sexta-feira, 30 de novembro de 2018



As últimas semanas e em particular os últimos dias (discussão na especialidade do OE e algumas posições tomadas na Avenida do Mar ajudam a perceber muita coisa) revelaram que a Madeira e os madeirenses estão a ser alvo das ambições doentias de uns quantos agentes dos poderes centralistas que nunca lidaram bem com as decisões tomadas pelo nosso povo.

Traidores, gente mal realizada, renegados, houve de tudo. As crónicas os relatos e o desnorte maldizente que andam pela rede, mostram que o vale tudo está à solta.

Até o jornal do novo capital, que anda perder gás e a fornecer papel às oficinas de pintura, tentou  uma ultrapassagem ao rival da sobras.

Agora vamos ter dias de comédia com os tontos do costume a fazerem as suas ''análises e comentários''.

Nestes dias ouvimos e lemos as teorias de uns levianos sobre o futuro de um tal Vitória e foi o que se viu...



quinta-feira, 29 de novembro de 2018


Os representantes do PS Madeira na Assembleia da Republica (aquele partido na verdade funciona como um espécie de consulado de Lisboa) ao longo da legislatura ainda em curso, nunca levantaram os traseiros das cadeiras para votar ao lado da Madeira. Nunca lhes ouvimos uma palavra, ou vimos tomar uma iniciativa em defesa dos interesses da população desta terra.

Na verdade sempre se comportaram como uns meros serviçais do açoreano que manda na bancada socialista.

Obediência só aos cozinhanços feitos em São Bento sob a batuta do desprezível César que sempre viveu atormentado com ciúmes da Madeira nos anos em que conduziu a outra região insular, e que é hoje um declarado adversário (inimigo???) dos madeirenses e dos porto-santenses.  

Agora foi levada à cena a farsa do IVA das touradas e finalmente vimos os dois de pé mas a votar obedientemente ao lado do açoreano, naquela ridícula encenação da divisão da bancada socialista, coisa mais do que combinada como o Costa ''sabe-a toda''.

Durante a discussão na especialidade do orçamento, nem um pio, nem papelinho com qualquer coisa rabiscada em defesa dos interesses da sua terra, foram capazes de parir.

Uma inutilidade total este duo colocado em Lisboa...  

quarta-feira, 28 de novembro de 2018


Os primos Mourinho Félix, o da bola e o do governo, não andam bons da cabeça.

O do governo, deslumbrado com o título de secretário de estado, ridicularizou os portugueses, quando  quiz pegar em público com aquele holandês de nome complicado, tal como ele socialista e arrogante.

Lembram-se? Foi quando o gordinho (parece que está a fazer dieta) da equipa do Centeno, armou-se em ''campeão'' e em bicos de pés chamou os jornalistas para assistirem a uma ''reprimenda'' que ele pretendia  dar ao  antecessor do seu chefe no tal Eurogrupo, depois do socialista dos Países Baixos, ter chamado sem meias palavras, putanheiros e gastadores a todos os portugueses. A cena ainda hoje é motivo de risota em Bruxelas, pela forma titubeante como ele olhou de baixo para cima para o bandalho e socialista holandês e balbuciou umas coisas num fraco inglês.

Este Mourinho que acaba de ser recrutado para a brigada de arruaceiros que andam a insultar a inteligência da nossa população, veio  com a ameaça de ''uma explosão de despesa'' a propósito do subsidio de mobilidade, como se princípios constitucionais que visam unir os portugueses, só pudessem ser encarados como mais uma despesa do Estado.

Como se o Estado português fosse constituído por cidadãos de primeira e de segunda categoria.

Como se o Estado português não fosse detentor da maioria do capital de uma companhia aérea a Tap,  que tem nas suas ligações diárias entre a Madeira e o continente uma das suas mais rentáveis operações. Como se os madeirenses e os porto-santenses, não estivessem a subsidiar sempre que viajam na dita companhia, o custo da recompra decidida pelo governo do ajudante de ministro Mourinho (os residentes nesta Região Autónoma pagam os tais preços pornográficos que a canalha socialista não gosta que se denuncie).    

