As eleições para a Presidência da República estão na ordem do dia.
Uma coisa que começa a intrigar quem segue a agenda eleitoral, com maior ou relativo interesse, é a ausência de uma decisão clara da seita socialista local sobre o candidato apoiado. É claro no continente os socialistas já declararam um apoio “silencioso” à nulidade Tozé Seguro, mas por aqui nada, ou muito pouco se tem visto, o que não deixa de ser curioso.
Será porque o Gouveia o usurpador os fintou e em mais uma das suas jogadas se antecipou, colando-se ao rapaz Tozé, atribuindo-se aquela patetice de mandatário?
Outra hipótese será a vontade do candidato de não querer misturas com a indigência reinante na desacreditada na seita.
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