quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Guincharias e soberbas inqualificáveis que não dignificam a democracia e ofendem as comunidades portuguesas da Madeira e dos Açores, ouviram-se na Assembleia da República.

O protagonista foi um tal Hugo Soares do PSD  (parece que é assim que se chama o homem) saído das neblinas minhotas e que numa tarde em que Assembleia da República, tinha em agenda para debate duas Propostas de Lei das Assembleias Legislativas Regionais da Madeira e dos Açores e uma Proposta de Lei do Chega, o segundo maior partido com representação parlamentar em São Bento, sobre o direito constitucional da mobilidade sem constrangimentos em todo o território, aos portugueses residentes nas Regiões Atlânticas, proibiu a participação nos debate aos seis deputados da sua bancada eleitos pela Madeira e pelos Açores. A afronta e o desprezo do governo retangular que suporta a falta de mundo e de cultura democrática ao tal Soares, em relação a nós e aos açoreanos, foi outra nota negra num dia sem paralelo marcado pela ausência de ministros ou secretários de estado na bancada que lhe está destinada na casa da democracia. 

Em cinco décadas de Autonomia nunca se tinha visto nada assim. Aos gritos fazendo lembrar tempos de escuridão onde espezinhar era lei, o tal Hugo Soares (parece que é assim que chama o homem) mentiu, à descarada, aldrabou, tentou manipular e achincalhou, sempre no tom rural e grosseiro que é a sua imagem de marca.

É caso para pensar se não devemos  recorrer nas nossas fronteiras  ao instrumento jurídico Persona Non Grata?

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.