Mas, voltando ao encontro entre os três, serviu para a barbaridade de se dizer que os madeirenses vão dar ao governo ''colonial'' 40 por cento das verbas com que são penalizados e perseguidos com multas muitas vezes injustas.
Um susto que eles aplaudem sob o pretexto de assim se contribuir para a melhoria das esquadras, coisa que deve ser competência do estado.
Será que o burocrata do Governo Regional que vive em regime de obediência a Lisboa -agachado talvez seja mais rigoroso - vai deixar esta vergonha passar em claro?
Que tristeza.
Ao ponto a que chegou o PPD da Madeira é de esperar o pior.
Parece que o camacheiro das pirâmides também já dita ordens (intimida a esta gente).
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
terça-feira, 6 de setembro de 2016
O chefe anda eufórico com os números do turismo, mas custa-lhe a engolir que muito do sucesso agora alcançado se deve em grande parte ao trabalho desenvolvido durante anos e anos pelos governos do seu antecessor.
As coisas nesta área também têm beneficiado da conjuntura de instabilidade que se regista no norte de África na Ásia e mais recentemente na Turquia e até em França.
O sector do Turismo madeirense para continuar a ser forte precisa de gerar sete milhões o que equivale a uma ocupação regular na ordem dos setenta por cento - doze por cento do nosso Pib - e se formos aos conexos podemos chegar a uns óptimos vinte por cento do Pib.
Mas continua a haver a parcela restante e pergunta-se como é que vamos crescer com as tontices dos contabilistas e do instalado no quinto andar do Golden?
Estes só têm prejudicado o crescimento da nossa economia e contribuído para o aumento da vergonha do desemprego.
As coisas nesta área também têm beneficiado da conjuntura de instabilidade que se regista no norte de África na Ásia e mais recentemente na Turquia e até em França.
O sector do Turismo madeirense para continuar a ser forte precisa de gerar sete milhões o que equivale a uma ocupação regular na ordem dos setenta por cento - doze por cento do nosso Pib - e se formos aos conexos podemos chegar a uns óptimos vinte por cento do Pib.
Mas continua a haver a parcela restante e pergunta-se como é que vamos crescer com as tontices dos contabilistas e do instalado no quinto andar do Golden?
Estes só têm prejudicado o crescimento da nossa economia e contribuído para o aumento da vergonha do desemprego.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
O convencido a quem deram a pasta do turismo e da economia, anda por aí a se vangloriar com os números da ocupação hoteleira como se os méritos fossem dele e deste ''desgoverno''.
Ele oculta a realidade pois quem deixou obra foram os governos de Jardim responsáveis pela construção de um bom aeroporto na Madeira, pela chegada da luz eléctrica a toda a ilha, pela disponibilidade do saneamento básico em toda a região, pela construção dos portos, pelo investimento nas acessibilidade e pela criação das infraestruturas que possibilitaram que o turismo se expandisse pelas ilhas da Madeira e do Porto Santo.
Agora os turistas que nos visitam têm condições para ir e ficar fora do Funchal, coisa que os tontos como ele - em tempos ávidos consumidores do pasquim Garajau e frequentador de tertúlias anti-PPD - bem combateram.
Agora pavoneia-se e prepara-se parra ir passar férias no Mediterrâneo na Sardenha acompanhado pela esposa com tudo pago pelo dinheiro do povo com mordomias de lorde, como se ali fosse possível ganhar mercado para o nosso turismo.
A vergonha é que ele vai viajar com a dita cuja em classe superior, com direito a cinco estrelas e motorista às ordens, tudo à socapa dos olhares e conhecimento da população que vive um dia a dia sabe Deus como.
O melhor - ou melhor o pior - é que o nosso contabilista arranjou após uns dias de banhos de mar em águas cálidas, boa comida e convívios na ilha dos milionários uma breve estadia na capital do império, antes do do regresso à terrinha.
O povo precisa de saber o que este e muitos presunçosos da era ''renovadinha'' andam a fazer!
Já agora porque carga de água a senhora vai de viagem.
Alguém votou nela?
Ele oculta a realidade pois quem deixou obra foram os governos de Jardim responsáveis pela construção de um bom aeroporto na Madeira, pela chegada da luz eléctrica a toda a ilha, pela disponibilidade do saneamento básico em toda a região, pela construção dos portos, pelo investimento nas acessibilidade e pela criação das infraestruturas que possibilitaram que o turismo se expandisse pelas ilhas da Madeira e do Porto Santo.
Agora os turistas que nos visitam têm condições para ir e ficar fora do Funchal, coisa que os tontos como ele - em tempos ávidos consumidores do pasquim Garajau e frequentador de tertúlias anti-PPD - bem combateram.
Agora pavoneia-se e prepara-se parra ir passar férias no Mediterrâneo na Sardenha acompanhado pela esposa com tudo pago pelo dinheiro do povo com mordomias de lorde, como se ali fosse possível ganhar mercado para o nosso turismo.
A vergonha é que ele vai viajar com a dita cuja em classe superior, com direito a cinco estrelas e motorista às ordens, tudo à socapa dos olhares e conhecimento da população que vive um dia a dia sabe Deus como.
