quarta-feira, 14 de março de 2018

Só faltava agora o continental que se encontra à frente dos oportunistas do CDS na Madeira, vir   fazer de carpideira em nome dos agricultores.

Por enquanto??? o tipo nesta rábula manhosa com devida cobertura jornalística (aquelas redacções continuam a dar corda a todo o tipo de espantalhos que andam por aí), ainda não recorreu ao boné de latifundiário, como fazia a enguia Portas quando se auto-proclamava defensor da lavoura.

Mas o que é que este entende da poda para vir com mais um chorrilho de asneiras e desafios.

Coitados daqueles que forem na sua conversa. 

Será necessario lembrar o seu passado de empresário falido num projecto que metia frangos o qual foi beneficiado por dinheiros públicos que acabaram a arder? 

Este prosápia é mais um que só existe politicamente para sacar um ordenado no dia vinte de cada mês.

terça-feira, 13 de março de 2018

A lebre amestrada só vê virtudes no ''amado'' secretário-geral e primeiro Costa e acha que todos os madeirenses devem vergar-se (como ele o faz) ao actual governo de Lisboa.

Soltou umas patéticas recriminações numa intervenção pública em que ficou mais uma vez à mostra a sua fraca qualidade (a pose que procura assumir não esconde o básico que ali está) e resolveu falar de saúde, coisa que claramente não domina.

Parece que anda fascinado com o modelo açoreano onde foram suspensas todas as cirurgias e com o caos do continente onde há doentes sem cuidados médicos abandonados nos corredores dos hospitais.

Aqui estão dois terríveis exemplos de políticas de governos socialistas que o tipo quer impingir à população desta região.

Sobre educação, todos sabemos que se alguma coisa não corre bem deve-se à ''importação'' de docentes que para aqui vêm apenas para fazer currículo (a maioria faz parte da ''confraria'' da camaradagem que tem agora este tonto como líder).

Na educação o que nos vale é a qualidade dos professores madeirenses, a organização das nossas escolas e a qualidade das infra-estruturas, a maioria construídas com a nossa Autonomia.

De braço dado com o ''primeiro damo'' e com uma do Jardim do Mar, o amestrado mostrou uma parte dos entes que representam na Assembleia o triste partido que agora tem a pouca sorte de ter este palerma à frente. Foi durante uma fantochada realizada na Avenida do Mar, que imagine-se, teve direito a cobertura mediática.

Para compor o ramalhete de dependentes da política para viver, faltavam as ''sumidades'' jaiminho o vermelho, e o contador de Água de Pena.

Mas que equipa!

Não é preciso um monovolume, cabem num taxi.

   

segunda-feira, 12 de março de 2018

A lebre amestrada andou de novo em romaria.

Tentando não dar muito nas vistas, pela ''esquerda baixa'' seguia o controleiro (à boa maneira soviética) homónimo de um cantor romântico em decadência e agora disfarçado de homem das contas deles (não deixa de ser curioso ser um continental a mexer nos dinheiros da delegação socialista instalada na Madeira).

Mas, em que conta se tem o trafulha, que nem consegue dar conta do recado no concelho que o elegeu presidente (gente bem enganada por aqueles lados com os esquemas e lábia do tipo) para andar a mandar palpites por toda a ilha?

Foi eleito para dirigir o município mais pequeno da Madeira (pouco mais de três mil habitantes com direito a voto e à volta de mil nem às urnas foram ) à custa de muita chafurdice que aliás é a sua imagem de marca. Só mesmo gente da qualidade da dama do Oeste e o seu ''primeiro damo'' e agora também o rebento que se julga dono da ala jovem da camaradagem (já agora quantos totós o seguem?) são capazes de seguir uma criatura do pior.

O tom também neste, é de um servil da pior espécie, rendido a Lisboa, e tal como o do Funchal que quer render o careca, esgrimiu a parvoeira dos 17 milhões dos jogos da Santa Casa transferidos para a Madeira como é de lei, como se os madeirenses fossem uns pedintes e devedores ao primeiro Costa de que é acólito.

Nem no tempo da antiga Junta Geral tivemos gente tão reles e submissa!

domingo, 11 de março de 2018

Há muitos intereses a serem alimentados pelos senhores da situação.

