sábado, 6 de outubro de 2018


Quem passou os olhos pelo artiguelho dirá que o homem ''virou''.

Então vejamos o que ele acaba de escrever???...

-Temos de defender a Autonomia com responsabilidade.
-A Autonomia é demasiado importante para ser arma de arremesso político...
-No que diz respeito à defesa da Madeira e do Porto Santo, não pode haver partidarite...
- O país sempre ganhou connosco.
- Somos parte inalianável da identidade nacional...
- ...as características do nosso território moldaram-nos como povo...
- ...abrimos furados, construimos levadas e poios...(pelos vistos os ressentidos a quem ele deve obediência proibiram-no de escrever ou assinar textos onde sejam feitas referências a vias rápidas, vias expresso e construção de aeroportos, portos, escolas, centros de saúde e a todas as obras lançadas e concluídas nas últimas quatro décadas...ridículo).
-...afirmamo-nos como povo que quer ser dono do seu destino.
- O nosso país sempre padeceu de um poder egocêntrico sediado em Lisboa, que nos votou ao esquecimento e a um atraso estrutural durante vários séculos.
-A Autonomia não é um capricho dos madeirenses...
- ...nossa pretensão foi muitas vezes mal interpretada por parte do poder centralista.

Há muito mais neste verdadeiro hino ao oportunismo e à hipocrisia escrito??? pelo fura-vidas e  publicado na folha inglesa.

A lata é tanta que impede qualquer comiseração . O ''híbrido'' anuncia-se com o homem que lidera o projecto do PS para governar a Madeira, mas continua sem ''sujar'' as mãos nas fichas da militância do partido da camaradagem, o que revela a sua falta de transparência e carácter.

Com que programa pergunta-se?

O daquelas ideias básicas coladas a cuspo?

Ou com um monte de tontices arranjadas a partir da colagens de textos de agência e com o contributo do grupo de interesses que anda a alimentar a vaidade do leviano?

Como é  que se pode dar crédito a um gajo que considera a ''Autonomia como  um dos maiores exemplos de sucesso do Portugal democrático'' apesar de muitas vezes, nas próprias palavras do oportunista continuar a ser  ''mal interpretada por parte do poder centralista'', ao mesmo tempo que classifica de guerrilha com Lisboa a dialéctica da Madeira com os governos do Terreiro do Paço?

Guerrilha, poder egocêntrico sediado em Lisboa, processo autonómico uma conquista evolutiva... ideias soltas, reveladoras da grande confusão que vai na cabeça de uma criatura sem personalidade própria.



         

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