sábado, 31 de janeiro de 2026

Basta/Chega o grande embuste à solta no retângulo da vergonha e os sinais de uma guerra local. 

Afinal à organização do Ventura o “gritador mor” do sistema, é mais uma agência de tachos sustentada na podridão, chico espertices e até namoriscos de conveniência. Um vereador do novo/velho fascismo, que foi candidato à presidência da Câmara de Lisboa, mas que acabou vereador, aproveitou-se do cargo para arranjar um tacho para a namorada. O figurão protegido do agora candidato presidencial, também contratou a filha de um “dirigente” do Basta/Chega e uma cabeleireira como assessora. A pouca vergonha já consumada terá sido condição para o voto favorável do Basta/Chega no Orçamento Municipal da capital do Império perdido. 

Por cá corre em surdina a notícia de uma guerra já aberta entre o Castro e o Gomes não apenas pela chefia da porcaria mas também pelo lugar de maior bajulador do facho Ventura.






sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Ainda sobre o erradamente chamado subsídio de mobilidade…

Mostrar indignação é pouco, não há que ter medo de assumir rupturas se tal for necessário. Estamos perante uma violência de Estado promovida por um governo que discrimina os portugueses que vivem na Madeira e nos Açores. 




quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Lembram-se do especialista em usurpações de poder que depois de ser derrotado em eleições autárquicas se transformou em agitador com presença regular na comunicação socais local? 

Colou-se a um dos candidatos ainda na corrida presidencial, atribuindo-se o patético lugar de mandatário. 

Sim, é do socialista envergonhado Gouveia que estamos a falar.  Dando por adquirida a vitória do seu candidato anda numa azáfama para impingir o nome de um socialista local para o tal cargo de ouvidor da desacreditada República Portuguesa. 

Tudo nas costas dos madeirenses e dos porto-santenses. 


quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Não foram apenas questões sobre a política internacional e de defesa que estiveram ausentes no malfadado e único debate entre dois candidatos a Presidente da República de Portugal.

Durou mais de uma hora o debate e nem uma única vez -como sempre aconteceu- ouvimos falar sobre as Regiões Atlânticas de Portugal, muito por incompetência dos ditos moderadores do debate, contaminados por uma lógica continental que tudo domina, mas também pelos fracos candidatos em presença. As agendas tanto de uns como de outros estão gastas são mais do que conhecidas e fazem dos chamados debates uma maçada.

Há todo um oceano a separar-nos deste tipo de gente e por isso voltamos a perguntar se vale a pena perder o nosso tempo com eleições sequestradas pela curta visão de uns tipos -e já agora tipas- sem horizontes para além do pequeno mundo de intrigas onde vivem e se pavoneiam

Uma coisa deve preocupar-nos: Há dois candidatos que estão a marimbar-se para as comunidades portuguesas nas Regiões Atlânticas e aquele que ganhar as eleições não vai prescindir de ter em cada uma das Regiões, uma espécie de ouvidor da Presidência da República, mantendo-se assim a aberração política  que faz  de Portugal um país onde o colonialismo/centralismo ainda é imposto a uma parte dos seus cidadãos. 







terça-feira, 27 de janeiro de 2026

 O embargo, a providência cautelar ou a pura sabotagem é o recurso dos sonsos e ressentidos pelo constante insucesso das suas vidas. Ou seja, é coisa gasta e não é novidade. 

Agora é a novela do Hospital Nélio Mendonça, como foi no passado com a sacanagem organizada que causou estragos na vida de vários empresários tornados  alvo da inveja que chegou a juntar em aliança de facto os extremos da política. 

Vem-nos regularmente à memória a ação desencadeada pelos Sousas do partido verde vómito sediado em Santa Cruz, que paralisou a obra de uns apartamentos praticamente finalizados e prontos a entrar no mercado imobiliário. Analisado um recurso do promotor  o Supremo considerou que tudo estava legal, mas o mal já estava concretizado com anos de massacre pessoal a todos os níveis a um bom homem que acabou por falecer. 

