sábado, 17 de janeiro de 2026

Portugal tem leis anacrónicas, próprias de um lugar que ainda não se libertou do vício bafiento de tudo controlar e  tudo centralizar. Portugal tem complexos da sua pequenez e é por isso irrelevante. 

Mas, cabe na cabeça de alguém continuar a impor aos cidadãos um retiro de reflexão de 24 horas na véspera da ida às urnas? Para mais quando assistimos nas televisões já depois da meia noite ao exibicionismo de uns tipos apresentados como analistas a perorar sobre o comportamento dos candidatos às eleições, mostrando a maior parte das vezes os seus vergonhosos engajamentos. Os donos do aparelho de Estado, felizmente não possuem ferramentas para cortar o aceso dos portugueses às novas plataformas de comunicação, mas, no fundo talvez não se importassem de ter o seu momento Aiatolá.

Quanto ao mais acabamos de ter um período eleitoral sequestrado por agentes da comunicação social, que ignoraram os esclarecimentos a que todos temos direito substituído-os por agendas contaminadas  pelo efeito Buraca- Baixa da Banheira



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