terça-feira, 21 de agosto de 2018

Fujam porque agora eles querem um Funchal autónomo.

A idiotice anda à solta pelos lados do Largo do Colégio, pelo que se aconselha aos fiéis que diariamente passam pela igreja de São João Evangelista, a terem muita prudência. A loucura já condiciona o chamado braço direito da lagartixa mentirosa, um que parece contagiado pela sintomatologia típica nos aldrabões e trafulhas.

Ó homem, não é o governo que está em dificuldades para lidar com a cidade. São os cidadãos que tropeçam nas obras despropositadas, que devido ao caos instalado estão a perder os seus empregos na cidade e toda a uma população que sofre os efeitos de uma espécie de Blitz diário. 

Quem pelos vistos não conhece as competências consagradas nas leis ''senhor'' básico são os tontos e os trogloditas que o rodeiam. Até parece que os cubanos meteram-lhe na cabeça aquela onde se diz que ''o país é Lisboa'' e o deslumbrado acha que é uma ideia com sentido na realidade madeirense. 

Mais um desenraizado. 

Funchal autónomo... vejam bem o que vai naquelas cabeças.  

Parece que a camarilha anda agora a investir numa coisa que se publica on-line, depois de já ter sob sequestro a matéria publicada (através de milhares sugados aos impostos do Funchalenses) nos folhetos campeões das sobras que andam a entupir a estação de tratamento de lixos.

E o que dizer da intenção da lagartixa mentirosa de acabar  com ensino privado na Madeira, subsidiando os ricos que podem pagar a educação dos seus descendentes? 

A Madeira aplica  actualmente 80% do seu orçamento anual na saúde e na educação. Toda a população é abrangida. Com esta política os mais necessitados e os que menos podem estão protegidos.

Ora na educação, a lagartixa mentirosa num caso de demagogia patológica de inspiração chavista, coloca em causa instituições como a Apel, Santa Teresinha, Apresentação, Infante e outros colégios, quando acena com borlas para toda a gente. 

Estará a pensar nos descendentes dos ricaços recentes ou nos herdeiros das fortunas conseguidas à custa da exploração do povo que andam à sua volta?

            




 

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Há várias perguntas que se devem colocar e as respostas até nem são difíceis.

Como é que um simples professor com três anos de curso na Universidade da Madeira, que traiu os seus colegas na direcção do sindicato, alguém sem um mínimo de experiência sobre economia, administração e finanças, gestão em matérias como a educação e saúde, sem nada, mesmo nada, que o credibilize para o exercício das funções, pode aspirar ao lugar de presidente de um governo.

É um pau-mandado dos senhores do antigamente, dos ingleses que ganharam estatuto e fizeram fortuna à custa da exploração do nosso povo, dos clãs caldeira, trindade e companhia. Revelou-se um ''vomitador''  de ideias coladas a cuspo, um fraco, vulnerável aos apetites das hienas do imobiliário (é neste domínio um controlado por um tal iglésias que lhe dá as ordens no gabinete).

Estamos mesmo perante uma lagartixa sem rabo que nunca irá chegar a jacaré.

Ora como é as pessoas podem confiar num aldrabão e mentiroso que em 2017 prometeu cumprir o seu mandato de quatro anos e apenas um mês depois da sua eleição passou a dizer o contrário?

Como é que se pode dar crédito a uma pessoa que nada fez durante os seis anos que leva no Largo do Colégio, a não ser fuçar nos jardins da cidade descaracterizado-os, a esquecer-se de mandar limpar as ruas tornando o Funchal numa urbe nojenta, a escarafunchar sem critério tudo o que é estradas, caminhos, ruas e becos e a lançar uma guerra às árvores e aos simples arbustos (até parece que ele está numa saga vingativa após as mortes causadas por aquele carvalho da sua negligência, irresponsabilidade e covardia).

A Etar do Funchal está obsoleta, há merda a contaminar as águas das praias de cidade e ele quer fazer-se passar por alguém competente. 

Voltando às perguntas de resposta fácil...

Como é que se pode confiar em alguém que armou um conluio com um irradiado da arbitragem de futebol, com um tal sérgio da gestão danosa na Ami, com o tesoureiro do milho frito, com um falso médico, com um engenheiro técnico armado em financeiro e estratego da política e com um dependente de expedientes sem qualquer credibilidade como é o caso do freitas primeiro-damo?

Pergunta-se ainda...

Como é que os madeirenses podem acreditar em alguém que é diariamente controlado por  continentais que não conhecem a Madeira e que estão aqui para combater e sabotar a vontade da nossa população? 

Este putativo anda a gastar milhares injustificados em propaganda e promoção pessoal publicada e a fazer vida de milionário à custa dos nossos impostos em viagens, estadias, jantares e almoçaradas. 

Esta lagartixa mentirosa é um insulto à inteligência.