Sentindo-se donos do poder na zona, as figurinhas avançaram sem remorsos e aproveitaram para “entregar” o empreendimento a um jogador que fez uma sociedade com a família de um conhecido figurão  que fez fortuna após longa passagem pela política local.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 Recorrer a queixas na Procuradoria da República para travar decisões tomadas com legitimidade pelos que receberam o voto democrático para governar, é a arma a que deitam mão os crónicos derrotados. 

Agora, é sobre a necessidade de vender o edifício de um Hospital de tal maneira degradado que se tornou urgente construir um novo de raiz, que faz juntar os inúteis do costume. Lembremos a propósito que a quota parte dos contribuintes da Região para a construção do novo Hospital Central e Universitário anda à volta dos 250 milhões de euros e por isso é preciso ir buscar dinheiro para atenuar um esforço financeiro que atravessa gerações. 

A venda quando for concretizada e prevê-se que em 2030, será em hasta pública, depois de o novo hospital em construção estar a funcionar sem limitações.  Neste quadro quem poderá dizer que no local não irá surgir um projeto de habitação a custos controlados, e se destinados ao mercado do aluguer, igualmente com a obrigação da aplicação de rendas acessíveis. 

Se tal acontecer podemos imaginar a decepção dos manipuladores hipócritas sobretudo das esquerdas da boa vida, órfaos de mais um número, desde que foram desmascarados  quando marcharam sobre os calhaus tentando impedir uma obra da cidade hoje acarinhada por toda a população.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Já aqui foi dito mas voltamos a dizer: 

As eleições presidenciais são uma embrulhada continental e deve ser resolvida lá no retângulo. Como a Madeira continua a ser um alvo a abater pelos donos de turno do governo centralista, deixemo-los entalados no patético leilão de apoios em curso. 

Concentremos as nossas atenções no que verdadeiramente nos interessa e mobilizemos todas as nossas forças na defesa intransigente da Autonomia, a grande conquista do nosso povo que está a ser posta em causa por mais um governo continental. Não embarquemos no discurso dos engonhados do politicamente correto incapazes e sem genica para falar olhos nos olhos com os mesquinhos vindos diretamente da província para o centro do poder colonial em Lisboa. Por aqui há um, o das oito tentativas a querer vender-nos um nona inconsequência…tenha vergonha e retire as consequências da sua inação. 

sábado, 24 de janeiro de 2026

 O execrável Cafofo, a aldrabice ambulante que por aí continua, agora também dá palpites sobre hospitais.

Então na primeira linha do socialismo retangular, António Costa e um tal Medina que chegou a ministro das Finanças,dificultarem ao máximo a construção de um novo hospital na Região, chegando ao ponto de exigirem à Madeira a entrega do atual Hospital Nelio Mendonça, como como garantia para o financiamento do Estado, uma obrigação de lei que o governo nas mãos do socialismo queria ignorar.  

Foi um dos escabrosos atos de chantagem colonialista feitos contra a Madeira. 

A sabotagem da praga socialista foi derrotada, quando por decisão do governo da nossa terra a obra avançou, estando agora muito perto de estar concluída. Um compromisso de milhões movido pela vontade de dar resposta a um antigo anseio da população da Madeira. O Cafofo aldrabão que a companheira do primeiro-damo e ele próprio não conseguem neutralizar, meteu-se a falar sobre o destino a dar à unidade hospitalar que em breve será desativada. 

Saiu um chorrilho de asneiras reveladoras da total incompetência de um dos grandes embustes que ainda sobrevivem na política. 

O Hospital que hoje homenageia um convicto autonomista, Nélio Mendonça, o médico e político que pensou o Serviço Regional de Saúde, foi construído há mais de meio século e deixou ter a operacionalidade necessária para um desempenho eficiente e adaptado às exigências dos dias de hoje. Falar na sua adaptação a lar, para além de ruído feito por um incompetente como o fura-vidas Cafofo, é politiquice rasca e má língua. Os Hospitais do Monte-Marmeleiros, e João de Almada, a par de mais lares e mais assistência domiciliária, são soluções que garantem o futuro de um Serviço de Saude exemplar e que muita inveja faz à cubanagem e aos seus propagandistas locais 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

 Há cada vez mais europeus que olham para os Estados Unidos não como um aliado mas sim como uma ameaça. O Presidente Marcelo honra lhe seja feita, foi o líder europeu que muito cedo teve a coragem de afirmar  sem meias tintas que o homem de Washington deixou de ser confiável. 

