quinta-feira, 25 de junho de 2026

Lembram-se de passar nas televisões do retângulo um telefonema do aldrabão Sócrates, em pleno Palácio de São Bento, ao então Primeiro Ministro espanhol o socialista Zapatero, anunciando-lhe a “boa nova” de finalmente ter um líder da oposição com quem poderia fazer par na dança do tango?

Pois, para quem não se lembra, o  trafulha Sócrates,referia-se ao suburbano das noites de Lisboa que para além ter concluído um curso tardio, tinha tomado o PSD passando a ser a primeira figura do partido da oposição de braço dado com um tal Relvas ainda sem canudo e em plena tentativa de licenciatura em generalidades e com o percursor do acesso da boçalidade ao controlo do PSD, de seu nome Marco António. Ora o novo líder da oposição sem emprego e ligado a projetos empresariais falidos e sob a ameaça de ter um futuro negro, foi alvo das ambições  dos dois citados desgraçados conluiados com o oportunismo instalado no partido  que o desafiaram dizendo-lhe “ou vais ao pote”ou voltas às noitadas.

 Na verdade o socialismo tinha arruinado Portugal e foi o povo que em boa hora  salvou o país correndo do poder o Sócrates e a canalha do PS. O suburbano assim que se instalou no poder, resolveu castigar todos os que tinham sido vítima da incompetência socialista e fez da classe média um alvo, destruindo-a apesar de estar nesta um dos principais suportes do partido interclassista e por isso o  mais português de Portugal. A Autonomia  desde a primeira hora liderada pelo povo social-democrata, inexplicavelmente também começou a sentir as investidas  do ressentido e pessoa mal formada, que nem a matiz social-cristã e democrata do PPD/PSD salvaguardou.

Quem  diria , acabou deixando herança no desgraçado sistema político português, apadrinhando um  também trafulha  de primeira que é hoje a  voz  do  seu ressentimento  com  os portugueses . O  pouco recomendável Ventura  que acolheu no Chega  o traidor Gomes , uma organização protofascista condenada a pagar milhares de euros ao Estado por ter aldrabado sondagens.


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