Este é mais um que desconhece a Lei Fundamental deste país e o Estatuto Politico Administrativo desta Região. Mais uma contabilista rasca que reduz direitos de cidadania a mera despesa.

Foram vergonhosas e insultuosas as declarações deste centralista esta semana, como foi ridícula e malcriada a atitude do primo a destruir garrafas de refrigerantes para todo o mundo ver em directo, no final de um jogo de futebol.

Bem formados estes primos...

    

terça-feira, 27 de novembro de 2018


O tipo foi alvo de vários enxovalhos públicos mas mesmo assim continua a vomitar os seus ódios à terra onde vivem os seus conterrâneos.

Foi servil dos ingleses em busca de estatuto social, manifestou soberba perante os seus pares no partido da camaradagem, mas recebeu destes desprezo e vingança. Lá pelas lisboas fizeram-lhe o retrato e passaram-lhe todo o tipo de rasteiras. Gozaram com a sua prosápia, prometendo-lhe lugares de topo que sabiam estar fora dos seus conhecimentos e competências. Estampou-se numa votação na Assembleia da República (só teve os votos do cinismo socialista comandado pelo açoreano César). 

A vida é lixada...

Rejeitado na Madeira, vítima das manobras das ''inteligências'' primeiro-damo, lebre, menino fino da casta Trindade e companhia, acabou desqualificado e gozado no parlamento de São Bento por não saber nada de watts e megawatts e mesmo assim, querer ir ganhar uns dinheiros numa entidade que controla estas coisas. Grande rasteira seguida de alto sopapo levou o ainda deputado. Há quem atribua a autoria moral da ''safadeza'' ao Costa.

Ora, para dar prova de vida no momento em que se discute o Orçamento de Estado, o homem que corre o risco de em breve andar aos caídos (vítima da sua própria arrogância e ódio à sua terra), veio falar sobre o hospital, tentando recuperar a mentira do financiamento de 50%, a grande farsa do OE,  do governo do Costa ''sabe-a toda''.

Mas, será que este renegado acredita mesmo naquilo de diz sobre a culpa do valor dos juros que os madeirenses estão a pagar e na bondade de todas as trapaças que o governo que ele apoia na Assembleia da República, está a sujeitar a nossa população? 

Ou trata-se de uma derradeira tentativa de sobrevivência política?

  

      

segunda-feira, 26 de novembro de 2018


Portugal tem um governo onde há ministros com incompatibilidades e envolvidos em negócios ligados a milhões escondidos em off-stores.

Foi durante o mandato deste governo do usurpador Costa, que uma centena de vidas foram perdidas em incêndios florestais, causados pela incúria e pelo desleixo. Também devido ao ''deixa andar'' deste governo lisboeta, aconteceu agora a tragédia nas pedreiras de Borba onde hoje há famílias e toda uma população em luto.

Este governo que vive num permanente estado de propaganda, também se esqueceu de dar condições aos militares para defenderem os seus quartéis e o armamento ali guardado. A embrulhada, arrastou para fora dos centros do poder um ministro incompetente, mas tudo continua por esclarecer. 

O Ministério Público que tem o processo em mãos deteve e algemou para que todos pudessem ver, um oficial do Exército português, mas não fez o mesmo quando prendeu dois delinquentes ligados ao mundo do futebol. 

Originalidades deste país em que nós vivemos. 

Na Madeira, há arvores que caiem e matam pessoas e a justiça aceita a amnésia conveniente do principal responsável pela tragédia, por sinal alguém que continua a desrespeitar a casa da democracia nesta Região Autónoma. 

Este pobre país é governado por uma ''família'' política usurpadora de governos e que mente aos portugueses.

