Dizem que há informação livre e independente no retângulo ocidental da Ibéria mas a realidade atual é diferente. Agentes do jornalismo (jornalismo é o que não vemos por aí ) escrevem, falam que se fartam sobre tudo e mais alguma, estão engajados, não revelam as corporações e os grupos de interesses que servem e representam. Sao os maiores causadores dos sufoco financeiro porque passa a que foi a nobre arte de informar e servir a comunidade. No país do não ata nem desata reina uma corrupção sonsa é tóxica. Trabalhos forçados a que chamados, editores chefes e ditos coordenadores sujeitam os novos chegados às ditas redações é o pão nosso de cada dia. Estes logo se deparam com o mau ambiente causado por toda uma corte de sabujos do tipo dono/a da chave da retrete mas na verdade são seres facilmente descartáveis e quando falham junto de quem verdadeiramente manda e põe dinheiro na coisa. O primeiro sinal costuma vir quando lhes é vedado o acesso ao gabinete normalmente longe do lugar da sua influência efémera.
Ainda agora aconteceu um Congresso do partido que governa sem maioria e que para a constituir socorreu-se de um atrapalho, uma coisa sem expressão que quando quer dar prova dos seus fracos sinais vitais só faz asneira e estraga tal é a incompetência.
Sim, houve o tal tal congresso do partido que diz que reforma e quer o melhor para todos, mas que vem somando derrotas porque deu guarida a gente sem convicções (porventura nunca leram o programa do partido cujo governo integram e dão sinais de manter conluios com a personagem das noites mal dormidas de Lisboa , salva pela caridade cristã do velho e genuíno social-democrata Ângelo Correia que o obrigou a estudar e tentou pôr alguma ordem naquela cabeça com os fusíveis queimados, arranjando ocupação para o estroina vingativo e mau caráter, a nem agradeceu as ajudas.
A propósito quem é aquele fedelho idiota Bugalho ou do alho, o garoto que apareceu em Sangalhos? Parece que é mesmo que em tempos revelou numa ida à televisão como candidato a estrela que teve um avô comunista num acto do mais puro e rasca oportunismo.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.