domingo, 10 de janeiro de 2021

Ultrapassa tudo o oportunismo do lagartixa agora também abutre aproveitador das desgraças. 

É bom lembrar que ele está a ser investigado por falsificação de facturas nos seus tempos de autarca.

O temporal que tem asssolado a Madeira nos últimos dias em particular na costa norte da ilha, provocou a perda de bens pessoais e de património público (logo de todos nós). Assim que soube que o governo já estava no terreno com os seus técnicos a fazer o levantamento dos estragos causados pela passagem da tempestade baptizada Filomena, o gajo (para não perder o pé) em mais um conluio com a informação controlada pela sociedade Sousa&Blandy, reclamou a paternidade de um decreto para apoiar as pessoas e a reparação das infraestruturas públicas destruídas.

Ora o "analfabeto funcional" acaba de dar mais uma prova de que é um  puro aldrabão aproveitador da desgraça alheia, pois demonstra não conhecer as competências da assembleia onde "deputa". 

Sim, ó incompetente, a assembleia não pode ter nenhuma intervenção em matérias que impliquem o aumento das despesas, após ter aprovado do Orçamento anual. É a chamada lei-travão.

Só o governo através de uma lei ou de um orçamento rectificativo tem poderes para tal. 

E dar 300 mil euros ao Funchal para os esbanjamentos do costume, para o do Porto Moniz pagar viagens a votantes comprados  em Londres e Jersey, ou para a "dama" que ainda está na Ponta do Sol promover festas, ou ainda para  aquele de Machico financiar as actividade do PS rasca, nunca...os contribuintes já estão fartos dos roubos socialistas.

Já agora e se gosta tanto da Madeira,  porque razão não pede ao agente cubano que o controla, para propor ao pau mandado Pereira a apresentação em São Bento de uma proposta de lei com efeitos imediatos na diminuição dos juros da dívida (um escândalo nacional que persiste prejudicando os madeirenses e os portos-antenses), e exigindo ao Estado controlado pelo PS, uma garantia (aval) de 500 milhões para o combate à covid o que permitira à Região poupar 70 milhões num ano?     

   

 

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