Os manda-chuva do ''diário dos ingleses'' e os cúmplices que eles têm derramados pelo governo e pelas câmaras andam muito muito contentes e a coisa não é para menos.
Em 2015 conseguiram um resultado positivo na actividade da folha baptizada DN.
Pudera, aquilo foi um fartar de publicidade aos mandantes do actual regime, em troca já se sabe de umas lambuzadelas a alguns figurões. Em cadernos (pagos com o dinheiro do povo) encomendados pelas secretarias e direcções regionais atingiu-se um verdadeiro recorde no ano passado.
Assim, se salvaram os ingleses e os seus funcionários, gente a quem sempre faltou uma coisa que se chama qualidade humana e profissional.
domingo, 31 de julho de 2016
sábado, 30 de julho de 2016
Ali para os lados do Jardim da Serra as pessoas estão em polvorosa com actual ''desgoverno''.
Pelo menos foi o que se pôde ler no DN a nova folha do regime, pela ''pena''(assim mesmo à antiga) de um pseudo-jornalista.
As coisas parece que começaram por causa de uma estrada.
Depois foi o presidente da Câmara que tem problemas com os sinos da igreja de Câmara de Lobos, a prometer caminhos agrícolas, e ... nada!
Para agravar tudo, veio o problema das cerejas, e toda a gente se lembrou do tal meio São Vicente, meio Porto Santo, que há um ano prometeu apoios financeiros e técnicos. O resultado está à vista de toda a gente.
Frutos podres, sem qualidade, pouca produção e desespero.
Com esta gente é só teoria e estratégias malucas.
Pelo menos foi o que se pôde ler no DN a nova folha do regime, pela ''pena''(assim mesmo à antiga) de um pseudo-jornalista.
As coisas parece que começaram por causa de uma estrada.
Depois foi o presidente da Câmara que tem problemas com os sinos da igreja de Câmara de Lobos, a prometer caminhos agrícolas, e ... nada!
Para agravar tudo, veio o problema das cerejas, e toda a gente se lembrou do tal meio São Vicente, meio Porto Santo, que há um ano prometeu apoios financeiros e técnicos. O resultado está à vista de toda a gente.
Frutos podres, sem qualidade, pouca produção e desespero.
Com esta gente é só teoria e estratégias malucas.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Há uns tempos ouviu-se da parte de uma certa Miss Batom Laranja que o social poderá tornar-se no terceiro sector da Região.
Numa economia atrofiada e que carece de emprego, de oportunidades e de verdadeiras alternativas, um novo potencial sector é algo que motiva muito interesse entre a população e a indústria.
Um sector que possa imprimir um verdadeiro impulso à economia deverá estar associado a grupos de investimento que desenvolvam actividades com muito afinco e com redundância de mercado que atenue o impacto de uma menor procura pelos produtos ou serviços.
O Social como futuro terceiro sector da Região promete ser algo com repercussões internacionais.
Fontes seguras apuraram que até ao final do ano será lançada uma oferta pública inicial para negociação das acções do PSI20 da primeira empresa Social da Região Autónoma da Madeira (alguns murmurinhos revelaram que existem perspectivas de extensão da negociação ao Dow Jones Nova-Iorquino).
A Miss Batom Laranja já está a preparar-se para entrar no edifício Victória da Avenida da Liberdade para tocar o sino do início das negociações das primeiras acções de uma das grandes empresas do futuro terceiro sector da Região.
Porém, analistas internacionais preveem pouca procura pelas acções devido à fraca confiança existente no mercado provocada pela saída do Reino Unido da União Europeia e à instabilidade existente na Europa devido aos ataques terroristas.
Alguns analistas defendem que os investidores antes de avançarem para a aquisição de acções de empresas do Social da Região Autónoma da Madeira deverão levar em conta o facto de a Miss Batom Laranja estar a investir muito no seu perfilhamento a eventual edil da maior Câmara Municipal da Região.
Ora, uma exposição grande ao percurso político da maior defensora do futuro terceiro sector da Região poderá gerar um ''crash'' na cotação dos títulos, caso não seja eleita para edil da maior Câmara.
O Social como futuro terceiro sector está condenado a um ''crash''. É revelador da falta de ideias e de capacidade em fazer e gerar economia.