Respeitando as distâncias, é natural que hoje em dia uma significativa parte dos madeirenses e porto-santenses vejam Lisboa como um centro de poder hostil e pouco interessado na preservação de uma boa relação institucional com os nossos órgãos de governo próprio e com a comunidade madeirense residente na Região. Pelo contrário há sinais de puro colonialismo e desprezo mesquinho.

Para falar apenas neste século, encontramos várias episódios de conflitos, provocações e desconsiderações em relação à Região envolvendo governantes e políticos de diferentes quadrantes. Se fizermos uma lista acreditem que a balança pende para o lado que em princípio seria o menos provável. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Portugal que se saiba é um Estado de Direito e Democrático e as relações com os seus cidadãos  têm leis próprias e a Constituição da República garante um tratamento igual para todos os cidadãos de pleno direito. 

Não pode haver cidadãos de primeira e segunda categoria perante a lei. O cumprimento de obrigações fiscais é uma questão que não deve ser suportada pela devassa da vida de cada um, mesmo por um primeiro-ministro de turno. O incumprimento não tem geografia e a máquina do Estado se não está devia estar, preparada para o escrutínio ou fiscalização se quiserem sem recorrer aos vícios da dialética política, Quem anda de carro sem seguro, sabe que corre o risco de ser abordado por um agente da autoridade com competência para agir. Seja onde for, no continente ou nas Regiões Autónomas. A penalização acontece porque o dono do veículo não pagou o seguro, não tem nada a ver com a situação fiscal do infrator. O IUC o imposto de circulação automóvel está também ao dispor  das autoridades sem que haja a necessidade de uma intrusão na vida das pessoas para que se faça a devida fiscalização.

Haver um primeiro-ministro a fazer birra porque o seu governo marimbando-se para a Lei Fundamental e para o Estatuto Político Administrativo da suas Regiões Atlânticas resolveu exigir uma fiscalização pidesca da vida privada de cidadãos livres, apenas porque  vivem longe da alçada do seu poder, mostra que Portugal  é um país que viola  as liberdades individuais. Só um rural deslumbrado pelo poder, como alguém qualificou, não tem a noção da figura triste que acaba de fazer na Assembleia da República.

Espera-se que mais esta violência do centralismo/colonialismo seja tratada  como deve ser, protestando  alto em bom som. O nosso povo está farto de Montenegos armados  em impolutos e das vinganças da cubagem instalada no poder. A Madeira não tem culpa de os Montenegros serem figuras menores a que ninguém passa cartão nos fóruns internacionais.. Digam-lhe que os madeirenses e os portossantenses são pessoas de bem que não vivem de subsídios, lembrem-lhe que que o SSM é ilegalmente considerado um subsídio . Viajar no território nacional sem constrangimentos é um direito de todos os portugueses sem exceção, logo incluindo o primeiro-ministro de turno.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O boçal que é apresentado com vencedor na Madeira é um produto do que resta do pior colonialismo português, logo é inimigo do modelo Autonómico que tem beneficiado os cidadãos madeirenses e portossantenses tendo transformado para melhor as nossas vidas,

O boçal é consequência da vontade e plano de um fulano ressentido que quando passou pelo poder fez das opções tomadas pelo nosso povo e do seu novo modo de vida, um dos alvos a abater através da sabotagem e vergonhosas tentativas diretas de interferência, logo é um amestrado palavroso ao serviço de um projeto político de vingança contra o sucesso da Autonomia. Quem há época foi colaboracionista é hoje vítima. 

Olhando para os números da Região vemos que a soma do conjunto doas votos dos que rejeitaram o boçal é manifestamente maioritária.


terça-feira, 20 de janeiro de 2026

O que tivemos foi uma Eleição Presidencial, coisa muito diferente de umas Eleições Legislativas. 

