O execrável Cafofo, a aldrabice ambulante que por aí continua, agora também dá palpites sobre hospitais.
Então na primeira linha do socialismo retangular, António Costa e um tal Medina que chegou a ministro das Finanças,dificultarem ao máximo a construção de um novo hospital na Região, chegando ao ponto de exigirem à Madeira a entrega do atual Hospital Nelio Mendonça, como como garantia para o financiamento do Estado, uma obrigação de lei que o governo nas mãos do socialismo queria ignorar.
Foi um dos escabrosos atos de chantagem colonialista feitos contra a Madeira.
A sabotagem da praga socialista foi derrotada, quando por decisão do governo da nossa terra a obra avançou, estando agora muito perto de estar concluída. Um compromisso de milhões movido pela vontade de dar resposta a um antigo anseio da população da Madeira. O Cafofo aldrabão que a companheira do primeiro-damo e ele próprio não conseguem neutralizar, meteu-se a falar sobre o destino a dar à unidade hospitalar que em breve será desativada.
Saiu um chorrilho de asneiras reveladoras da total incompetência de um dos grandes embustes que ainda sobrevivem na política.
O Hospital que hoje homenageia um convicto autonomista, Nélio Mendonça, o médico e político que pensou o Serviço Regional de Saúde, foi construído há mais de meio século e deixou ter a operacionalidade necessária para um desempenho eficiente e adaptado às exigências dos dias de hoje. Falar na sua adaptação a lar, para além de ruído feito por um incompetente como o fura-vidas Cafofo, é politiquice rasca e má língua. Os Hospitais do Monte-Marmeleiros, e João de Almada, a par de mais lares e mais assistência domiciliária, são soluções que garantem o futuro de um Serviço de Saude exemplar e que muita inveja faz à cubanagem e aos seus propagandistas locais
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