quinta-feira, 7 de maio de 2020
Há certo tipo de gente, como "os para todas as estações" onde se enquadra um tipo que encheu o ego quando foi apresentado numa Forbes de paróquia como o "Dono da Madeira", que não dorme.
Compram em saldos e às vezes sem meter um tostão furado do seu bolso, dominam a matéria publicada ou falada e ainda têm tempo para arranjar pontas de lança na política, mesmo quando estes são aves de arribação ao serviço do centralismo socialista ou arregimentadores de colaboracionistas.
São uns sem bandeira.
"Empreendedorismo subsidiado" com dinheiros públicos ou posições entregues de mão beijada onde o lucro tem logo à partida destinatário, enquanto os encargos ficam para o povo, é uma das especialidades deste tipo de gente.
A sua influência toca em tudo o mexe, não há recato. Se há quartos de hotel para encher no areal, lá aparece um conhecido grupo a pressionar e a fazer-se aos apoios públicos.
Com condições para fazer férias em junho, julho e agosto, só haverá um pequeno grupo de privilegiados, a maioria com acesso facilitado aos salões alcatifados do navio, mas ainda bem pensam eles, como assim a ilha não ficará infestada de populaça e o subsídio do governo salva a receita.
A teta está em todo em lado.
quarta-feira, 6 de maio de 2020
As denúncias (nunca desmentidas) sobre as carências de materiais de apoio e protecção aos médicos e enfermeiros que combatem a covid-19 nos hospitais e centros de saúde no "paraíso continental" sucedem-se.
Agora é um estudo mandado fazer pelo secção da zona centro da Ordem dos Médicos, que diz que há médicos sem acesso a coisas essenciais como "simples"estetoscópios, para não falar da crónica inexistência de equipamentos de protecção individual. Há momentos em que nem um termómetro aparece...
Vale a pena ler o relatório da vergonha, resultado de um trabalho executado no passado mês de abril. O relato é assustador e desmascara o cenário idílico que o governo socialista anda a propagandear.
E andamos por aqui a assistir aos ataques à forma como na nossa terra estamos a lidar com a pandemia, sem que ninguém questione o seguidismo saloio nas intervenções das lebres, primeiros-damos, rapariga do Jardim do Mar, lagartixa mentirosa, pereirinha, e do "ouvidor do reino"e agente cubano.
O descrédito desta gente é total mas a cegueira daqueles que lhes dão o palco é maior.
Bem se sabe que a aflição é tanta que por necessidade de dinheiro até os textos enviados pelas agências são publicados na integra.
terça-feira, 5 de maio de 2020
Agora é que ninguém vai conseguir saber a tempo e horas se o seu projecto entregue na câmara foi despachado.
O okupa do Largo do Colégio e o familiar de um antigo agente do soviético KGB, apresentaram sem testar uma coisa a que eles chamam "circuito digital". Mas como é que estes tipos responsáveis pela mais desgraçada governação da cidade, podem garantir que haverá uma maior celeridade na análise dos projectos?
Lendo um escrito publicado no novel folheto a propósito da encenação (aqui está mais um anúncio dos aldrabões encartados a pedir escrutínio) vê-se que foi feita uma transcrição do texto tal qual chegou às redacções após envio pela agência de manipulação paga com dinheiros públicos.
Sem corar de vergonha os chefes do papelucho permitem a publicação de uma gabarolice parola do género "a autarquia tem feito um percurso importante ao longo dos últimos anos, com vista a prestar um serviço cada vez mais eficaz aos funchalenes" (no jornaleco foi sequinho e sem aspas).
Que dizer desta pouca-vergonha?
Ainda acabam a disputar o campeonato das sobras com o outro.
segunda-feira, 4 de maio de 2020
A ministra com ar de liceal estampou-se ao comprido na televisão e está a ser confrontada pela opinião publica e pela comunicação que se recusa a comprar sem escrutínio a propaganda socialista.
Ora, é isso mesmo que nos falta por aqui, uma informação que não esteja engajada politicamente. Se assim fosse, o mandante do PS já tinha sido confrontado sobre os conluios que mantém com certos empresários para todas as estações em especial com responsáveis por enormes prejuízos causados à nossa população. O okupa do Largo do Colégio seria questionado (também pelos orgãos competentes) sobre os gastos que anda a fazer usando dinheiros públicos para alimentar o seu frenesim eleitoral e até um espertalhão que temos por aqui e que gosta de falar de tudo, teria de explicar porque é que agora defende a redução de deputados e imagine-se a privatização de Tap. Bem sabemos que as viagens à borla acabaram...
Quanto à tal ministra teve a resposta a preceito da hierarquia da igreja católica a propósito da sua repentina abertura à entrada de peregrinos no Santuário de Fátima no próximo dia 13 de Maio. Ficou a saber que neste país há quem siga as indicações das autoridades e não queira colocar em perigo a saúde pública.
domingo, 3 de maio de 2020
Saúde-se a frontalidade do sacerdote que afirmou numa igreja de Lisboa que "não há dúvida que a geringonça manda neste país".
Na verdade, aquilo que os portugueses viram na manifestação dos sindicalistas controlados pelo PCP com ramificações ao partido do Intendente, foi uma inqualificável afronta ao povo obrigado a cumprir as regras do confinamento. Pode vir agora a ministra do governo do senhor Costa dizer que as celebrações do 13 de Maio em Fátima são um possibilidade que não consegue iludir a verdade. O governo instalado em Lisboa é um governo agachado e submisso aos interesses de uma minoria de agitadores.
Infelizmente não tivemos por aqui alguém como o sacerdote que não teve medo das palavras. Se assim fosse os funchalenses tinham sido poupados à provação de verem o altar da sua Catedral a ser pisado por um oportunista execrável para fazer propaganda pessoal e partidária.
sábado, 2 de maio de 2020
Deixaram o vendilhão invadir o templo.
Aquilo que se passou na Sé Catedral, foi um acto eleiçoeiro e é pena que tenha sido consentido.
Foi muito feio permitir-se na Casa do Senhor, a encenação protagonizada por um fulano acompanhado pelo seu séquito permitindo-lhe pisar o altar numa acção politiqueira.
Ainda bem que os fiéis foram poupados a mais esta exibição do oportunista sem dignidade.
sexta-feira, 1 de maio de 2020
Aquela senhora ainda com ar liceal, que costuma apresentar-se como ministra da Saúde, depois das muitas barracadas que vem protagonizando, ora dizendo para logo depois desdizer-se, num baralhanço que só confunde as pessoas nestes meses atípicos, agora assume que o Serviço de Saúde que eles têm por lá na Ibéria, não vai ser capaz de responder aos dias pós-covid, e por isso vai ser necessário pedir ajuda aos hospitais privados.
Descarada a senhora, que chega ao ponto de admitir que pode ser necessário rever os números dos mortos devido à covid-19.
Esta madame é o principal rosto do tal serviço de Saúde que os saloios do PS daqui, o antigo homem da delegação da Ordem dos Médicos e o enfermeiro, agora deputado na bancada colaboracionista andam a defender como um exemplo a ser seguido na Madeira.
Não passam de uns hipócritas, para não lhes chamar marginais que desprezam o povo assim que chegam aos lugares.
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