É claro que devem ser lidos os sinais da votação mas de forma séria e sem a contaminação das frustrações e ressentimentos de derrotados com um historial de meio século. 

Fazer o que um assalariado do novo dinheiro fez num jornal sem receitas, dando eco às aflições de desesperados do socialismo e do fascismo inculto que acham que houve um partido sob escrutínio eleitoral, não é sério e deve ser visto como uma chafurdice de um escriba engajado, o que devia merecer a atenção de quem recebe milhões de euros dos impostos dos madeirenses. 

Na Madeira, Marques Mendes o Almirante Gouveia e Melo, e Cotrim Figueiredo tiveram o apoio muitos Social Democratas que contribuíram para as votações destes candidatos.  A título individual o deputado Sousa, do JPP, também contribuiu com os votos da sua aérea política para a vitória do vencedor da primeira volta António José Seguro, cujo resultado na Madeira nada tem a ver com os desamparados socialistas locais. 

O escriba não fique muito entusiasmado com o fogo fátuo. 


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

sábado, 17 de janeiro de 2026

Vamos ficar em casa porque as Autonomias  não estiveram na agenda dos candidatos à Presidência da República? 

Não!

Não passemos cartão às excitações de puro oportunismo malcriado. Precisamos, sim de gente bem preparada para alertar o próximo Presidente da República para a necessidade de haver mais respeito pelos portugueses do Atlântico, não excluindo a sensibilização  do novo inquilino do Palácio de Belém para o uso da sua magistratura de influência  em termos constitucionais. A Autonomia da Regiões Atlânticas sob a Bandeira de Portugal é uma da maiores conquistas da nossa democracia, alguém duvida? 


Portugal tem leis anacrónicas, próprias de um lugar que ainda não se libertou do vício bafiento de tudo controlar e  tudo centralizar. Portugal tem complexos da sua pequenez e é por isso irrelevante. 

Mas, cabe na cabeça de alguém continuar a impor aos cidadãos um retiro de reflexão de 24 horas na véspera da ida às urnas? Para mais quando assistimos nas televisões já depois da meia noite ao exibicionismo de uns tipos apresentados como analistas a perorar sobre o comportamento dos candidatos às eleições, mostrando a maior parte das vezes os seus vergonhosos engajamentos. Os donos do aparelho de Estado, felizmente não possuem ferramentas para cortar o aceso dos portugueses às novas plataformas de comunicação, mas, no fundo talvez não se importassem de ter o seu momento Aiatolá.

Quanto ao mais acabamos de ter um período eleitoral sequestrado por agentes da comunicação social, que ignoraram os esclarecimentos a que todos temos direito substituído-os por agendas contaminadas  pelo efeito Buraca- Baixa da Banheira



sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Há um governo entretido (ou será aflito ?) com as eleições presidenciais do próximo domingo, uma trapalhada que deve ser resolvida por eles, lá no retângulo adjacente. 

Que ninguém esmoreça no combate contra o maldito SSM, que eles pretendem manter em lume brando, porque há eleições. 

É preciso mostrar ao colonialismo lisboeta, que isto não pode ficar assim!


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Ainda o malfadado SSM…

E ele insiste nos oito momentos, os oito momentos em que ele diz que tudo tentou. Pois,  pode ter tentado mas os prejuízos para a vida de toda a população da Região, continuam sem fim à vista, o que prova várias  coisas. Falta de competência, desleixo, pouca sensibilidade para a causa da Autonomia (na verdade neste capítulo não surpreende conhecendo-se o seu percurso e ausência de militância, não apenas partidária mas acima de tudo em defesa da grande causa). Estamos a meio de janeiro, parece que há um prolongamento por mais quinze dias dos efeitos da violência e falta de respeito do Estado português para com os portugueses da Madeira mas também dos Açores. 

No caso da Madeira, tudo porque as célebres oito tentativas entraram pelo cano abaixo. 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

 Quando se reage a pedido…ou mais um ato de puro oportunismo. 