O melhor - ou melhor o pior - é que o nosso contabilista arranjou após uns dias de banhos de mar em águas cálidas, boa comida e convívios na ilha dos milionários uma breve estadia na capital do império, antes do do regresso à terrinha.
O povo precisa de saber o que este e muitos presunçosos da era ''renovadinha'' andam a fazer!
Já agora porque carga de água a senhora vai de viagem.
Alguém votou nela?
domingo, 4 de setembro de 2016
Começa a ter sintomas de problema patológico, a tendência que o tipo tem para se apresentar como um ''salvador da Madeira'' e uma espécie de mandatário do poder de Lisboa.
Não tinha nada, ganhou uns trocos à custa da política e agora feito deputado da dita ''geringonça'', deu-lhe para convocar conferências de imprensa, onde aproveita para derramar veneno, vender prosápia e deturpação.
É o nosso ''pereirinha'' no seu pior, já que melhor nunca consegue ser.
Fala na mentira dos 53 milhões, quando na verdade o que há anda pelos 22 milhões para linhas de crédito, que terão de ser pagas pelas empresas e pelas pessoas obrigados a avalizarem a pagar juros e capital.
30 milhões do Fundo de Coesão já tinham sido ''roubados'' à Madeira no quadro anterior e ele tenta esconder.
1milhão nas verbas da Segurança Social - contribuição de todos os madeirenses - deram zero.
O homem não tem emenda e persiste na aldrabice .
Estamos mesmo perante o caso de um verdadeiro aldrabão à solta.
Não tinha nada, ganhou uns trocos à custa da política e agora feito deputado da dita ''geringonça'', deu-lhe para convocar conferências de imprensa, onde aproveita para derramar veneno, vender prosápia e deturpação.
É o nosso ''pereirinha'' no seu pior, já que melhor nunca consegue ser.
Fala na mentira dos 53 milhões, quando na verdade o que há anda pelos 22 milhões para linhas de crédito, que terão de ser pagas pelas empresas e pelas pessoas obrigados a avalizarem a pagar juros e capital.
30 milhões do Fundo de Coesão já tinham sido ''roubados'' à Madeira no quadro anterior e ele tenta esconder.
1milhão nas verbas da Segurança Social - contribuição de todos os madeirenses - deram zero.
O homem não tem emenda e persiste na aldrabice .
Estamos mesmo perante o caso de um verdadeiro aldrabão à solta.
sábado, 3 de setembro de 2016
Há uma pergunta que se impõe.
Porque razão este ''desgoverno'' não reduz - apenas dez por cento - nas verbas da publicidade política que manda publicar no DN e JM de forma a aumentar os apoios sociais nesta terra?
O problema é que eles preferem continuar a alimentar o ''parasitismo'' que por aí prospera à custa dos dinheiros públicos e garantem ordenados chorudos também nas ditas folhas.
Viva a democracia ''renovadinha''.
Porque razão este ''desgoverno'' não reduz - apenas dez por cento - nas verbas da publicidade política que manda publicar no DN e JM de forma a aumentar os apoios sociais nesta terra?
O problema é que eles preferem continuar a alimentar o ''parasitismo'' que por aí prospera à custa dos dinheiros públicos e garantem ordenados chorudos também nas ditas folhas.
Viva a democracia ''renovadinha''.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Parece que havia muitos interesses por detrás dos contestatários que em tempos se manifestaram contra a obra realizada na Avenida do Mar e que deu origem à bonita Praça do Povo que hoje conhecemos.
Se bem se recordam houve desfile sobre os calhaus ali depositados na sequência da aluvião do 20 de fevereiro.
''Raimundadas'' foi visto por ali em êxtase de mão dada com os Welsh e a insubstituível dona Violante e muitas mais personagens da ''confraria'' da triste figura.
Ora, afinal havia negócio escondido, e por isso eles não queriam que se mexesse em nada.
Será verdade?
Se bem se recordam houve desfile sobre os calhaus ali depositados na sequência da aluvião do 20 de fevereiro.
''Raimundadas'' foi visto por ali em êxtase de mão dada com os Welsh e a insubstituível dona Violante e muitas mais personagens da ''confraria'' da triste figura.
Ora, afinal havia negócio escondido, e por isso eles não queriam que se mexesse em nada.
Será verdade?
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
A coisa é interessante, no pior dos sentidos.
Houve o grande incêndio de má memória, que desceu por aí a baixo destruindo tudo, causando pânico, levando vidas e deixando uma imagem desoladora.
Em plena baixa da cidade, em São Pedro um edifício propriedade do governo, devoluto há dezenas de anos foi atacado e devorado pelas chamas.
A pergunta que se coloca é muito simples, mas terrível!
Como é que um edifício devoluto propriedade da região é consumido - não foi a primeira vez - pelas chamas?
Ai se fosse propriedade de um privado.
Houve o grande incêndio de má memória, que desceu por aí a baixo destruindo tudo, causando pânico, levando vidas e deixando uma imagem desoladora.
Em plena baixa da cidade, em São Pedro um edifício propriedade do governo, devoluto há dezenas de anos foi atacado e devorado pelas chamas.
A pergunta que se coloca é muito simples, mas terrível!
Como é que um edifício devoluto propriedade da região é consumido - não foi a primeira vez - pelas chamas?
Ai se fosse propriedade de um privado.
Subscrever:
Mensagens (Atom)