terça-feira, 26 de março de 2019


Quem diria que até a estridente Catarina com gabinete partidário montado perto do Intendente em Lisboa, já se sente desconfortável, ao ponto de fazer reparos publicos, à apropriação familiar dos cargos políticos pelo PS do seu parceiro Costa sabe-a-toda.

Nada é inocente nesta tomada de posição da correligionária da falsa bordadeira que temos por aqui, (por acaso uma protegida do fura-vidas) e do Paulino da burla das viagens e por isso deve ser vista com puro oportunismo e farsa eleitoral. Ainda por cima vem de um partideco que não tem água  que se lave. Na verdade no grupelho que a social-reacionária comanda em São Bento não faltam ligações ''perigosas'' e algumas avenças a pedirem escrutínio.

Pelo meio disto tudo, foi divertido mas ao mesmo tempo inqualificável, assistir ao desconforto da camaradagem quando foram eles obrigados a falar do governo das famílias, escolhendo para porta-  voz o César, o açoreano que anda deslumbrado e rendido à capital do centralismo com tiques colonialistas.

Este ser logo que chegou ao governo dos Açores empregou mulher, familiares da mulher e amigos dele  próprio, cuja principal missão era incensa-lo nos corredores do Palácio onde se pavoneava. Agora emigrado no Largo do Rato, mantém o hábito de dar jeitinhos ao núcleo familiar, mas como sempre o fez, à custa do dinheiro dos cidadãos pagadores de impostos.

Por aqui também não faltam exemplos de uso de dinheiros públicos para comprar e proteger a camarilha que anda à volta da cafofada e do testa de ferro amestrado, o inqualificado que foi corrido dos campos de futebol por má conduta.

No caso deste último tem sido visível o esforço do homem para garantir lugares para o seu rebento. Dizem que chegou a dar por adquirida a candidatura do rapaz ao Parlamento Europeu mas o Costa ter-lhe-a feito chegar aconselhado a refrear as ambições.

No Largo do Colégio é o regabofe que se conhece, com o agente enviado por Lisboa, a contratar tipos pouco''recomendáveis'' como aquele da Frente Mar, e a compor uma teia de cumplicidades e dependências envolvendo primos deste, cunhados, sobrinhos e renegados disponíveis para uns ''servicinhos''.

Quanto ao fura-vidas habituou-se às gazetas e estará a receber umas aulas sobre a obra do Gilles da Era do Vazio...
   

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