segunda-feira, 13 de abril de 2020


O usurpador da vista para a Igreja do Colégio, aproveitou a época Pascal (mesmo em tempos que exigem recolhimento e algum recato o homem só pensa nas eleições e no tacho que lhe foi parar às mãos por abandono do posto pelo inenarrável que lá estava), e lá veio com o seu choradinho (vejam lá como eu não sou o sonso que andam para a dizer) dirigido aos funchalenses.

Diz ele que "o Funchal na sua história, tem sempre conseguido ultrapassar adversidades".

Bem visto e dito sim senhor.

A adversidade com prioridade máxima para quem vive na cidade capital desta Região, é devolver o homem à Casa da Luz.


  

domingo, 12 de abril de 2020


Há um "Fique em Casa" em vigor, mas parece que vai necessário criar um "Não Atrapalhes Fica Quieto e Cala-te".

Seria dirigido a todas as  inutilidades como o gouveia, o usurpador do Largo  do Colégio e ao sem legitimidade da Avenida do Mar, mas também a uma figura que na vizinhança  Representa.

Pode ser por esta ordem...

O primeiro, anda a mandar palavras de "solidariedade e esperança " que só servem para enervar toda a comunidade funchalense que não o elegeu para porra nenhuma e muito menos para andar a atazanar as pessoas com as suas tontices de Facebook. Este não eleito diz que tem um plano de contingência para as empresas. Cheira a manobra de diversão, porque as sua prioridade é  e continua a ser a sobrevivência do falso "diário matutino independente", afinal do seu principal instrumento de propaganda.

O segundo pelas mesmas razões mas ainda pelo seu exibicionismo pacóvio, nomeadamente o insulto de uns euros que disse que ia "oferecer". Para esta figurinha, a vida, mesmo sem casino, é em um jogo... enfim vícios. Se ao menos o dinheiro lhe saísse do bolso. Oportunista,  apareceu rodeado de arte sacra, mas não põe os pés na igreja (já agora ao menos que cumpra as recomendações das autoridades sanitárias, mantendo o distanciamento quando se exibe nas audiências que apenas servem alimentar a sua vaidade doentia).

O último pelos alertas desnecessários, mas fundamentalmente pelas ameaças sem sentido que em nada ajudam (antes pelo contrário)...e isto é para ser suave com a representação.

 



sábado, 11 de abril de 2020


O fura-vidas, também conhecido como a lagartixa mentirosa, diz que vamos ultrapassar a crise provocada pelo coronavírus, mas ao mesmo tempo acha que não sabemos quando "ver-nos-emos" livres da covid-19"...palavras escritas pelo próprio.

Grande reflexão, esta de um fulano que não vê boi seja do que for, e muito menos de política gestão e economia.

É um enorme bluff  este Cafofo  que hoje é apoiado por gente interesseira como o senhor Pereira que se vendeu para garantir o lugarzinho em São Bento e ao que se diz goza do "privilégio dos telefonemas e refeições" pagas pelo  empresário para "todas as estações" sempre sob o controlo apertado do agente que lhe segue os passos desde os tempos do Largo Colégio. Deve ter vindo destas conversas com o ricaço do "lodo no cais", aquela história dos três eixos de que o tipo falou num artigo inenarrável publicado na folheto, onde hoje o dito homem do dinheiro é maioritário.

Nestes dias de isolamento e algum tédio, ler o escrito do "nosso amigo" candidato a líder  e deputado, é uma boa terapia para quem está carente de dar umas boas gargalhadas. Experimentem e vão ver...

Mas o que é que se pode exigir a um gajo que tirou um curso de geografia de três anos e muito fez sofrer pelas incapacidades demonstradas, os pobres alunos que lhe passaram pelas mãos?    

 

sexta-feira, 10 de abril de 2020


Até parece que a Madeira é habitada por um bando e irresponsáveis, para não dizer selvagens incapazes de viver em sociedade.

O facto do veículo da notícia ser um dos diários mais desmentidos na história do jornalismo, aquilo que veio estampado numa primeira página deve ser encarado como um acto desesperado para estancar as malditas sobras de papel que estão a dar cabo do tino dos tipos.

Os madeirenses estão a dar mostras de civismo, cumprindo ao que se sabe até agora, todas as restrições impostas nestes dias de excepção. As autoridades, nomeadamente as que foram mandatadas para fazer o controlo do espaço público durante a aplicação do Estado de Emergência, estão a desenvolver o seu trabalho de forma pedagógica e não há notícias de incumprimentos graves que tenham justificado o uso da força.