 
     

 

       



domingo, 19 de agosto de 2018

Diz quem sabe que as lagartixas perdem o rabo por vontade própria quando querem provocar distrações (é uma forma que o pequeno réptil utiliza para escapar quando é apanhado em falso). Há uma regeneração mas o bicho continuará a ser uma pequena criatura e por mais que ambicione nunca chegará a lagarto e muito menos ao porte de um jacaré.

Ora anda por aí a usar dinheiros públicos um ''rastejante'' que ainda não percebeu que nunca será aquilo que não é.

Comprou a publicação de um folhetim (entrevista???) num papel dirigido por um ''manda às malvas os códigos deontológicos da classe a que diz pertencer ''.

Há dinheiros públicos metidos no papelucho ( não fora isso já tinham acabado afogados nas sobras que são enviadas todos os dias para a estação de tratamento dos lixos).

O leviano que almeja chegar a um lugar para o qual já deu sobejas provas de não ter qualificações, mente, inventa, arrota milhões e insultos.

Sobre a cidade que encalhou há cinco anos diz que tem obra feita. Só se a merda que anda a boiar nas praias do Funchal faz parte da gabarolice.

Atreve-se a falar de um modelo de desenvolvimento para a Região que não seja baseado na dívida, logo ele que está à frente de uma Câmara sustentada na propaganda e nas aldrabices diárias.

A gestão do Largo do Colégio carece de escrutínio e de uma auditoria por quem de direito. Podem começar pela entrevista (aquelas páginas e horas de rádio estão a pagar muita coisa...vejam quem é quem e o que aí vem).

Mas o gajo é candidato a quê? A deixar a Câmara por má gestão? Ao guinness records das mentiras?

A fazer da governação uma feira de contrafacções com burlões à solta? A desgraçar a vida das pessoas? A mentor da chulice na vida pública? (as dependências e favores são cada vez mais).

Os licenciamentos que ele e a camarilha se preparam para aprovar nos próximos meses devem ser vistos com muita atenção pela população do Funchal.

Os ''jogadores'' que vão ser vistos e fotografados ao seu lado também.

Cuidado com o lagartixa mentiroso.

  





sábado, 18 de agosto de 2018

Aquilo está a pegar fogo.

Agora é o primeiro-damo a confessar que paga com empregos (sempre com o dinheiro do povo) o amestramento dos inconvenientes.

Parece que não gostou que alguém lhe lembrasse o pior resultado eleitoral do partido da camaradagem nos tempos da sua delirante liderança???

Numa resposta própria de um chulo que vive à custa da política e da traição ao povo que lhe paga o ordenado, mostrou-se um verdadeiro canalha.

Também deve-lhe ter custado a engolir os pormenores sobre o ''amantizamento'' com o mentiroso compulsivo (parece que disse o piorio e agora é o que se vê).

Já agora, quanto é que terá custado aos contribuintes do Funchal, aquele frete do caraças que vem na  folha do agostinho da Camacha?

Depois dos vergonhosos comportamentos dos últimos dias, aquela ''entrevista'' só vai resultar no aumento das crónicas sobras do papelucho. É que o povo, há muito fez a folha ao aldrabão sem emenda que vem na capa.

Mesmo sem abrir o jornal advinham-se umas boas gargalhadas. Então aquela das ''regras são para cumprir'' é um mimo.

Estamos perante um burlão no seu esplendor.





      

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Ninguém elegeu o gajo para porra nenhuma, mas ele parece achar que o facto de estar a fazer o papel de ouvidor do império perdido, lhe dá legitimidade para insultar a inteligência dos funchalenses.

A leviandade devia ser merecedora de um escrutínio urgente por quem de direito. Que se saiba não há petróleo no Largo do Colégio, ou então ao contrário do propagandeado anda por aí muito dinheiro a ser sugado à socapa aos cidadãos.

O arribado da Península Ibérica, fala em 800 milhões para aqui, 5 milhões para ali, 900 mil para ecopontos subterrâneos (o metro quadrado deve estar ao nível de Paris e Londres e muito acima da Avenida da Liberdade lá na terra dele), 25 milhões para as zonas altas (para tapar os caminhos esburacados não deve ser, para tratar do saneamento básico e da água também não é, como também não deve ser para aliviar as pessoas que são obrigadas a pagar taxas e a passar tormentos nos serviços da Câmara sempre que lá vão para pedir por exemplo uma licença para fazer arranjos nas suas casas).

O gajo inventou uma coisa chamada ''Funchal cidade educadora'', mentindo sobre apoios e bolsas de estudo para 7 mil estudantes (é preciso desmascarar a burla senhores que da oposição a verdadeira e não a comprometida com favores e responsável pela pouca vergonha do PDM  de que este reles ''chefinho de gabinete'' (garantia de salário e lugar onde se decidem umas coisas) se vangloria, como se os funchalenses tivessem de estar agradecidos ao palerma.

