Tinha três anos de idade um “vulto” que persiste em ignorar como tudo começou.
De forma abreviada nós ensinamos: O território que ele hoje adulto feito político de primeira linha governa, pertenceu ao Reino da Galiza que acabava na que é hoje a cidade de Coimbra na Ibéria ocidental. Sim, houve uma luta incansável pela independência de uma divisão administrativa de nível superior conduzida por um cavaleiro templário armado no Reino de Leão e Castela, que se tornou mais tarde no histórico Condado Portucalense .No século XVI em 1418 desembarcaram portugueses na ilha do Porto Santo empurrados por uma súbita tempestade formada na Costa de Africa. Um ano depois em 1419 vá lá saber-se porquê, as caravelas portuguesas fundearam no leste da ilha da Madeira onde muito antes um navegador inglês terá chegado precisamente à mesma baía no leste da ilha. Para assinalar a chegada das forças do Reino de Portugal ao Atlântico, (afinal o princípio do Portugal Ultramarino ) foi iniciada a colonização recrutando os novos donos e habitantes das ilhas principalmente no Minho na fronteira com o antigo Reino da Galiza que ia do norte da península Ibérica até Coimbra. Virá desses tempos o “síndroma” colonizador” dos governantes da pequena faixa ocidental da Ibéria .
Em 1976 no século XX Portugal ganhou a democracia que tornou possível as Autonomias do Atlântico. Na época apenas o PPD hoje PSD foi o único partido que tentou expurgar o texto constitucional inicial de todos os limites artificiais inventados por Lisboa .
O receio pela independência tolda -lhes a cabeça.
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