Esta Região está a assistir a um conluio politico, cujo grande chefe está na antiga capital do império perdido. É esta figura que tudo controla em conjunto com os herdeiros do sistema que espezinhou o nosso povo, que tem derramados por aqui, bufos, idiotas úteis e uns levianos e submissos que aspiram governar, 

Num país a sério governantes que contribuem para desacreditar a democracia já tinha sido demitidos e responsabilizados.

Nesta Região a defesa da democracia e da nossa Autonomia não pode tolerar a traição e a mentira. 





  

domingo, 25 de novembro de 2018


O contrário é que seria uma coisa estranha.

A oposição regional, uniu-se para dizer mal do Orçamento.

A grande questão continua a ser a completa ausência de alternativas credíveis, o que é normal quando os ditos oposicionistas, são uns entes sem carreira alapados há demasiado aos lugares que lhes garantem ''posição'' mas sobretudo ordenado certinho a cada dia 20 do mês.

O Orçamento dedica 60% das verbas à saúde e à educação, sectores que se encontram regionalizados nos termos da Constituição. O problema é que até hoje nenhum governo da República cumpriu, transferindo a parte que lhe cabe nas verbas da saúde e educação e a gentinha unida na má língua, faz de conta que o problema não existe.

Esta tontalhada que anda por aí à solta, defende uma espécie de municipalização da saúde e da educação, o que é um roubo aos madeirenses e porto-santenses. Querem transformar o governo numa IPSS, como já são algumas câmaras.

A isto chama-se deitar dinheiro ao lixo, pois a criação de riqueza, o crescimento e o emprego ficam esquecidos.

Também vindo desta gente sem categoria outra coisa não se pode esperar.



sábado, 24 de novembro de 2018



Depois da avaliação ao ''senhor'' Rodrigues (talvez não seja má ideia alargar o escrutínio). Na verdade urge fazer uma avaliação aos custos da participação das duas biscas direitolas -Barreto & Rodrigues-  na política regional.

Os dois, estão amarrados àquele do Largo do Colégio.

Os dois, devem-lhe o favor do emprego das respectivas mulheres, hoje dependentes dos salários pagos pela autarquia cafofiana.

Os dois, como não têm nada para mostrar aproveitam-se do alheio e assumem como medida sua os novos preços dos passes sociais. Uma pipa de massa paga à divisão publicitária da casa inglesa dona do tal diário que se vende a quem dá mais.

O incompetente Barreto (o outro o Rodrigues para além de falta de competências vive de esquemas) disse que... riam-se à vontade, é alternativa de poder na Madeira, tanto ao actual partido do governo, como ao PS.

Que se saiba o partido da lebre amestrada, primeiro-damo, Trindade e companhia, não é nem nunca foi poder nesta terra. Desgoverna umas Câmaras, transformadas numa espécie de agremiações de ''solidariedade social'', abdicando assim das funções de verdadeiro instrumento do poder local ao serviço das populações e do seu desenvolvimento. As Câmaras PS, nesta terra, gastam milhões subtraídos aos impostos do povo, em festas, subsídios e empregos para amigalhaços No caso do Porto Moniz, a coisa foi ao ponto de organizarem uma excursão de emigrantes em pleno período eleitoral (a CNE distraiu-se).

No Funchal, o poder foi conquistado à custa de uma coligação contra-natura e o resultado foi uma briga de todo o tamanho. A salvação veio com os direitolas Barreto e ''senhor'' Rodrigues que aproveitaram como se sabe para pedir emprego para as respectivas. Nesta fase também a irmandade dos caga-tacos ajudou a salvar o fura-vidas da aflição da perda do poder.

Hoje, suporte da sobrevivência política do Rodrigues (enquanto os interesses comuns se mantiverem) o Barreto saiu da Assembleias Municipal, mas cuidou de deixar por lá um tal Pimenta, um tipo conhecido por viver em constante tráfico de influências.

É por isto, e muito mais, que o velho CDS já não pode ouvir falar nestes oportunistas.