Só faltava o tal que usa indevidamente um ''dr'', especialista em ''tráfico'' informativo na folha que comanda seguindo as ordens dos ingleses exploradores, vir agora fazer de conta que estava à defesa quando o que pretendia era atacar quem não lhe apara os golpes sujos.
Ele é o mentor de um esquema de trocas ''mafiosas'' tipo pagas uma página de publicidade, um caderno especial e eu dou ordens para que eles digam bem. Não interessa se a publicidade faz sentido ou se os conteúdos dos cadernos, têm utilidade para informar a opinião publica, o que é preciso é contribuir para o enriquecimento de quem já muito tem e muito explorou este pobre povo.
Descarado sem ética e vergonha!
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Os ''comparsas'' do poder cada vez mais dedicados à prática das permutas interesseiras de informação, anunciaram, como se fosse uma coisa de capital importância para o desenvolvimento desta terra, a presença do ''sem malícia'' em representação do desgoverno, numa cerimónia de tiros aos pratos.
Grande evento, grande iniciativa.
O nosso ás estará a ver ali um investimento de grande futuro para a região e quem sabe para ele próprio. Ele que está a meses de receber a bonita soma de 15 mil euros mensais do Parlamento Europeu.
Assim, em vez de se preocupar com a governação em prol do povo, lá ele vai andando divertido a promover o tiro aos pratos.
Grande evento, grande iniciativa.
O nosso ás estará a ver ali um investimento de grande futuro para a região e quem sabe para ele próprio. Ele que está a meses de receber a bonita soma de 15 mil euros mensais do Parlamento Europeu.
Assim, em vez de se preocupar com a governação em prol do povo, lá ele vai andando divertido a promover o tiro aos pratos.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
O PS bateu mesmo no fundo do poço!
Com um secretário geral nascido a novecentos e tal quilómetros da Madeira, oriundo do Tribunal de Contas e rendido à bebida e um presidente sem chama diplomado em cinismo, especialista em falências e notoriamente a viver à custa do partido, tudo o que gira à volta daquilo é um susto.
Agora nem 200 pessoas conseguiram mobilizar para a festa anual do partido.
A única coisa verdadeira lá dita foi que o PSD se encontra dividido carente de liderança e ''infestado'' de incompetentes.
Mas o problema é que perante um cenário destes quem está a perder todos os dias é o povo, sempre o povo.
Com um secretário geral nascido a novecentos e tal quilómetros da Madeira, oriundo do Tribunal de Contas e rendido à bebida e um presidente sem chama diplomado em cinismo, especialista em falências e notoriamente a viver à custa do partido, tudo o que gira à volta daquilo é um susto.
Agora nem 200 pessoas conseguiram mobilizar para a festa anual do partido.
A única coisa verdadeira lá dita foi que o PSD se encontra dividido carente de liderança e ''infestado'' de incompetentes.
Mas o problema é que perante um cenário destes quem está a perder todos os dias é o povo, sempre o povo.
domingo, 11 de setembro de 2016
Está mais do que visto.
Aquela gentinha instalada e ao serviço dos interesses da folha inglesa, não tem mesmo vergonha.
Exercem aquela espécie de ''máfia'' sem qualquer decoro.
Acabam de falar da dívida - em grandes parangonas- do comendador Berardo à Caixa Geral de Depósitos- CGD.
Sim este comprou acções do BCP com um empréstimo da CGD, mas teve de dar garantias.
Foi a má gestão da banca que conduziu à desvalorização das acções ao nível de quase zero e eles os ''mafiosos''acham bem que o comendador tenha de pagar.
Eles lá por aquela casa devem saber que Berardo apenas tem dar a garantia das acções e nada mais. Aliás, como fizeram os ingleses do dito diário, com as casas de luxo do Palheiro Ferreiro que na sequência de falência, voltaram ao BES, hoje Novo Banco e não houve mais dívida nem meia dívida a pagar.
É preciso que o povo abra os olhos e saiba o que este verdadeiro ''polvo'' que já controla o governo as câmaras e até a banca anda a fazer.
E assim os descarados lá vão vivendo e explorando o povo.
Aquela gentinha instalada e ao serviço dos interesses da folha inglesa, não tem mesmo vergonha.
Exercem aquela espécie de ''máfia'' sem qualquer decoro.
Acabam de falar da dívida - em grandes parangonas- do comendador Berardo à Caixa Geral de Depósitos- CGD.
