segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 Recorrer a queixas na Procuradoria da República para travar decisões tomadas com legitimidade pelos que receberam o voto democrático para governar, é a arma a que deitam mão os crónicos derrotados. 

Agora, é sobre a necessidade de vender o edifício de um Hospital de tal maneira degradado que se tornou urgente construir um novo de raiz, que faz juntar os inúteis do costume. Lembremos a propósito que a quota parte dos contribuintes da Região para a construção do novo Hospital Central e Universitário anda à volta dos 250 milhões de euros e por isso é preciso ir buscar dinheiro para atenuar um esforço financeiro que atravessa gerações. 

A venda quando for concretizada e prevê-se que em 2030, será em hasta pública, depois de o novo hospital em construção estar a funcionar sem limitações.  Neste quadro quem poderá dizer que no local não irá surgir um projeto de habitação a custos controlados, e se destinados ao mercado do aluguer, igualmente com a obrigação da aplicação de rendas acessíveis. 

Se tal acontecer podemos imaginar a decepção dos manipuladores hipócritas sobretudo das esquerdas da boa vida, órfaos de mais um número, desde que foram desmascarados  quando marcharam sobre os calhaus tentando impedir uma obra da cidade hoje acarinhada por toda a população.

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