segunda-feira, 6 de julho de 2020


Por momentos parecia que estávamos naqueles anos em que se ornamentava a entrada do cais da cidade com um arco feito em flores para receber o velho almirante Tomás.

Desta vez entre os convivas que circularam pela cidade até havia alguém fardado de branco mas ao que parece seria uma figura menor da corte.

"Lindo" de se ver foi como certos personagens disputavam o seu lugar para a posteridade (agora diz-se nas selfies). Aquilo foi tudo sorrisos, piadinhas e até um pouco protocolar "Ó Zé" gritado por  alguém importante soltou-se no meio da confraternização durante um passeio numa das avenidas do Funchal, iluminadas por um belo sol de verão.

A representação da jornaleira local atropelava-se para se manter perto do grande figurão da jornada, obrigando umas precedências protocolares (com pouca utilidade diga-se) a ficar para trás na longa e compacta "procissão" exibindo uma sua cara de poucos amigos.

Notoriamente poucos pareciam preocupados com a tão apregoada distância social e até um membro da dita social com ar de ter saído da cama directamente para cobrir (salvo seja ) a visita, seguiu a orientação do Bolsonaro e foi incapaz de usar a recomendada máscara que ajuda a prevenir a covid-19. 

Mas afinal o que é que ganharam os madeirenses e os porto-santenses com esta antecipação da campanha eleitoral?

   

domingo, 5 de julho de 2020


A Madeira é um "exemplo de segurança e confiança no futuro", sim senhor o reconhecimento veio tarde mas veio.

Mas é preciso olhar para a sabotagem que vem sendo feita a esta parcela de Portugal por forças retrógradas e com tiques colonialistas que contaminaram as relações institucionais, transformando-as numa questão de escolhas partidárias.

Os sinais não mostram que haja disponibilidade para a mudança de comportamentos necessária e urgente.

Os madeirenses continuam à espera da tal apregoada "compreensão das forças políticas principais a nível da Assembleia da República ".

Infelizmente, não é isso que estão a sentir e por isso esperam dos mais elevados responsáveis do país uma palavra firme de solidariedade institucional. 

sábado, 4 de julho de 2020


O partido que alberga o colaboracionismo, continua a insistir na promoção do lagartixa mentirosa, agora  dependurado no inenarrável quinídio, através daquelas coisas pomposas e idiotas a que esta gente gosta de se agarrar para parecer importante e muito culta. O médico da má língua vai ser "mandatário" da maior burla em actividade na política regional.

Dá para rir a bom rir...

Entretanto, o mentiroso compulsivo e a "barata tonta" que desgoverna a Ponta do Sol, a senhora que emprestou o título de primeiro-damo ao indigente que pega ao fim de semana de cabeça para baixo no  papel editado pelo Balsemão de Cascais (pensa que lhe dá credibilidade), juntaram-se para elaborar um programa para as autárquicas, mas pelos vistos ela esqueceu-se que não tinha dinheiro para tanta chachada. Mesmo assim, continua a fazer promessas que nunca irá cumprir, afinal na linha das burlas e mentiras que têm caracterizado o seu miserável mandato na câmara.

Dinheiro por aqueles lados, há, mas apenas para pagar publicidade enganosa na folha sousa&blandy e para dar à agência de manipulação cubana contratada pelas câmaras do PS daqui.

Dinheiro, tem havido (coitado do povo que está a ser espoliado) para arraiais e festanças, borlas e viagens, num vergonhoso regabofe. Nos três anos que leva de mandato a senhora dama, nada fez em favor da melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes.

É gente deste calibre que ainda tem a lata de se apresentar como alternativa.    

sexta-feira, 3 de julho de 2020


Duzentos e sessenta e quatro mil milhões, leram bem -mais precisamente 264,4 mil milhões- é o actual valor da dívida pública deste (des)governado Portugal socialista.

Um recorde que deve preocupar toda a gente. O endividamento líquido do Portugal do Costa e agora do Leão (o substituto do senhor Mário), já vai nos 239,2 milhões de euros. Há necessidades de financiamento cada vez maiores e não apenas devido à pandemia da Covid-19.

Depois a propaganda socialista através dos colaboracionistas anda para aí a dizer que quem deve é a Madeira.

Eles por lá já vão nos 160% do PIB, enquanto nós por cá, apesar dos boicotes centralistas agravados pelo poder socialista hoje na República, nos mantemos nos 100%.

Só mesmo gente frustrada e enganada é capaz de continuar a falar na dívida da Madeira.

quinta-feira, 2 de julho de 2020


Por uma vez o deputado Pereira disse umas coisas certas e parece que arreliou a malta colaboracionista e os agachados aos interesses.

Falou sobretudo para os desgraçados do partido Lisboa, aquele vergonhoso PS que temos por aqui, onde pontificam uns casos perdidos, que usam a política como modo de sobrevivência.

De facto, as palavras do azedo Pereira na Assembleia da República, atingiram em cheio a lebre básica, o esbanjador de dinheiros públicos gouveia, o agente cubano habitual comensal numa mesa fina, o lagartixa mentirosa, o inqualificável primeiro-damo e aquele ser colocado na agremiação da mãozinha fechada, por um conhecido grupo que joga em vários tabuleiros. Todos estes dependem ou vivem em conluio permanente com uns dos grandes beneficiários do sistema denunciado pelo deputado. 

Dizem que os citados ficaram com os nervos em franja, quando conheceram as palavras certeiras do seu "renegado", sobretudo quando ele defendeu a intervenção da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, e falou em "cartelização do transporte marítimo de mercadorias" para a Madeira.

Todos têm vivido num silêncio comprometido, e diga-se em abono da verdade que há mais gente calada, mesmo uns que apareceram cheios de gás, que iam fazer isto e aquilo e depois é o que se vê...


   

quarta-feira, 1 de julho de 2020


A impreparação é uma coisa terrível...

Na Avenida do Mar e na porcaria publicada ainda não aprenderam que para haver riqueza só se pode gastar 80% na Educação e na Saúde e que para que isso aconteça é necessário ter receitas fiscais. Este tipo de gente é incapaz de entender que o desemprego só se combate com trabalho estável.

Aparentemente, seria simples de entender mas a demagogia e o oportunismo não são compatíveis com a forma de pensar dos indigentes.

Por mais que queiram dizer o contrário, as obras trazem desenvolvimento e bem estar à população.

Água canalizada, esgotos, energia, habitação, estradas, vias de comunicação rápidas e seguras são fundamentais para a qualidade de vida das populações. Só pagando os nossos impostos, podemos esperar que se governe em favor de todos, garantindo bons sistemas de saúde e educação.

Os fundos comunitários não estão vocacionados para estes sectores.

Deixem-se de demagogias, deixem-se de inutilidades e tontices.    

terça-feira, 30 de junho de 2020


É muito feio (há outras palavras mais adequadas) quando o oportunismo acha que também dever ter o seu lugar na história.

Tudo piora quando certas "personagens"menores usam dinheiros do povo para convidar gente vinda de fora por isso desconhecedora das realidades, desenraizados e muitos aproveitadores, para eventos que deviam evocar a mudança de mentalidades que resultou no despertar de todo um povo para os valores da sua terra. 

Dá que pensar se a Autonomia não estará em perigo, quando se vê figurinhas a falar de Autonomia e política, inchadas de si em frente a representantes do centralismo doentio, que ainda persiste, e de elementos de forças repressivas.

Um dos males da democracia, sim o melhor regime de todos, é permitir que a chantagem por vezes resulte e tenha como consequência o acesso dos inqualificados aos cadeirões do poder