Há um candidato a Presidente da República “ muito amigo da Madeira” onde tem apoios a grande altura  que só agora a 5 dias das eleições, resolveu mandar um recado ao governo que tem feito gato-sapato dos madeirenses e dos porto-santesses, sobre umas alterações (diz ele) que forem feitas no SSM - sim, esta porcaria ignora o direito constitucional  dos habitantes das Regiões Autónomas circularem sem constrangimentos em todo o território português, mas os colonialistas sentados no poder lisboeta, chama-lhe subsídio. 

O “ espertalhão” que um  dia sonhou  ser presidente, considera que as ditas alternativas ao modelo do SSM, “ não são corretas nem aceitáveis, são discriminatórias e injustas”… grande homem, grande amigo do nosso povo, tardou mas acordou.

Só que há um mas, e isso não pode nem deve ser esquecido, nunca! Esta tomada de posição só apareceu depois de alguém com responsabilidades e seu potencial votante, ter classificado o contributo dado até agora pelo candidato “ como medíocre e pouco assertivo, lembrando-lhe que é feio querer estar com Deus e com o Diabo ao mesmo tempo 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Vai  uma ribaldaria nas Eleições para à Presidência da República.

Não percamos tempo e latim com aquilo…é lá com eles. 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Há demasiada concentração de poder em Lisboa e isso não é bom para o desenvolvimento de Portugal, e por arrasto para quem é esmagado com uma indecente carga fiscal e ainda por cima sem escolha, é obrigado a alimentar um sistema centralista, muitas vezes com vergonhosas recaídas colonialistas. 

O paradoxo é quando no centro do poder se encaixam uns provincianos sem visão que assim que vislumbram os Cristo Rei em Almada, sentem prazer em espezinhar e estabelecer escalas de valor entre as comunidades portuguesas residentes no território nacional, que no fundo continuam a aguentar o barco. Aceitam ser marionetes de interesses de todo tipo, obscuros de clube e até paridários. É claro que já passou o tempo em que eles chegavam à capital com as célebres peúgas brancas e até telefonavam para casa a anunciar a chegada ao cargo de ministro da nação.  

Longe vão os tempos em que a política como uma nobre arte era protagonizada por gente com vontade de ajudar a construir um Portugal melhor em que era ponto de honra tratar  todos os portugueses de forma igual nos direitos, nas oportunidades e nos deveres de cidadania.



domingo, 11 de janeiro de 2026

Apesar de tudo foi possível desenjoar das Eleições Presidenciais deixando as despesas do enfado para os  espertalhões da comunicação social do retângulo (afinal aquilo é um assunto deles). Dos sem vergonha do retângulo adjacente, todos, os do governo e o ainda Chefe Supremo da Nação, já pouco se espera , são colonialistas mas do tipo analfabeto, a maioria saloios deslumbrados com poder instalado na velha Lisboa, onde já compraram as suas assoalhadas. 

Os portugueses da Madeira e dos Açores não contam contam para eles o que até pode ser um bom pretexto para uma boa luta…

Por aqui quase não se dava pela existência de um congresso socialista, pudera, a coisa foi suspensa por falta de quórum.

sábado, 10 de janeiro de 2026

O SSM não é, em bom rigor legal, um subsídio, pelo que não se aplica sequer a lei sobre os subsídios.

É sim uma forma de o Estado fixar preços, mas sem afetar as companhias aéreas. Estão em causa direitos e princípios fundamentais: livre circulação e igualdade entre todos os portugueses, continuidade territorial, subprincípio da necessidade e subprincípio da necessidade em sentido estrito.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Há um Montenegro disposto a chatear os povos que sendo por direito portugueses vivem longe de Lisboa e de um lugar chamado Espinho. Depois numa realidade distante há Trump o incomparável Trump que agora diz não ter de respeitar as leis do direito internacional. Mas, Trump é a América a grande potência mundial e isso exige cautela e sobretudo muita sabedoria aos líderes que lidam com os seus devaneios e narcisismos.