Na embriaguêz da sua gabarolice, ele volta à carga com aquela medida que visa tirar da cidade a população que não tem posses para comprar carro novo.

Fala da superação de um dito ''desafio da década'' a propósito de reabilitação urbana (mais 25 milhões que também pedem escrutínio), mas a quem tenha dúvidas, sugere-se uma voltinha até ao prédio da antiga pastelaria Felisberta, cujo edifício continua em ruínas depois de ter sido utilizado pelo mentiroso compulsivo após o grande incêndios de 2016, como umas das suas prioridades no programa de reconstrução.

O sentido do ridículo não faz parte das preocupações desta camarilha. Então não é que esta espécie de porta-voz gaba-se de uma de revitalização do comércio da cidade, um sector que vive a agonia da  falta de clientela, sendo hoje uma fonte de desespero para muitos lojistas e comerciantes, mas tal como aquele a quem  ele serve no papel de governanta do palacete, acha que a coisa vai com parcerias e formações como se as pessoas estivessem para os aturar. Quem trabalha e tem negócios abertos (comercio tradicional ou não ) vive preocupado com uma cidade sem gente e pouco atractiva ao fim do dia.

Na saída da casca o não eleito para porra nenhuma, resolveu gabar-se a propósito do Teatro Municipal, falando do ''renascimento'' daquele espaço nobre da cidade. Vê-se mesmo que estamos perante um desenraizado que não conhece a cidade do Funchal e a história da nossa principal sala de espectáculos (a não ser que esteja a falar do escândalo e da pouca vergonha que continua a existir no local sabe-se lá a troco de quê).

É preciso escrutinar estes burlões à solta.  

      

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Mas será que para o mentiroso compulsivo vale mesmo tudo?

Será que ao arguido não resta um pingo de vergonha?

Insensível à dor alheia e dependente de uma ambição desmedida e sem regras, o tipo revela-se a cada dia que passa um execrável sem emenda.

Vestiu o fatinho depois de ter aparecido antes com um provocador ar blasé  pisando o chão da morte e da dor, seguindo o cheiro do espeto de carne. 

Horas depois mais composto, não deixou no entanto, de soltar o rasca que há na sua personalidade, e deu-lhe para atacar quem está legitimado pelo voto dos cidadãos (também ele está ...mas a democracia sendo o melhor sistema não está imune aos oportunistas e demagogos da sua estirpe) e que apesar dos boicotes do Largo do Colégio continua a lutar pelo povo do Monte.

Este presidente de Câmara fica para a história como o responsável politico que estragou uma das maiores tradições do nosso povo. Vai ter de responder pela sua irresponsabilidade e negligência.

Falou de um ''alarme social'' para justificar a ausência da multidão que normalmente frequenta as celebrações da Senhora do Monte.

Devia era interrogar-se sobre razões que conduziram ao prolongamento do luto.

É que as pessoas querem repostas para aquilo que aconteceu no ano passado e não será com a estridência do alarve que anda a falar de estudos e peritagens que irão calar a sua revolta.

''Enfeitado'' e com uma das mãos ocupadas, depositou as flores que já murcharam de vergonha.

Hipócrita!



  

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Havia pouca gente no local da tragédia que há um ano roubou a vida a 13 pessoas e feriu cerca de quatro dezenas. O luto está presente por todo o lado, mas mesmo assim os javardos aproveitaram-se da pouca mobilização para ensaiarem um nojenta ''peregrinação''.

Diz quem lá estava que antes da chegada dos bandalhos andavam em azáfama telefónica uns idiotas úteis a avaliar o terreno.

A chegada da ''procissão'' foi uma coisa desumana.  De espeto na mão havia quem protegesse o provocador que aproveitava o momento para publicitar como sempre os dentífricos de marca branca (mas afinal ele ri-se de quê?).  Dizem que ele lá estava para cumprir a tradição. Só se é tradição da farsa e do desrespeito pela dor alheia.

Então, o ''pança de arraial'', um tal Sérgio??? que já andou pela JS, ali sempre por perto do mentiroso compulsivo, personificava a falta de descrição e de respeito pela memória daqueles que perderam ali a vida há um ano.

E que dizer do garoto Vieira com umas inoportunas declarações sobre relatórios, peritagens e estudos encomendados ao Baptista das areias (agora também é perito em car..valhos?).

Ridículo.

Ainda há memórias frescas de um dia fatídico e mandava o respeito pela dor e pela perda, que houvesse alguma descrição. Mas não, quem lá se encontrava assistiu uma exuberância despropositada.

Raio que os parta!

Está visto que não houve fuga para Londres.

Se o arguido tiver a lata de voltar a aparecer que saiba ao menos comportar-se.