Borrasca da feia sobre o Sousa que se julgava protegido em Lisboa na AR em São Bento.
A imunidade que o protegia das respostas sobre um passado político censurável, vai ser levantada e o aldrabãozeco vai ter explicar em tribunal uma alegada troca de um carro alugado para seu uso exclusivo sem custos, condição posta pela autarquia a que ele presidia no leste da ilha, para viabilizar um negócio imobiliário junto ao cais do Porto Novo.
Corrupção, má fé e praticamente roubo de uns apartamentos quase prontos pela iniciativa de empresário já falecido que muito sofreu em vida com as sacanices da irmandade JPP. Sócio na negociata um “famoso” ricaço à custa da política
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