Cidadãos e polícias que antes de mais são cidadãos com responsabilidades acrescidas, fazem parte da mesma comunidade.

Manchetes que apelam à violência policial neste período particularmente difícil da vida de todos nós, só podem ser vistas como consequência de transtornos de derrotados à procura de notícias que os salvem da catástrofe anunciada lá dentro, a qual não tem nada a ver com a pandemia da Covi-19. Mesmo assim, merece escrutínio a declaração que apela a acções implacáveis.  É que os madeirenses já estão fartos de serem tratados como a excepção que deve ser penalizada e vigiada pelos poderes instalados a novecentos quilómetros de distância e seus apêndices aqui colocados.  

A população desta Região Autónoma merece respeito...

Já agora, os madeirenses e os porto-santenses não precisam de amigos da onça.  A "Resolução da propaganda", como resolução que é, não tem força de lei e ao contrário do que dizem certos escribas de Portugal, panfletos do costume e respectivos comparsas, é apenas uma recomendação que pode ou não ser adoptada pelo poder executivo. O sentido do voto contra do PSD, PS, PEV - o PC joga nos dois tabuleiros - as abstenções das restantes oposições e a posição do partido proponente sugerindo a suspensão temporária da Lei das Finanças Regionais é vergonhosa e revela oportunismo. Por isso, no momento em que todos assistimos a "assobiar para o lado" do mais alto magistrado, só nos resta repudiar o comportamento desta "gentinha"que parece continuar a padecer de complexos colonialistas dos tempos da monarquia derrubada e do salazarismo vingativo.

Pela Madeira sempre!            

quinta-feira, 9 de abril de 2020


Se ainda há quem duvide da existência em pleno século XXI de um Portugal colonialista, que veja como votaram na Assembleia da República as forças políticas ali representadas, um projecto de resolução que pedia ao governo (está mais do que visto de Lisboa e arredores) medidas de apoio à economia da Madeira e dos Açores, para fazer face aos efeitos da covid-19.

E acha aquela gente que tem legitimidade para andar a fazer cenas em Bruxelas, quando dentro de casa se comporta de forma execrável, não cumprindo a letra da própria Constituição da República portuguesa.

Solidariedade só com a Espanha?

Esperteza saloia para ganhar protagonismo, de alguém que mandou para aqui conterrâneos para exercerem o papel de agentes sabotadores, que controlam e alimentam um grupo de agachados, a maioria com ligações ao partido colaboracionista...  

 

quarta-feira, 8 de abril de 2020


Uma Sociedade para o Estudo das Aves - ou lá o que é - parece que quer ver os madeirenses e os açorianos - os povos das ilhas como eles gostam de dizer - a fazer a contagem das Mantas e dos Milhafres.

Ora a partir daqui, vai a sugestão de colocar os portugueses da Ibéria a contar gambozinos, em particular uns que costumam frequentar a zona de Belém - ali ao lado da outrora chamada Praça do Império (perdido) e também  São Bento.

Por cá estamos todos bem graças a Deus Nosso Senhor, e já iniciamos o processo de "localização" de uns que aqui arribaram infectados com o maldito vírus. Assim que o aeroporto seja aberto, vamos  devolve-los todos à procedência.

terça-feira, 7 de abril de 2020


O Palácio de São Lourenço, herança de invasores e opressores, apesar de ser hoje, passados séculos património da Madeira, continua a ser um lugar por onde passam as decisões que retiram direitos à população desta Região Autónoma.

Como temos visto nestes tempos de emergência, é partir dali que se têm sido dadas orientações às forças repressivas ao serviço do poder com tiques colonialistas- que infelizmente ainda persiste - para usarem da força contra os madeirenses. Não se viu até agora nada igual no restante território nacional onde também vigora o Estado de Emergência.  

É irónico - mas não deixa de ser triste - que sempre que a nossa população se queixa da forma como o centralismo lisboeta olha para nós, tratando-nos muitas vezes como se fossemos de cidadãos de segunda categoria, não haja a partir dos salões da velha fortaleza erguida durante a ocupação espanhola, palavras de reprovação, solidariedade ou um simples alerta dirigido a Belém, embora isso não desculpe a passividade de quem parece mais preocupado com o calendário eleitoral.

Ao contrário, sempre que vêm ordens de lá, toca a dar prova de vida, elevando a carga repressiva acima dos padrões definidos na lei.

Bem se imagina a pasmaceira que por ali vai, mas como disse o outro...não havia necessidade.