Há um Montenegro disposto a chatear os povos que sendo por direito portugueses vivem longe de Lisboa e de um lugar chamado Espinho. Depois numa realidade distante há Trump o incomparável Trump que agora diz não ter de respeitar as leis do direito internacional. Mas, Trump é a América a grande potência mundial e isso exige cautela e sobretudo muita sabedoria aos líderes que lidam com os seus devaneios e narcisismos.
Montenegro como já alguém disse é um rural com carreira política feita na faixa ocidental da Ibéria que ataca e se recusa a cumprir os direitos constitucionais que defendem a pertença a Portugal com plenos direitos de cidadania a quem nasceu em regiões atlânticas longe do território continental português. A Madeira já enfrentou o teimoso Salazar pagou a afronta com a vingança do velho ditador, mas não deixou de trocar os fusíveis ao homem de Santa Comba Dão. Ora, não será um Montenegro de passagem e em viagens permanentes entre Espinho e Lisboa, sempre com retorno garantido a levar avante a ousadia de se meter connosco.
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