quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Há gente na política de quem não se conhece profissão para além da ocupação do espaço mediático, quase sempre servindo interesses não sufragados.

Não são precisos grandes esforços para encontrar esta espécie de amestrados. Ventura, por exemplo, o que é que fez na vida? De onde vieram os seus rendimentos, antes da agora conhecida agitação e modo ruidoso  de fazer política?  Terá exercido funções num serviço da administração fiscal e a certa altura passou a apresentar-se como professor, numa escola onde teve como colega o eleito Seguro. Revela uma personalidade marcada por traumas mal resolvidos daí o vendaval que carateriza o seu discurso político manipulador, com algum sucesso, diga-se, junto da boçalidade. O seu aliado e mentor, detentor de um canudo tardio, também nunca teve profissão. Terá andado metido nuns negócios falhados com fundos europeus e aeródromos, foi empurrado por uns seres pouco recomendáveis do partido, para o poder porque como diziam na altura chegara a hora de ir ao pote, após a noite negra do aldrabão Sócrates, outro sem profissão conhecida. A sua história política foi toda construída numa mistura de ressentimentos temperados por inveja  e doses de mesquinhez. Continua ser endeusado por interesses obscuros . Apesar da fraca qualificação do canudo foi honrado  por um convite amigo para ( imagine-se dar aulas) com pouco sucesso diga-se. 

Parece ter enveredado  pela intriga política, o pobre.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.