Montenegro como já alguém disse é um rural com carreira  política feita na faixa ocidental da Ibéria que ataca e se recusa a cumprir os direitos constitucionais que defendem a pertença a Portugal com plenos direitos de cidadania a quem nasceu em regiões atlânticas longe do território continental português.  A Madeira já enfrentou o teimoso Salazar pagou a afronta com a vingança do velho ditador, mas não deixou de trocar os fusíveis ao homem de Santa Comba Dão. Ora, não será um Montenegro de passagem e em viagens permanentes entre Espinho e Lisboa,  sempre com retorno garantido a levar avante a ousadia de se meter connosco. 


quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Alguém se lembra de alguma visita do ministro das Finanças à Madeira? Veio, não veio,  tanto faz. Não é que tenha direito a qualquer subsídio de mobilidade, não é esse o problema, a questão é que de vez em quando o ministro Miranda Sarmento, tem uns lapsos nas matérias que dizem respeito aos direitos da Região. O mais recente aconteceu agora com Sarmento a baralhar-se acrescentando mais  porcaria “ sobre a violência de Estado” contra todos os residentes nas Regiões Autónomas. O nosso povo está revoltado e quer ser tratado como manda a Constituição da República. 

Ainda sobre este assunto da mobilidade (que já cansa)  infelizmente para além do irritante comportamento de responsáveis locais, também se exige mais aos eleitos mandados para Lisboa para nos defenderem, e não para se renderem ao “cosmopolitismo” da capital do velho império perdido.

Deixem-se de conversa para marcar a agenda, façam valer o seu peso na maioria pindérica que suporta o governo…sem medos.  Os madeirenses e os portossantenses agradecem.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Assim se vê a força de um governante que segundo o seu chefe foi encarregado de tratar um assunto sensível para toda comunidade madeirense residente na Região - a mobilidade tal como está na letra da Constituição Portuguesa. 

“ Nas últimas semanas em oito momentos diferentes e para várias figuras com competência executiva e legislativa no Estado português, a Secretaria Regional de Turismo Ambiente e Cultura, alertou que a Região se opõe veemente(?) à obrigatoriedade de não dívida  (ao Estado) para efeitos de um subsídio Social”  Foi desta forma que o governante madeirense Eduardo Jesus (tardiamente como agora se viu), diz que se dirigiu a uns tipos incapazes por incompetência, por inveja ou pura maldade colonialista que estão a tratar-nos como se fôssemos portugueses de segunda categoria - nós e os açoreanos.

Os governos portugueses continuam a ser colonialistas, são herdeiros do salazarismo ditatorial, e é pena que por aqui ainda tenhamos em lugares de responsabilidade e alto grau de exigência, gente que se agacha e se deixa “comer” por idiotas insuflados como um tonto que se diz de Cascais para impressionar papalvos, que é apenas um “esquemas” que quer impor às Regiões Autónomas e aos seus residentes “legalismos fascistas” que não são exigidos (e bem) aos portugueses do continente.

Nesta triste história envolvendo envolvendo dois inchados de prosápia, venha o diabo e escolha.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Partido Popular Democrático - PPD.

Uma ideia brilhante que nasceu com a democracia portuguesa e que nestes tempos pode voltar a ser um fator de mobilização para muita gente. O político Francisco Sá Carneiro foi o seu primeiro presidente e se ainda estivesse entre nós não gostaria de ver o seu nome envolvido numa campanha eleitoral onde há gente menor interessada ou envolvida no processo e que ainda por cima dá sinais de não conhecer o pensamento e as ideias do fundador do PPD.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Ainda o direitola Gomes…

Tal como o seu idolatrado Ventura diz amar Portugal,  no caso do Gomes a Madeira será a sua paixão.O problema é que tanto um como o outro só vêm defeitos porcaria e desonestidade naquilo que dizem amar. Diremos que os dois estão a precisar de tratamento à cabeça ou talvez choques como se fazia antigamente.

Mas, voltemos ao Gomes. Diz que quer acabar com os privilégios, logo ele que foi um protegido do sistema a quem foram entregues dinheiros públicos para viver nos Estados Unidos e tirar um curso. Seria um superdotado (venderam bem as capacidades do rapaz). O problema foi que o Gomes regressou à Madeira sem curso reconhecido e mostrou ser um enorme embuste, felizmente desmascarado a tempo. 

