segunda-feira, 6 de abril de 2020
O líder do PSD Rui Rio, disse um dia destes uma grande verdade.
Em tempos de incerteza como aqueles que vivemos, "deve haver bom-senso nos bancos". Foi mais longe e claro nas palavras, quando afirmou que "se no próximo exercício a banca apresentar em 2020 e 2021, lucros avultados, esses lucros serão uma vergonha e uma ingratidão para com o povo português".
Que diria Rui Riu se alguém o alertasse para o que se passa nesta região onde há oportunistas que já foram ao pote dos dinheiros públicos, aproveitando-se do chamado regime simplificado do lay-off, chutando os custos para a segurança social? É claro que o recurso existe, está longe de ser perfeito, antes pelo contrário, e poderá ser útil para resolver problemas em muitas empresas, sobretudo as mais frágeis, mas o que estamos ver por aqui é não é notoriamente o caso.
Entretanto, como seria de esperar o dito "independente" precisa de uns anúncios para sobreviver e teme uma nova invasão da sua redacção e por isso evita desenvolver o assunto.
Mesmo assim, na ausência do serviçal mor, o seu substituto timidamente diz na linha dos alertas de Rui Riu que " os bancos não podem retirar dividendos com crise. Ninguém pode, porque é imoral, é ingrato e inaceitável", diz o rapaz. É caso para perguntar-lhe em quem é que ele estava a pensar quando teve o atrevimento?
Às tantas já ouviu uns berros...
domingo, 5 de abril de 2020
Falamos aqui daquelas coisas que o enxame de comentadores nos momentos de crise gostam de dizer (para parecerem seres dotados de grandes conhecimentos) que eram grandes demais para cair e afinal acabaram por colapsar.
Pois, há um negócio sorrateiro nos nossos portos que inflige na população desta terra enormes prejuízos e do qual pouco falam as folhas que diariamente disputam o campeonato das sobras de papel. É da poucas competições que se mantêm activas, nesta crise da Covid-19.
Num dos lados, o assunto foi amordaçado por imposição feita ao serviçal que faz que manda mas obedece qual cordeiro de Deus. É a força do dinheiro que ainda jorra à custa de uma espécie de sequestro feito ao nosso povo, e que salvou o dito "independente" de um grande estrondo.
Em relação ao outro lado da contenda no torneio das sobras, não se pode esperar que dediquem uma linha que seja ao assunto... foram formados na mesma escola e dizem que lá também há rédea curta.
E se o povo da Madeira e a maioria das empresas, entidades e instituições da nossa terra, deixassem de comprar, e neste último caso, fazer publicidade, na folha que tem um novo maioritário, enquanto não for posto termo à vergonha dos custos pornográficos que sufocam todo um povo e a nossa economia?
sábado, 4 de abril de 2020
Há toda a população de uma região deste país a cumprir no combate à praga que atormenta globalmente os povos de todos os continentes, e pelos vistos num excesso de voluntarismo, houve quem tenha resolvido se solidarizar com um pequeno lugar de Portugal, contribuindo para mais um reprovável acto de propaganda política desnecessária nestes tempos ( merece ser escrutinado). Ainda por cima, a ser verdade, a privilegiada foi um dos seres mais incompetentes que hoje se encontram na lista dos eleitos para o poder local.
A senhora Pessegueiro da Ponta do Sol, não tem revelado ao longo do seu mandado talentos especiais para além da sua arrogância e distanciamento das populações do concelho. É alguém que tem "navegado" à vista sem qualquer rasgo de inteligência e que vive na dependência dos conselhos caseiros de um parasita de política, um tal conhecido "primeiro-damo", um execrável apparatchik que anda por aí há demasiados anos.
Pelas bandas socialistas também tem a sua piada, assistir à decadência do controleiro ainda líder parlamentar. Prova disso é a (chegada à frente) disponibilidade manifestada pelo serviçal do financiador para todas as estações, para dar apoio a todas as medidas tomadas do governo no combate aos efeitos da covid-19.
Pudera os tempos são de céu forrado e o "notas de 500 euros aos quilos", sabe que também pode sofrer e bastante se por acaso se fecharem algumas torneiras e obediências, e por isso não quer correr riscos.
Todos já vimos coisas que todos diziam grandes demais para cair, e depois foram quedas com estrondo atrás de quedas...
sexta-feira, 3 de abril de 2020
Já repararam nas escolhas da dita social, impressa, radiodifundida e exibida naqueles cenários deprimentes da televisão que temos?
Há politicamente correcto em excesso e idiotices que visam apenas encher o ego de umas personagens que escrevem para si próprios, ou simplesmente gostam de se ouvir. Alguns têm mesmo um passado triste e se alguma vez chegaram a ser eleitos para alguma coisa ou enriqueceram, foi sempre a reboque. Outra coisa que salta à vista é o amiguismo, as trocas de favores, e pior, as imposições que ferem códigos.
Pluralismo há muito pouco. A maioria pertence ao tipo "mestre em generalidades" e há uns que gostam de se ver nas folhas impressas, outros têm o hábito de falar alto como se isso revelasse a dita opinião abalizada (assim mesmo à moda antiga). O mais certo é que tal se deva à surdez que vem com a idade... quem sabe?
Importante para obter a senha de entrada neste mundo cheio de conluios, é dizer mal, dizer mal, seja do que for.
Consequência da falta de qualidade de quem faz as escolhas ou os convites? Ou haverá mais do que isso?
Seria interessante conhecer as audiências e até onde chegam de certas intervenções.
Da parte do povo uma coisa é certa... não está para aturar caganças
quinta-feira, 2 de abril de 2020
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Embora este espaço não seja propriamente dedicado a publicar notícias, abrimos uma excepção dado o relevo do acontecimento que marca no dia.
Há depuração no tal diário que ainda tem no cabeçalho a presunção de se apresentar como um "matutino independente". Numa operação relâmpago o Director e o Sub-director foram dispensados e imediatamente substituídos. Também o velho administrador foi compulsivamente obrigado a pedir a aposentação.
Dois nomes da televisão vão ocupar os lugares de direcção. Uma jornalista de Machico será a nova directora e o actual número dois da estação da Levada do Cavalo, vai para número dois. Para a administração vai o até agora deputado do PS com ligações ao maioritário.
Num texto demagogo e oportunista, a falsa bordadeira apresenta-se muito penosa com a situação da nossa população idosa - na sua hipocrisia a senhora prefere falar em velhos.
Afinal, será que a "articulista" com "portas abertas" no falso independente, acha mesmo que as decisões que nestes tempos difíceis foram tomadas para proteger-nos todos, e em especial os nossos idosos (a parte potencialmente mais frágil da população) do inimigo covid-19, não são adequadas? Ou será que a senhora conselheira remunerada está apenas preocupada consigo própria e com eventuais medidas de excepção que coloquem em causa o seu posto no Largo do Colégio?
Não lhe bastam as reformas e as subvenções para aguentar o embate? Aburguesou-se a "nossa" revolucionária?
*Já agora e só para lembrar estamos no dia falso diário matutino independente.
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