Olhe-se para o que se passa numa faixa do norte da Madeira, para o frenesim que vai por ali.

A menina dos olhos de quem manda parece ficar-se pelo percurso entre o Arco e São Vicente, esquecendo que o norte naquela zona é também São Jorge e Ilha, por exemplo.

Há uma clara tendência para fazer-nos crer que tudo começa no Arco e acaba em São Vicente.

Será do perfume dos roseirais? (ou cumprimento de promessas?)... quem sabe.

Também em São Vicente foi gasto bom dinheiro (milhões ?) em benefício de um político com assento na Assembleia e seus familiares.

É curiosa esta disponibilidade para lançar e fazer obras num concelho onde o partido da situação nem concorreu à Câmara e ainda por cima em função de interesses particulares.

Isto está bonito!

sábado, 10 de março de 2018

A lebre amestrada e o seu protegido mentiroso parece que estão a perder gás, ou no mínimo a levar um grande baile temperado com muito cinismo.

Então não é que o azedo que apearam do poder (espertalhão) resolveu mandar uns recados, e que recados, aos gabarolas incompetentes, apresentando-se como o ''desbloqueador'', o mais capaz (entre a camaradagem é claro) de promover a defesa dos interesses da Madeira em Lisboa.

Ou seja, grande recado enviado àquela malta de submissos.

Ele o escorraçado pelos agentes ao serviço do poder lisboeta (lebre amestrada, careca e menino família especializado em venda de quartos de hotel) personificado no amado primeiro Costa, diz que tem desde sempre um compromisso com os madeirenses. Para bom entendedor...

Curioso, não é ?


sexta-feira, 9 de março de 2018

Ali pelos lados do Palacete do Largo do Colégio continua a haver muito descaramento e leviandade.

Um desatou a escrever banalidades gabando-se de obras e projectos em nome de uma coisa abstrata que ele continua a chamar ''pessoas''.

O outro, o que aspira vir a ocupar o seu lugar,  resolveu armar-se em provocador e fez um reza louvando o seu ''querido'' secretário-geral e primeiro de lá. Este falou em ''engolir em seco'' resguardando-se numa página pessoal onde ataca não um governo ou um dos seus membros, mas toda uma população (é mais do que ''pessaoas'') que sim, está a ser descriminada por um governo da República.

A transferência de 17 milhões dos jogos da Santa Casa de que fala, não desculpam o que o governo do seu amado líder está a fazer aos madeirenses. Não são apenas os milhões que estão a reter, são os juros que nos obrigam a pagar, são os ouvidos moucos que continuam a fazer sobre o escândalo da mobilidade, são as pirraças sobre as verbas para o novo hospital... quer mais exemplos, pedante?

Este submisso que coloca as suas ambições à frente dos direitos de toda uma comunidade, devia ter mais tino.

Quanto ao outro, o registo volta a mostrar a sua pouca substância, a começar no título da coisa onde o homem se interroga...  ''o que tens feito?''

Aquilo é do tipo, eu fiz, eu tenho mais de 3 milhões para obras (o saudoso Raúl Solnado tinha rábula do petróleo no Beato, este deve ter um colchão cheio de notas de mil) quando eu era miúdo os dias tinham outro ritmo, agora tenho mais conhecimentos, eu visitei as zona altas, eu vou reabilitar... enfim, um chorrilho de tontices e muita mentirada.

Este gabarola que se tem em grande conta gastou esta semana um dinheirão em propaganda paga e em notícias  encomendadas... tem cá uma lata!

quinta-feira, 8 de março de 2018

Quais as razões que levaram à mudança  de ideias sobre a a programada obra da estrada de ligação entre Santana e São Jorge?

Parece que decidiram engonhar tirando esta promessa do programa de obras.

Curioso é o facto de ao mesmo tempo terem decidido gastar cinco milhões no túnel entre a Boaventura e o Arco.

Será que esta nova decisão tem a ver com a circulação na zona de uns certos autocarros de turismo com destino a uns alojamentos perfumados com o cheiro a rosas, que agora integram o portefólio de uma grande cadeia hoteleira?

Haverá aqui contrapartidas, cedências, negociações com a participação da inevitável figura do costume, um tal que teima em andar por aí?