Decorre de facto a necessidade de lidar com o sector Social de uma forma digna e inteligente -a continuar assim ''as coisas vão mesmo crash ...ar''.
Numa economia atrofiada e que carece de emprego, de oportunidades e de verdadeiras alternativas, um novo potencial sector é algo que motiva muito interesse entre a população e a indústria.
Um sector que possa imprimir um verdadeiro impulso à economia deverá estar associado a grupos de investimento que desenvolvam actividades com muito afinco e com redundância de mercado que atenue o impacto de uma menor procura pelos produtos ou serviços.
O Social como futuro terceiro sector da Região promete ser algo com repercussões internacionais.
Fontes seguras apuraram que até ao final do ano será lançada uma oferta pública inicial para negociação das acções do PSI20 da primeira empresa Social da Região Autónoma da Madeira (alguns murmurinhos revelaram que existem perspectivas de extensão da negociação ao Dow Jones Nova-Iorquino).
A Miss Batom Laranja já está a preparar-se para entrar no edifício Victória da Avenida da Liberdade para tocar o sino do início das negociações das primeiras acções de uma das grandes empresas do futuro terceiro sector da Região.
Porém, analistas internacionais preveem pouca procura pelas acções devido à fraca confiança existente no mercado provocada pela saída do Reino Unido da União Europeia e à instabilidade existente na Europa devido aos ataques terroristas.
Alguns analistas defendem que os investidores antes de avançarem para a aquisição de acções de empresas do Social da Região Autónoma da Madeira deverão levar em conta o facto de a Miss Batom Laranja estar a investir muito no seu perfilhamento a eventual edil da maior Câmara Municipal da Região.
Ora, uma exposição grande ao percurso político da maior defensora do futuro terceiro sector da Região poderá gerar um ''crash'' na cotação dos títulos, caso não seja eleita para edil da maior Câmara.
O Social como futuro terceiro sector está condenado a um ''crash''. É revelador da falta de ideias e de capacidade em fazer e gerar economia.
Decorre de facto a necessidade de lidar com o sector Social de uma forma digna e inteligente -a continuar assim ''as coisas vão mesmo crash ...ar''.
quinta-feira, 28 de julho de 2016
A falta de responsabilidades perante o povo e a ausência de visão política, leva certas pessoas a fazerem figuras tristes.
Os ''quadrados'' que assim pensam, vivem na obsessão do equilíbrio das contas públicas, colocando-as no patamar do indiscutível, de algo mais importante do que tudo, como se dar emprego a quem o procura, pão aos que passam fome e a execução de acções concretas em favor dos necessitados não fossem também alicerces de uma sociedade justa e equilibrada.
Compreende-se que um ''manga de alpaca'' qualquer, chegue ou não, ao lugar de secretário, coloque as preocupações sociais debaixo do tapete. A culpa de ter ascendido a tal posto não lhe deve ser atribuída, mas sim aos responsáveis pela escolha.
O que está a acontecer é terrível. O PIB baixa, o desemprego e a pobreza aumentam. Há muita gente, muitas famílias, em estado de desespero.
Equilibrem as contas, encontrem soluções, mas lembrem-se que é preciso pensar para além do equilíbrio financeiro e do superávit.
Tenham sempre presente, que um dia aqueles que não têm emprego nem perspectivas de vir a tê-lo podem reagir e então não haverá política que resista.
Deixem a política para os políticos
Os ''quadrados'' que assim pensam, vivem na obsessão do equilíbrio das contas públicas, colocando-as no patamar do indiscutível, de algo mais importante do que tudo, como se dar emprego a quem o procura, pão aos que passam fome e a execução de acções concretas em favor dos necessitados não fossem também alicerces de uma sociedade justa e equilibrada.
Compreende-se que um ''manga de alpaca'' qualquer, chegue ou não, ao lugar de secretário, coloque as preocupações sociais debaixo do tapete. A culpa de ter ascendido a tal posto não lhe deve ser atribuída, mas sim aos responsáveis pela escolha.
O que está a acontecer é terrível. O PIB baixa, o desemprego e a pobreza aumentam. Há muita gente, muitas famílias, em estado de desespero.
Equilibrem as contas, encontrem soluções, mas lembrem-se que é preciso pensar para além do equilíbrio financeiro e do superávit.