Sim este comprou acções do BCP com um empréstimo da CGD, mas teve de dar garantias.
Foi a má gestão da banca que conduziu à desvalorização das acções ao nível de quase zero e eles os ''mafiosos''acham bem que o comendador tenha de pagar.
Eles lá por aquela casa devem saber que Berardo apenas tem dar a garantia das acções e nada mais. Aliás, como fizeram os ingleses do dito diário, com as casas de luxo do Palheiro Ferreiro que na sequência de falência, voltaram ao BES, hoje Novo Banco e não houve mais dívida nem meia dívida a pagar.
É preciso que o povo abra os olhos e saiba o que este verdadeiro ''polvo'' que já controla o governo as câmaras e até a banca anda a fazer.
E assim os descarados lá vão vivendo e explorando o povo.
sábado, 10 de setembro de 2016
Aquilo por mais que queiram negar tem todo o ar de verdadeira máfia em movimento.
Uma certa figura que se apresenta com um ''dr.'' inexistente, há muito lidera os negócios ingleses dedicados à publicidade e à comunicação publicada (traficada) num jornal diário.
Eles estão a comer tudo e como diz a canção ''não deixam nada''.
Agora em troca de boas notícias receberam de mão beijada o negócio do jogo do raspa.
Como diz o povo é só ''mamar'' sem olhar a meios.
Uma certa figura que se apresenta com um ''dr.'' inexistente, há muito lidera os negócios ingleses dedicados à publicidade e à comunicação publicada (traficada) num jornal diário.
Eles estão a comer tudo e como diz a canção ''não deixam nada''.
Agora em troca de boas notícias receberam de mão beijada o negócio do jogo do raspa.
Como diz o povo é só ''mamar'' sem olhar a meios.
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Esta já tem alguns dias, mas merece ser contada.
O anormal contabilista - o mais baixinho - do triste desgoverno, tentou fazer finca-pé numa questão que tinha a ver com a contratação de enfermeiros fundamentais para o bom funcionamento do hospital.
Foi preciso o chefe dar um murro na mesa para as coisas seguirem o rumo do bom senso, pois estava em jogo a vida de muitos doentes, coisa que o tonto quadrado tem dificuldade em entender.
Depois lá vieram as decisões do plenário do governo, e nosso incompetente contabilista imposto por Lisboa foi obrigado a anunciar aquilo que ele não aprovou, isto enquanto à volta havia muitos sorrisos cínicos.
Que tristeza. O homem está mesmo agarrado.
O anormal contabilista - o mais baixinho - do triste desgoverno, tentou fazer finca-pé numa questão que tinha a ver com a contratação de enfermeiros fundamentais para o bom funcionamento do hospital.
Foi preciso o chefe dar um murro na mesa para as coisas seguirem o rumo do bom senso, pois estava em jogo a vida de muitos doentes, coisa que o tonto quadrado tem dificuldade em entender.
Depois lá vieram as decisões do plenário do governo, e nosso incompetente contabilista imposto por Lisboa foi obrigado a anunciar aquilo que ele não aprovou, isto enquanto à volta havia muitos sorrisos cínicos.
Que tristeza. O homem está mesmo agarrado.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
O que faltava aos madeirenses e porto-santenses, há muito alvo de perseguições em todos os cantos da sua terra, era verem o dinheiro das multas impostas por leis e orientações nacionais, ir direitinho para os cofres do governo da República, como pretendem os agentes do poder colonial que andam por aí.
Então não faz mais sentido aplicar essas verbas na melhoria das nossas estradas e em outras infraestruturas?
O que os agachados estão a fazer chama-se traição ao povo.
Melhorem as esquadras, comprem carros novos, aumentem os ordenados dos polícias, mas usem dinheiro da República e não desta Região historicamente penalizada pelos governos de Lisboa.
Aos poucos estão a vender a nossa Autonomia!
É preciso fazer frente a esta gente!
Então não faz mais sentido aplicar essas verbas na melhoria das nossas estradas e em outras infraestruturas?
O que os agachados estão a fazer chama-se traição ao povo.
Melhorem as esquadras, comprem carros novos, aumentem os ordenados dos polícias, mas usem dinheiro da República e não desta Região historicamente penalizada pelos governos de Lisboa.
Aos poucos estão a vender a nossa Autonomia!
É preciso fazer frente a esta gente!
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