Ainda parasitou alguns lugares de nomeação política, mas começou a revelar ressentimentos incuráveis e foi então que roeu a corda virando a sua raiva contra quem o alimentou. Hoje, integra à organização de vadios como ele que passam a vida a vomitar ódio e suspeitas contra toda a gente apesar de acolheram lá dentro o pior da sociedade.Parece que lhe deram carta branca aqui na Região para escrevinhar nas páginas de um velho panfleto fiel depositário dos ressabiados e traidores, mas sempre a lambuzar as mãos no pote dos dinheiros públicos . 

Interessante, não acham?

domingo, 4 de janeiro de 2026

O mundo já estava perigoso e agora ainda mais. 

Apesar do clima de incertezas agravadas com os acontecimentos na Venezuela é preciso ter esperança quanto ao futuro daquele país com fortes laços à nossa terra. Não esqueçamos que foi na Venezuela que durante décadas gerações de madeirenses construíram as suas vidas. O ditador Maduro hoje deposto, preso e à espera de julgamento, era o símbolo símbolo vivo do regime opressor Chavista que muito sofrimento perdas e desgostos provocaram aos nossos conterrâneos e a milhões de venezuelanos que foram obrigados a deixar a sua pátria para fugir à barbárie.

Por isso, o seu fim deve ser celebrado. 

Quanto à operação militar norte-americana, há que dizê-lo, foi uma infração ao direito internacional cujas consequências podem ser nefastas para o mundo tal qual o conhecemos.

sábado, 3 de janeiro de 2026

 “O secretário Eduardo Jesus está a tratar do problema”.

Podia ser a frase do ano. Vem a propósito do escandaloso tratamento que continua a ser dado ao povo da nossa terra quando decide meter-se num avião para exercer o seu direito de plena cidadania como é a circulação sem entraves em todo o território nacional.

Mas, quem é o interlocutor do homem, o “ajudante” a quem foi confiada a resolução do problema? Tal como ele um “ pobre” ajudante de estado do governo lisboeta ( ideia do ajudante foi retirada de uma declaração do então primeiro-ministro Cavaco Silva que certa vez assim que se referir aos secretários de estado).

Perante esta violência de Estado não nos  sai da cabeça a promessa feita de viva voz por um figurão  numa deslocação à Madeira, que lá no alto de um conhecido Chão falou de tempos novos sem mais complicações e infernais idas aos balcões dos correios. Se bem lembramos só faltou lançar as culpas das desconsiderações feitas ao nosso povo em matéria de mobilidade para os malvados socialistas, que há muito deixaram de governar.

Isto não vai com conversas entre ajudantes, subam a parada, a comunidade madeirense residente paga os seus impostos como todos os portugueses e não admite  insinuações e suspeitas  sobre a forma como lida com as suas obrigações para com o Estado. Sim, subam a parada e perguntem-lhes -lhes o que é que eles querem fazer com a Madeira.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Como se sabe o início dos 14 dias para a campanha eleitoral para a eleição do próximo Presidente da República, propriamente dita, está aí. 

Estamos certos que o povo da nossa terra, já tem ideias consolidadas sobre as escolhas a fazer e que terá em conta o eventual aparecimento nesta fase do processo, de um candidato capaz de corrigir a quase ausência de uma mensagem mobilizadora para quem vive longe do centralismo e assistiu a serões televisivos, onde a vaidade patética de uns ditos “explicadores” de pensamentos alheios tudo fez para condicionar a agenda.

Agora é a valer e quem aspira ao lugar de Presidente da República, tem de ser claro e libertar-se das amarras da jornaleira lisboeta e falar para quem vive nas Regiões que dão dimensão e importância estratégica a Portugal. 

Que ninguém se deixe levar pelas manobras tóxicas de doentios e narcisistas que nada fizeram pela nossa terra e pelo bem estar da nossa comunidade e ainda hoje apenas gerem os seus interesses e egoísmos.

É má gente.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Um blogue para ler e divulgar!

1115899 estiveram connosco partilhando e naturalmente não estando de acordo com tudo o que que aqui foi dito. 

Bom ano a todos.