Tenham sempre presente, que um dia aqueles que não têm emprego nem perspectivas de vir a tê-lo podem reagir e então não haverá política que resista.
Deixem a política para os políticos
quarta-feira, 27 de julho de 2016
O primeiro debate em mais de 40 anos sobre o estado da região revelou-se fundamental para a Madeira.
Um debate ''quente'' que rivaliza com as temperaturas do dia:
- O governo não sabe se vai optar por alterar a lei eleitoral (promessa eleitoral lograda) ;
- O avião cargueiro anda a planar algures...talvez ainda não encontrou a rota da Madeira...ou quiçá os ventos cruzados do ''feroz'' debate da região não permitiram a aterragem (nova promessa eleitoral ''a planar'') ;
- O ferry anda a percorrer milhas e milhas... sem que ainda tenha encontrado porto de abrigo, ou talvez pelo facto de os armadores aceitarem a exploração da linha mediante compensação da parte do governo (nova promessa eleitoral que a largas milhas distancia-se).
Ouviu-se algo do género ''a Madeira recuperou credibilidade''... Parece anedota, com deputados a passearem desnudos pela Assembleia Regional, que exibem bandeiras que descaracterizam o ambiente solene de certas ocasiões, que não respeitam os tempos de intervenção... Resta-nos procurar no dicionário a palavra credibilidade e rever o seu significado.
Investimento na região que possa credibilizar o governo:
- Obras da lei de meios (foco de emprego pontual associado a obras consignadas pelo anterior governo);
Até a Câmara Municipal presidida pelo sr. Cafofo demonstra mais intentos no modo como procura atenuar os efeitos do parco cenário de investimento que caracteriza a região nos dias de hoje.
Temos um governo situacionista, de debate e tertúlia, como nunca se viu em mais de 40 anos.
Parece corolário o seguinte: ''Estes nunca sairam da campanha para a campanha e a titularidade que lhes encaixa perfeitamente é a Municipal - é preciso mais para ''outras andanças''.
Um debate ''quente'' que rivaliza com as temperaturas do dia:
- O governo não sabe se vai optar por alterar a lei eleitoral (promessa eleitoral lograda) ;
- O avião cargueiro anda a planar algures...talvez ainda não encontrou a rota da Madeira...ou quiçá os ventos cruzados do ''feroz'' debate da região não permitiram a aterragem (nova promessa eleitoral ''a planar'') ;
- O ferry anda a percorrer milhas e milhas... sem que ainda tenha encontrado porto de abrigo, ou talvez pelo facto de os armadores aceitarem a exploração da linha mediante compensação da parte do governo (nova promessa eleitoral que a largas milhas distancia-se).
Ouviu-se algo do género ''a Madeira recuperou credibilidade''... Parece anedota, com deputados a passearem desnudos pela Assembleia Regional, que exibem bandeiras que descaracterizam o ambiente solene de certas ocasiões, que não respeitam os tempos de intervenção... Resta-nos procurar no dicionário a palavra credibilidade e rever o seu significado.
Investimento na região que possa credibilizar o governo:
- Obras da lei de meios (foco de emprego pontual associado a obras consignadas pelo anterior governo);
Até a Câmara Municipal presidida pelo sr. Cafofo demonstra mais intentos no modo como procura atenuar os efeitos do parco cenário de investimento que caracteriza a região nos dias de hoje.
Temos um governo situacionista, de debate e tertúlia, como nunca se viu em mais de 40 anos.
Parece corolário o seguinte: ''Estes nunca sairam da campanha para a campanha e a titularidade que lhes encaixa perfeitamente é a Municipal - é preciso mais para ''outras andanças''.
terça-feira, 26 de julho de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
E eles insistem na provocação ao povo.
Só mesmo gente insensível é capaz de dar palco a alguém que desgraçou este país perseguindo os mais fracos e os cumpridores cá dentro, mas mantendo-se sempre submisso às ordens vindas de fora (sempre com a bandeirinha na lapela...engana papalvos é o que é).
É claro que antes dele, passou pelo poder, a grande desgraça Sócrates, mas isso não justifica tudo o que ele fez, quando o substituiu.
