Aliada ao grande capital agora dono de um panfleto local depois de ter uma vida dedicada a combater a denegrir e a promover mobilizações da extrema esquerda nos chamados “anos da brasa” contra quem tentava criar valor e lutava para poder pagar salários a quem trabalhava.
A vida da dita oportunista que queria que a Madeira se tornasse numa ditadura com o modelo de Albânia comunista é romanceada num escrito recente que tenta colocá-la numa espécie de galeria de honra da Autonomia, numa ofensa a quem sempre lutou pela democracia na nossa terra. Mesmo incapaz de dar um ponto numa toalha, a “heroína” do panfleto é apresentada como bordadeira. Sim, tomou conta do sindicato das bordadeiras, onde ficou conhecida pelo veneno em pessoa e nunca cuidou da melhoria da qualidade de vida e direitos das profissionais como era suposto defender. Sim, as bordadeiras da Madeira conquistaram os seus direitos mas foi por intervenção de um partido político da direita. A coitadinha apresentada no panfleto vangloriou-se da conquista, mas não fez nada, o que deixou em herança foi uma crise na indústria dos bordadas quase arruinando a que foi uma das grande imagens da Madeira no Mundo. Felizmente houve privados a cuidar da arte introduzindo modernidade e prestígio. A falsa bordadeira destruiu e a iniciativa privada recuperou.
Hoje a “grande lutadora” da classe operária, é um próspera beneficiária de várias reformas, entre elas uma subvenção política vinda dos anos em que foi deputada no parlamento regional. A meio tempo foi ainda brindada com um farta avença paga pela Camara do Funchal nos anos da vergonha cafofiana.
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