Em quatro anos, levou ao colapso o nosso sistema financeiro, empobreceu porque quis, milhares de portugueses, destruiu por vingança a classe média, levou à insustentabilidade, muitas empresas e ainda tem a lata de se apresentar hoje, como alguém que tinha um projecto para este pobre país. Pobre país que teve a desdita de ter de o suportar em lugar que mexe com as nossas vidas.
O seu discurso feito lá em cima, merece ser esmiuçado. Revela desnorte, falta de vergonha e oportunismo do mais reles.
Estes ''renovadinhos'' subservientes a Lisboa, abriram mais uma vez as portas, ao homem que sufocou os madeirenses e os porto-santenses com impostos. Alguém que nunca nos respeitou.
Um ''espertalhão'' que agora veio ''dar'' apoio à construção do novo hospital e imagine-se ao ferry. Que descaramento!
Ele é o mesmo que chegou ao poder prometendo, não cortar e não aumentar os sacrifícios, porque dizia à boca cheia em voz ''melodiosa'', que estava a par da situação do país.
Depois foi o que se viu! Mentira atrás de mentira.
Quem o topou e o colocou no devido lugar foi a líder Ferreira Leite. Depois todos sabemos o que aconteceu. Ele e os seus capangas sem qualificação tomaram o poder no partido e rasgaram o programa de Sá Carneiro (sim o programa, princípios e valores e a matriz social-democrata pensados por Sá Carneiro para o PPD/PSD, já que outros ao longo dos anos, também se revelaram aquilo que se sabe, em particular o interesseiro Balsemão, que curiosamente continua a apoiar a personagem)
Esta gente acaba de adulterar o espírito de um evento que sempre exaltou os valores da Autonomia da Madeira. A troco de quê?
Não falta muito para o povo e as famílias que continuam a sofrer com o desemprego e as dificuldades diárias e todos aqueles que temem pelo seu futuro e das suas empresas e negócios lhes darem a devida resposta.
As clareiras deste domingo, foram um sinal.
Só mesmo gente insensível é capaz de dar palco a alguém que desgraçou este país perseguindo os mais fracos e os cumpridores cá dentro, mas mantendo-se sempre submisso às ordens vindas de fora (sempre com a bandeirinha na lapela...engana papalvos é o que é).
É claro que antes dele, passou pelo poder, a grande desgraça Sócrates, mas isso não justifica tudo o que ele fez, quando o substituiu.
Em quatro anos, levou ao colapso o nosso sistema financeiro, empobreceu porque quis, milhares de portugueses, destruiu por vingança a classe média, levou à insustentabilidade, muitas empresas e ainda tem a lata de se apresentar hoje, como alguém que tinha um projecto para este pobre país. Pobre país que teve a desdita de ter de o suportar em lugar que mexe com as nossas vidas.
O seu discurso feito lá em cima, merece ser esmiuçado. Revela desnorte, falta de vergonha e oportunismo do mais reles.
Estes ''renovadinhos'' subservientes a Lisboa, abriram mais uma vez as portas, ao homem que sufocou os madeirenses e os porto-santenses com impostos. Alguém que nunca nos respeitou.
Um ''espertalhão'' que agora veio ''dar'' apoio à construção do novo hospital e imagine-se ao ferry. Que descaramento!
Ele é o mesmo que chegou ao poder prometendo, não cortar e não aumentar os sacrifícios, porque dizia à boca cheia em voz ''melodiosa'', que estava a par da situação do país.
Depois foi o que se viu! Mentira atrás de mentira.
Quem o topou e o colocou no devido lugar foi a líder Ferreira Leite. Depois todos sabemos o que aconteceu. Ele e os seus capangas sem qualificação tomaram o poder no partido e rasgaram o programa de Sá Carneiro (sim o programa, princípios e valores e a matriz social-democrata pensados por Sá Carneiro para o PPD/PSD, já que outros ao longo dos anos, também se revelaram aquilo que se sabe, em particular o interesseiro Balsemão, que curiosamente continua a apoiar a personagem)
Esta gente acaba de adulterar o espírito de um evento que sempre exaltou os valores da Autonomia da Madeira. A troco de quê?
Não falta muito para o povo e as famílias que continuam a sofrer com o desemprego e as dificuldades diárias e todos aqueles que temem pelo seu futuro e das suas empresas e negócios lhes darem a devida resposta.
As clareiras deste domingo, foram um sinal.
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